A Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Ana Luís, recebeu em audiência, na passada quarta feira, dia 14 de dezembro, o Comandante da Zona Militar dos Açores, Brigadeiro-general José António de Figueiredo Feliciano.
Tratou-se de uma audiência para apresentação de cumprimentos que serviu também para demonstrar a sua responsabilidade para com a Região Autónoma dos Açores como um todo e não só em relação às ilhas onde estão sediadas as instalações militares.
A este respeito oBrigadeiro-general Feliciano, adiantou que “nós exército estamos nos Açores, com a Região Autónoma e com o Arquipélago dos Açores no seu todo, mas como devemos perceber hoje a gestão dos recursos a mobilidade e a facilidade com que as forças e os militares se deslocam, não é necessário ter forças em todas as ilhas”, avançou.
O Comandante da Zona Militar dos Açores, reforçou que, apesar da concentração das capacidades militares se encontrarem em São Miguel e na Terceira, “como ilhas de maior dimensão”, não “invalida que a Horta, o Faial e as Flores, não façam parte das nossas responsabilidades”, disse.
A este respeito o Brigadeiro-general Felicianogarantiu que, “pela importância que a Horta tem na Região Autónoma dos Açores”,irão manter“um pequeno destacamento e um pequeno terreno” de formaa dar apoio em casode catástrofes ou calamidades.
“Aquilo que vulgarmente se designa por enfermaria militar, vai manter um pequeno destacamento, uma secção com sete/oito homens e um terreno no Monte Carneiro”, adiantou, esclarecendo que este “é o único terreno que neste momento em termos de reserva e daquilo que é necessário para bivacar uma força militar em caso de uma necessidade de uma urgência. Não estamos a falar de uma zona com infraestruturas físicas, estamos a falar de tendas e pessoas de apoio à proteção civil”, explicou.
Instado a pronunciar-se sobre a questão do património no Faial e a sua alienação o Comandante avançou que, “como se sabe o exército e as forças armadas não são gestores de património”, adiantando que “em determinados momentos as instalações são avaliadas do ponto de vista da sua necessidade ou não para o cumprimento das missões”, neste contexto, revela: “quando existe entendimento, e disponibilidade por parte do exército para fazer cedências de instalações que a dado momento não são necessárias para o cumprimentos das missões elas são entregues ao Ministério da Defesa”, ou seja, “essa relação da cedência da racionalização do património das forças armadas é por via do Ministério da Defesa, não é exatamente por parte do exército ou das forças armadas, que depois faz o que entende em termos da sua colaboração com as entidades”, esclareceu.
No que se refere ao motivo da visita à sede do parlamento açoriano o Comandante, afirmou que “a minha vinda à Hortaprendeu-se com uma necessária responsabilidade institucional”. “Assumi funções há dois meses e pelo respeito que merecem as instituições e pelos compromissos que as instituições têm entre si, vim apresentar cumprimentos à excelentíssima presidente da Assembleia”, avançou.
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