A fábrica de chá a Gorreana vem a este certame desde a sua primeira edição. Madalena Mota, responsável pela empresa, contou ao Tribuna das Ilhas que, “após o 25 de Abril perdemos os nossos contatos aqui no continente português, tivemos que renascer das cinzas e voltar a procurar e a cimentar o nosso mercado. Na altura tínhamos um representante aqui que vinha à feira e trazia alguns produtos, mais tarde o meu pai começou a vir e fizemos muitos contatos. Entretanto o Governo Regional resolveu apostar neste mercado e intensificamos a presença”.
Para Madalena Mota esta feira é “muito importante pois cimentámos mercados e clientes que são muito importantes para nós, nomeadamente da Alemanha, Polónia e França. Acima de tudo é aqui que revejo os meus clientes”.
Os investidores asiáticos estão presentes em grande número no SISAB, no entanto, não são um mercado que a Gorreana consiga atingir porque são igualmente produtores de chá “e a preços com os quais não se consegue competir”, frisa. A Gorreana trouxe dois novos produtos para apresentar aos seus clientes, o chá verde e o chá preto com ervas aromáticas, que será lançado no mercado açoriano no próximo mês.