A Escola Secundária Manuel de Arriaga assinalou, segunda-feira, o seu dia da escola.
Manda a tradição que neste dia sejam homenageados os alunos “Melhor Companheiro” - um galardão do Rotary da Horta . Foram distinguidos os alunos João Soares, Diana Medeiros, Miguel Bettani, Beatriz Correia, Beatriz Coelho e Érica Marques.
A Escola Secundária Manuel de Arriaga (ESMA) comemorou, a 15 de maio, segunda-feira, o seu Dia da Escola, dia em que marca a institucionalização oficial deste estabelecimento de ensino.
As comemorações tiveram início com a eucaristia solene, seguida do içar das bandeiras, este ano com uma novidade, foi içada pela primeira vez a bandeira oficial da ESMA, que foi apresentada no mesmo dia do ano anterior.
As atividades comemorativas prolongaram-se durante todo o dia, onde os alunos organizaram e participaram nas mais diversas atividades, desde torneios de desporto, exposições, apresentações de projetos e momentos culturais, destaque para os habituais “Óscares Malukissímos”, organizados pela Associação de Estudantes, que todos os anos distinguem vários alunos e professores em diversas categorias.
A noite foi dedicada à Sessão Solene comemorativa, aberta pelopresidente do Conselho Executivo da Escola, Eugénio Leal, o último discurso enquanto órgão diretivo da escola, uma vez que o mesmo se encontra a cessar funções, e não pode candidatar-se novamente por ter atingido o número máximo de mandatos, quatro mandatos de três anos.
Eugénio Leal começou por referir que ao contrário dos anos anteriores, em que aproveitava o momento para fazer um balanço sobre o conjunto de projetos e atividades desenvolvidas no qual a escola participava e dos resultados apresentados pela escola ao longo do ano, iria falar sobre os doze anos de trabalho em que constituiu uma equipa com as suas colegas, Maria Miguel Marques e Gracinda Andrade, revelando que passados estes anos se sentem “ muito melhores, muito satisfeitos e muito realizados”.
Apesar de satisfeito com o trabalho realizado pelo órgão diretivo da escola, Eugénio Leal frisou que “de tudo o que fizemos, temos consciência de algumas não terem sido bem-feitas. Seria anormal se tal tivesse acontecido, ou seja, as decisões que tomámos as iniciativas que tivemos, todas elas tivessem resultado em beleza.”
Passados doze anos, e a escassos dois meses de cessar o mandato, o presidente do Conselho Executivo da Escolafalou do intenso trabalho e dedicação e que a sua equipa sai com a sensação de “dever cumprido”. Sublinhou que todas as decisões e deliberações que foram tomadas tiveram sempre em mente o que era melhor para os alunos, e que a linha de trabalho da sua equipa, para alcançar o sucesso, e para o bem da escola e da comunidade escolar, se baseou no respeito e disciplina com e para os alunos, professores e funcionários, pensando sempre no melhor para a comunidade escolar.
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