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09
junho

8.º aniversário da chegada da 2.ª volta ao mundo de Genuíno Madruga

Escrito por  João Pereira
Publicado em Geral
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Genuíno Madruga, comemorou no dia 06 de Junho o 8.º aniversário da sua chegada à ilha do Pico com o veleiro Hemmingway da 2.ª viagem à volta do mundo.

“Hoje estamos aqui todos porque neste mesmo diahá oito anos, pelas três horas da tarde, conforme combinado, o Hemmingway entrava, comigo a bordo, no Porto das Lajes do Pico”, foi exactamente com estas palavras que um dos cidadãos mais conhecidos da ilha do Faial, dos Açores e do mundo começou o seu discurso comemorativo de mais um feito notável, a realização da sua 2.ª viagem à volta do mundo.
Lembrou, depois, a todos os presentes as histórias e peripécias que envolveram a sua 1.ª volta ao mundo, realizada há 15 anos, não sem antes agradecer ao programa de rádio, ao grupo de apoio, que foi criado com o intuito de saber onde ele andava, e que era aquele que trazia os relatos “dos tempos bons, dos tempos menos bons, dos acontecimentos”, que “trazia aos Açores o mundo que ele ia navegando”, destacando, entre eles, o Mourinho (rádio amador) que, todos os dias às 07.00 horas da manhã e às 19.00 horas UTC, estava à escuta, o LuísPrieto, o Marco Dutra e o seu filho Marco Madruga.
Frisou Genuíno Madruga que todas as comunicações, naquele tempo, eram estabelecidas via rádio ou quando chegava a terra, sempre que era possí-vel, via telefone, “quando era possível, nem sempre se conseguia, e havia lugares em que não havia telefone”, alertando que, por exemplo, nas ilhas de Vanuatu, naquela altura, não havia nada.
Visivelmente emocionado, salientou o facto de ter levado o nome dos Açores a todo o mundo, destas ilhas desconhecidas por muita gente, realizando conferências em escolas, colégios e universidades e até entregando uma bandeira da Região a um dos chefes da Phillips numa marina de Darwin, na Austrália.
Não quis terminar este seu périplo pela sua 1.ª viagem sem lembrar quem o ouvia atentamente que, quando saiu da Horta, tinha a intenção e conseguiu visitar o lugar onde estavam os restos mortais de Jacques Brel.
Sem parar de navegar, começou a recordar a 2.ª viagem à volta do mundo, em especial o dia 24 de Janeiro de 2011, dia em que passou o Cabo Horn do Atlântico para o Pacifico e o dia em que atracou em Dili, Timor Leste, onde foi recebido por centenas de pessoas e por altas individualidades do Estado Timorense, nomeadamente por Ramos Horta, o qual, no dia da sua partida, lhe ofereceu um terço que tinha recebido da Irmã Lúcia.
Disse depois que “no dia 06 de Junho de 2009, o Hemmingway chegou novamente em dia de festa às Lajes do Pico, pois foi lá onde nasci, na freguesia de São João”. Referiu-se, ainda, no seu discurso, ao espaço que decidiu criar após o termo da sua segunda viagem, e que conta, nas suas paredes, nas suas mesas, nos seus recantos, a história e a vivência das suas viagens.
Terminou agradecendo a todos os presentes o facto de terem comemorado com ele a passagem de mais um ano da 2.ª viagem de volta ao mundo. 

 

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