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19
janeiro

Núcleo de Estudantes do Faial da Amnistia Internacional realiza Maratona de Cartas

Escrito por  João Paulo Pereira
Publicado em Geral
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No passado sábado, no auditório António Duarte, na Escola Secundária Manuel de Arriaga, o Núcleo do Faial da Amnistia Internacional levou a cabo mais uma Maratona de Cartas, campanha essa destinada a promover e defender os direitos humanos em todo o mundo

O Núcleo de Estudantes do Faial da Amnistia Internacional levou a cabo no auditório António Duarte, na Escola Secundária Manuel de Arriaga, mais um evento denominado Maratona de Cartas.
A Maratona de Cartas é o maior evento de defesa dos direitos humanos organizado à escala global. Todos os anos, milhões de pessoas em todo o mundo juntam-se para assinar cartas para salvar pessoas que podem estar no outro lado do mundo. Esta iniciativa baseia-se na ideia de que governos de todo o mundo que abusam dos direitos humanos, ao receberem milhões de cartas vindas de todo o mundo a apelar ao respeito dos mesmos, se sintam pressionados e resolvam essas situações.
Nesta sessão, para além da atuação da banda “Os Marca Branca”, os responsáveis pelo Núcleo mostraram ao público presente os cinco casos onde os direitos humanos são postos em causa - Sakris Kupila, Shackelia Jackson, os 11 de Istambul, Farid Al-Atrash e Issa Amro e Clovis Razafimalala – e cujas cartas iriam assinar para serem depois enviadas para os governos dos respetivos países.
Explicaram, ainda, o que é a Amnistia Internacional e as atividades que desenvolve em prol da defesa dos direitos humanos. Segundo Mariana Goulart “a Amnistia Internacional foi criada em 1961 por Peter Benenson, um advogado britânico que leu uma notícia sobre dois estudantes universitários de Coimbra que tinham sido presos e condenados a sete anos de prisão, alegadamente por terem brindado à liberdade. Assim, Benenson decidiu criar um movimento que defendesse os direitos humanos em todo o mundo e que lutasse contra os abusadores dos mesmos”.
“A Amnistia foi agraciada com o prémio Nobel da Paz em 1977, como reconhecimento pelo seu trabalho na defesa de direitos humanos ao longo dos anos. O objetivo da Amnistia Internacional, aquilo por que os seus membros lutam todos os dias, em todas as atividades, é um mundo em que todos os direitos humanos são respeitados”, salientou outra responsável pelo Núcleo.
A Maratona de Cartas foi realizada em Portugal, pela primeira vez, no ano de 2010, onde foram angariadas pouco mais de 5500 assinaturas. Em 2016, a Amnistia Portugal já conseguiu reunir mais de 250 mil assinaturas. 

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