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23
fevereiro

30ª Edição da Atlantis Cup - Regata da Autonomia encerra desafio de tocar as nove ilhas dos Açores

Escrito por  Tatiana Meirinho
Publicado em Geral
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A 30.ª edição da Atlantis Cup que decorre de 29 de julho a 5 agosto vai envolver as ilhas do Grupo central encerrado assim o desafio lançado em 2013 pela Presidente da ALRAA, de envolver as nove ilhas dos Açores.

A 30ª Edição da Atlantis Cup- Regata da Autonomia foi apresentada ao público na passada sexta-feira, 16 de fevereiro, numa sessão que decorreu no salão-bar do Clube Naval da Horta (CNH), presidiada pela Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA), Ana Luís.
A principal regata de vela de cruzeiro dos Açores encerra este ano o desafio lançado em 2013 pela Presidente da ALRAA, de envolver as nove ilhas dos Açores. O desafio foi aceite pela direção do CNH em 2016, ano em que se celebraram os 40 anos da Autonomia da Região Açoriana.
Em 2018, a também conhecida como Regata da Autonomia, acontece entre os dias 29 de julho e 5 de agosto, com largada na Madalena do Pico, passando pela Praia da Vitória, na Terceira, e Praia da Graciosa, terminando na ilha do Faial.
José Decq Mota, Presidente da Direção do CNH, destacou, durante o seu discurso, a grande projeção que a Atlantis Cup ganhou no panorama nacional, que tem vindo a ser realçada junto da Associação Nacional de Cruzeiros, e que tem sido um veículo de divulgação dos Açores no panorama nacional e internacional.
O Presidente do CNH salientou o facto de que a conclusão do desafio lançado pela Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, de envolver as nove ilhas dos Açores, ser concluída no 30.º aniversário da Regata Atlantis Cup. Para José Decq Mota a direção do CNH esteve à altura do desafio embora revele que “não foi fácil, em termos logísticos, organizar uma regata que tocasse em todas as ilhas” e por isso destacou que o modelo adotado - faseando a prova em três fases - foi uma aposta ganha.
O dirigente do clube náutico realçou ainda a importância da Regata para o CNH e a vida que a mesma traz ao mar dos Açores durante a sua realização, frisando que “o objetivo primordial é o de realizar sempre uma Regata Oceânica, que atraia participantes, que promova a Região e que dignifique a Autonomia”.
José Decq Mota lembrou o apoio da ALRAA, principal patrocinador da prova e o apoio imprescindível dos Clubes Navais, coorganizadores, este ano o Clube Naval da Madalena, Angra Iate Clube, Clube Naval da Praia da Vitória e Clube Naval da Praia da Graciosa. Lembrou também o apoio das Câmaras Municipais e da Portos dos Açores, S.A.
Jorge Macedo, diretor de prova, apresentou o trajeto para a Atlantis Cup - Regata da Autonomia 2018, declarou que este ano a realização da prova é “um pouco complicada”, salientando o grande desafio do percurso que será o estacionamento das embarcações da Praia da Graciosa, uma vez que este não dispõe de Marina, nem porto que abrigue as embarcações, pelo que o estacionamento terá de ser feito à “moda antiga”, lançou em tom jocoso, uma vez que terão de recorrer à ancoragem dos barcos.
Quanto às embarcações Jorge Macedo apresentou uma novidade no que diz respeito à selagem dos motores, o novo modelo que a organização pretende testar a curtas distâncias, que será posteriormente explicado aos participantes.
Presente nesta cerimónia esteve o Secretário Regional da Agricultura e Florestas, que destacou o simbolismo da Atlantis Cup, e a passagem do seu 30º aniversário, e a importância da designação de “Regata da Autonomia” afirmando que “a autonomia é um dos nossos maiores patrimónios enquanto Região, que temos todos o dever de enaltecer e consolidar. Chamar a esta regata, que une todas as ilhas e todos os Açorianos, de Regata da Autonomia é bem conseguido, é acertado e encarna bem o espírito que se pretende cimentar”
O responsável pela pasta da Agricultura e Florestas salientou o facto de a edição de 2018, ter um simbolismo acrescido, por se completar o objetivo de tocar todas as ilhas do arquipélago.
João Ponte referiu que o sucesso desta prova se revela pela longevidade do evento, que continua a despertar o interesse dos participantes e que esta regata faz do mar “uma espécie de estrada que une as ilhas”.
Ana Luís, Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, dirigiu um cumprimento “muito especial” ao CNH, associados e a todos aqueles que permitiram que esta prova se realizasse ao longo dos últimos trinta anos.
Para a Presidente do órgão legislativo a Atlantis Cup, apesar de não assumir desde o início o cognome de “Regata da Autonomia”, não é apenas um evento desportivo, representa nos dias de hoje “um marco na união e demonstração hospitalidade que caracteriza os açorianos, e um importante contributo na valorização e reconhecimento da Região”.
Ana Luís realçou uma vez mais a capacidade do CNH na concretização do desafio lançado por ela, em 2013, e relembrou que “mais importante do que lançar os desafios é efetivamente concretizá-los”. A presidente da ALRAA frisou que “o desígnio de passar em todas as ilhas ficará marcado, registado na história da autonomia, e reforça a importância da regata Atlantis Cup no panorama nacional da Vela de Cruzeiro”, lembrando que constitui uma mais-valia para a promoção dos Açores, demonstrada pela participação de velejadores nacionais e internacionais.
Uma vez que o desafio que lançou há cinco anos atrás foi concretizado com sucesso, Ana Luís aproveitou a ocasião para lançar mais um desafio que “acredita ser muito mais fácil” – utilizar a Regata da Autonomia como veiculo para a importância do mar dos Açores e alertar para o aumento da poluição dos nossos mares.
O objetivo é que os participantes sensibilizem para a problemática da contaminação dos mares dos Açores e acredita que “com pequenos gestos podem alcançar-se feitos grandiosos”, e realçou “é de coragem e resiliência que se faz a história dos Açores”.

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