A freguesia da Ribeirinha comemorou o seu Dia na passada sexta-feira, homenageando as vítimas do sismo de 1998 e, posteriormente, em sessão solene realizada no Polivalente da freguesia, na presença de inúmeros habitantes, teve o seu momento alto com o lançamento do livro “Ribeirinha noutros tempos” da autoria de Maria do Carmo Correia e Maria da Conceição Quaresma.
O descerrar da placa evocativa dos 20 anos do sismo de 1998 e a homenagem às vítimas, no lugar dos Espalhafatos, juntamente com o lançamento do livro “Ribeirinha noutros tempos”, da autoria de Maria do Carmo Correia e Maria da Conceição Quaresma foram os momentos mais marcantes do XI Dia da Freguesia da Ribeirinha, que contou com a presença do Secretário Regional da Agricultura e Florestas.
A abertura da sessão solene esteve a cargo do Presidente da Junta de Freguesia, Paulo Castelo, que começou por lembrar o sismo de 1998 “tão presente nas nossas memórias, que tirou a vida a 5 cidadãos desta comunidade e que moldou profundamente a vivencia dos Ribeirinhenses nestas ultimas duas décadas”.
De seguida, Paulo Castelo reafirmou a intenção de continuar a pautar a sua atividade de autarca mantendo sempre uma relação de proximidade, afetiva e efetiva com a comunidade, apesar de, entende, existirem “condicionalismos que ainda determinam a nossa atuação, que são transversais à maioria das nossas Freguesias, juntando uma multiplicidade de assuntos e tarefas que, por isso, exigem e requerem persistência, colaboração e um apurado sentido das realidades e dos seus limites”.
Lembrou, depois, o facto de a Ribeirinha se ter conseguido erguer da calamidade que foi o sismo de 1998, inaugurando no passado dia 13 de junho, por exemplo, o “trilho circular À descoberta da Ribeirinha”, com uma extensão total de 8300 metros, que transporta os atletas pelos principais miradouros da Freguesia.
Evocou, também, a notoriedade e a projeção que a zona balnear do porto da Boca da Ribeira e a sua piscina, deram à freguesia, que este ano “voltou a captar mais visitantes e registos de contentamento, continuando de uma forma crescente, a ter mais utilizadores”.
O ambiente continua a ser uma preocupação do executivo que lidera, refere o Presidente da Junta de Freguesia da Ribeirinha, salientando que esta tem vindo a “promover ações de sensibilização ambiental, iniciativas de limpeza na nossa ribeira e costa, dotando a freguesia de mais ecopontos, plantando arbustos endémicos, alertando e fomentando o debate sobre a temática dos resíduos e associando-se a outros eventos visando sempre, sensibilizar a comunidade para a defesa do património natural”.
Para Paulo Castelo, agradecendo às autoras do livro “Ribeirinha noutros tempos”, este livro resgata e preserva a “história e tradição daqueles que contribuíram para que chegássemos ao ponto em que nos encontramos”.
De seguida, usou da palavra a Vereadora da Câmara Municipal da Horta, Ester Pereira, que começou por salientar a vitalidade da freguesia da Ribeirinha que nos últimos anos se tem vindo a afirmar. Para esta “o desenvolvimento forte e articulado de todas as freguesias é um pilar incontornável da sua governação”, pois só assim se conseguirá criar um concelho robusto e coeso.
De acordo com a autarca, o Município “não prescinde de continuar a afirmar a sua aposta nos programas que tem concretizado, os projetos ao nível da delegação de competências com as suas juntas de freguesia que permitem criar dinâmicas e concretizar aquilo que procuram responder aos anseios e necessidades das suas gentes”.
Referiu ainda que o Município pretende dar continuidade ao projeto “Presentes no Concelho”, apostar em projetos de âmbito social e cultural, tais como o projeto de atividade física e bem-estar para os idosos denominado “Faial Ativo”, o projeto “Novos Desafios” e o projeto “Faial Ilha de Tradições”, enquanto projetos de promoção e dinâmicas inter-geracionais.
Por fim, interveio o Secretário Regional da Agricultura e Florestas que começou por destacar as gentes da freguesia “pois são elas que dão o verdadeiro valor e dimensão à freguesia”, lembrando que “celebrar o Dia da Dreguesia da Ribeirinha é celebrar a história desta localidade que se reergueu depois do sismo de 1998” que com determinação, entrega e grande espírito de sacrifício foi possível ultrapassar as dificuldades e os revezes que dali advieram.
“Mas este dia da freguesia serve também para celebrar e enaltecer o espirito de união que sempre norteou a população local e que por isso mesmo tem conseguido ultrapassar as dificuldades e vencer os desafios, prosseguiu o representante do Governo Regional, lembrando aos presentes que liderar uma freguesia “é um desafio permanente”, pois “com poucos recursos dão respostas positivas aos anseios das pessoas”.
De seguida, o Secretário da Agricultura enalteceu a ação e o contributo que as juntas de freguesia têm tido em conseguir mobilizar as pessoas e os agentes económicos para o desenvolvimento que se operou na nossa Região nos últimos 40 anos de poder local democrático.
Considerou, ainda, importante continuar a olhar para o meio rural com atenção, criando condições para se promover projetos, postos de trabalho e dinâmicas económicas que tragam mais progresso e melhor qualidade de vida a cada um dos que ali vive, como as parcerias na área social, ambiente ou agricultura.
Após as intervenções procedeu-se ao lançamento do livro “Ribeirinha noutros tempos”, da autoria de Maria do Carmo Correia e Maria da Conceição Quaresma, o qual traduz um resgate histórico da comunidade da Ribeirinha, preservando a identidade desse povo na sua memória colectiva, os usos e costumes da Ribeirinha enquanto comunidade rural.
Por fim, os presentes foram brindados com a atuação do grupo “Mar-gens”, da freguesia da Ribeirinha. O descerrar da placa evocativa dos 20 anos do sismo de 1998 e a homenagem às vítimas, no lugar dos Espalhafatos, juntamente com o lançamento do livro “Ribeirinha noutros tempos”, da autoria de Maria do Carmo Correia e Maria da Conceição Quaresma foram os momentos mais marcantes do XI Dia da Freguesia da Ribeirinha, que contou com a presença do Secretário Regional da Agricultura e Florestas.
A abertura da sessão solene esteve a cargo do Presidente da Junta de Freguesia, Paulo Castelo, que começou por lembrar o sismo de 1998 “tão presente nas nossas memórias, que tirou a vida a 5 cidadãos desta comunidade e que moldou profundamente a vivencia dos Ribeirinhenses nestas ultimas duas décadas”.
De seguida, Paulo Castelo reafirmou a intenção de continuar a pautar a sua atividade de autarca mantendo sempre uma relação de proximidade, afetiva e efetiva com a comunidade, apesar de, entende, existirem “condicionalismos que ainda determinam a nossa atuação, que são transversais à maioria das nossas Freguesias, juntando uma multiplicidade de assuntos e tarefas que, por isso, exigem e requerem persistência, colaboração e um apurado sentido das realidades e dos seus limites”.
Lembrou, depois, o facto de a Ribeirinha se ter conseguido erguer da calamidade que foi o sismo de 1998, inaugurando no passado dia 13 de junho, por exemplo, o “trilho circular À descoberta da Ribeirinha”, com uma extensão total de 8300 metros, que transporta os atletas pelos principais miradouros da Freguesia.
Evocou, também, a notoriedade e a projeção que a zona balnear do porto da Boca da Ribeira e a sua piscina, deram à freguesia, que este ano “voltou a captar mais visitantes e registos de contentamento, continuando de uma forma crescente, a ter mais utilizadores”.
O ambiente continua a ser uma preocupação do executivo que lidera, refere o Presidente da Junta de Freguesia da Ribeirinha, salientando que esta tem vindo a “promover ações de sensibilização ambiental, iniciativas de limpeza na nossa ribeira e costa, dotando a freguesia de mais ecopontos, plantando arbustos endémicos, alertando e fomentando o debate sobre a temática dos resíduos e associando-se a outros eventos visando sempre, sensibilizar a comunidade para a defesa do património natural”.
Para Paulo Castelo, agradecendo às autoras do livro “Ribeirinha noutros tempos”, este livro resgata e preserva a “história e tradição daqueles que contribuíram para que chegássemos ao ponto em que nos encontramos”.
De seguida, usou da palavra a Vereadora da Câmara Municipal da Horta, Ester Pereira, que começou por salientar a vitalidade da freguesia da Ribeirinha que nos últimos anos se tem vindo a afirmar. Para esta “o desenvolvimento forte e articulado de todas as freguesias é um pilar incontornável da sua governação”, pois só assim se conseguirá criar um concelho robusto e coeso.
De acordo com a autarca, o Município “não prescinde de continuar a afirmar a sua aposta nos programas que tem concretizado, os projetos ao nível da delegação de competências com as suas juntas de freguesia que permitem criar dinâmicas e concretizar aquilo que procuram responder aos anseios e necessidades das suas gentes”.
Referiu ainda que o Município pretende dar continuidade ao projeto “Presentes no Concelho”, apostar em projetos de âmbito social e cultural, tais como o projeto de atividade física e bem-estar para os idosos denominado “Faial Ativo”, o projeto “Novos Desafios” e o projeto “Faial Ilha de Tradições”, enquanto projetos de promoção e dinâmicas inter-geracionais.
Por fim, interveio o Secretário Regional da Agricultura e Florestas que começou por destacar as gentes da freguesia “pois são elas que dão o verdadeiro valor e dimensão à freguesia”, lembrando que “celebrar o Dia da Dreguesia da Ribeirinha é celebrar a história desta localidade que se reergueu depois do sismo de 1998” que com determinação, entrega e grande espírito de sacrifício foi possível ultrapassar as dificuldades e os revezes que dali advieram.
“Mas este dia da freguesia serve também para celebrar e enaltecer o espirito de união que sempre norteou a população local e que por isso mesmo tem conseguido ultrapassar as dificuldades e vencer os desafios, prosseguiu o representante do Governo Regional, lembrando aos presentes que liderar uma freguesia “é um desafio permanente”, pois “com poucos recursos dão respostas positivas aos anseios das pessoas”.
De seguida, o Secretário da Agricultura enalteceu a ação e o contributo que as juntas de freguesia têm tido em conseguir mobilizar as pessoas e os agentes económicos para o desenvolvimento que se operou na nossa Região nos últimos 40 anos de poder local democrático.
Considerou, ainda, importante continuar a olhar para o meio rural com atenção, criando condições para se promover projetos, postos de trabalho e dinâmicas económicas que tragam mais progresso e melhor qualidade de vida a cada um dos que ali vive, como as parcerias na área social, ambiente ou agricultura.
Após as intervenções procedeu-se ao lançamento do livro “Ribeirinha noutros tempos”, da autoria de Maria do Carmo Correia e Maria da Conceição Quaresma, o qual traduz um resgate histórico da comunidade da Ribeirinha, preservando a identidade desse povo na sua memória colectiva, os usos e costumes da Ribeirinha enquanto comunidade rural.
Por fim, os presentes foram brindados com a atuação do grupo “Mar-gens”, da freguesia da Ribeirinha.