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18
janeiro

OceanEye aposta num novo conceito de actividade marítimo turística

Escrito por  Texto:Maria José Silva/Fotos:DR
Publicado em Reportagem
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O barco que vai navegar em mares açorianos é igual a este

 

 

Seis jovens, quatro deles naturais do Faial, resolveram arregaçar mangas e combater a crise à sua maneira. À sua maneira, mas de uma forma sustentada e inteligente. Apostaram na actividade marítimo-turística mas, literalmente, de um ponto de vista diferente que vai iniciar actividade, se as questões legais e burocráticas não se arrastarem, no próximo mês de Março.

São eles: Rui Guedes Rosa e Irma Cascão, Alexandra Guedes Rosa e Marco Santos, Pedro Guedes Rosa e Ana Pereira.

A OceanEye é constituída por seis jovens com formação superior, maioritariamente em áreas ligadas ao mar, e forte experiência no sector marítimo-turístico. “A nossa empresa assenta numa estrutura de gestão familiar o que facilita o acompanhamento de toda a actividade. Com quatro Biólogos Marinhos, a nossa equipa está preparada para promover passeios lúdico educativos” – explica ao Tribuna das Ilhas o biólogo Rui Guedes Rosa.

A OceanEye é uma empresa marítimo-turística que irá proporcionar observação subaquática nas costas das ilhas do Faial e Pico desvendando alguns segredos da valiosa vida subaquática do mar açoriano.

De acordo com Rui Guedes, um dos sócios, a missão da OceanEye assenta em três princípios fundamentais: proporcionar o acesso generalizado, a todas as faixas etárias, ao mundo subaquático; dar a conhecer os valores naturais submersos dos Açores, bem como promover a difusão de atitudes e comportamentos respeitadores do meio ambiente através da valorização/conservação da natureza e sua utilização de forma consciente e responsável.

Então a principal actividade da empresa passa por proporcionar a visualização da fauna e flora no seu habitat natural com uma embarcação singular, “que em conjugação com a grande experiência da nossa equipa possibilitarão momentos únicos de proximidade com a vida marinha selvagem, sempre respeitando o ambiente” – explica.

 (...)

Rui Guedes Rosa diz ainda que, após analisados os dados do Instituto Regional de Estatística, concluiu que quem nos visita é o turista da classe média alta, que tem alguma cultura ambiental já incutida e que vem à procura do exotismo natural das ilhas.

Este projecto tem o apoio do incentivo Empreende Jovem.

Aqui fica explicita a capacidade de observação 

 

(...)

A embarcação tem um design inovador e futurista que acaba por despertar a curiosidade e a vontade de experimentar.

As suas características fazem com que seja a melhor opção na exploração desta actividade nos Açores. Caracteriza-se por ter um fundo côncavo em acrílico modificado (reduzindo a distorção da imagem) com uma área de observação de cerca de 5 m2 que permite a observação subaquática diurna e nocturna. 

Leia a Reportagem completa na nossa edição de 21 de Janeiro de 2011. 

 

 

 

 

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