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19
janeiro

Próteas – o “ouro” dos Açores

Escrito por  Texto:Maria José Silva/Fotos: Marla Pinheiro e Susana Garcia
Publicado em Reportagem
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As próteas afiguram-se como uma oportunidade de negócio de futuro, podendo mesmo ser consideradas como o próximo “ouro” dos Açores.

Quem o defende é Jaap Stelder, representante da empresa OZ da Holanda, que esteve de visita ao arquipélago para contactar directamente com os produtores.

O director comercial da empresa holandesa, que importa meio milhão de pés de próteas só dos Açores, refere que o preço do transporte aéreo é um problema ao negócio e, em entrevista ao Tribuna das Ilhas, revelou que os operadores estudam as condições de transporte marítimo e a optimização logística que permita colocar as flores açorianas no norte da Europa para a sua reexportação mundial. A cooperativa queixa-se da falta de apoio à exportação internacional.

Para a empresa, criada há cerca de 14 anos, que tem relações comerciais com os Açores há cerca de cinco anos, com negócios estendidos a vários continentes, o interesse não é só comercial: “a nossa empresa não está só interessada em comprar algo que está para venda, queremos também estimular os produtores a criar algo em que acreditamos que é atractivo”.

“O nível de qualidade do produtos açoriano é bom. Está conforme as nossas expectativas. É por isso que estamos concentrados, não só em produzir na África do Sul, ou na América do Sul, mas também para importar da Europa para fazer uso da procura do mercado actualmente”.

As condições climáticas insulares, ressalva, nesse sentido, são importantes: “o clima moderado dos Açores torna o produto muito apelativo”.

Tudo isto e muito mais foi transmitido a um grupo de cerca de duas dezenas de produtores de próteas no Faial, na passada semana, durante uma palestra organizada pela Associação de Agricultores da Ilha do Faial.

Jaap Stelder disse à nossa reportagem que veio aos Açores para falar do negócio e do mercado das flores na Holanda.

Instado a pronunciar-se sobre a importância dos Açores no contexto global da exportação de flores em geral e das próteas em particular, o holandês disse que “importamos flores de todo o mundo e os Açores insere-se numa “janela de produção natural” que nos interessa muito e que preenche a lacuna que temos ao nível das próteas produzidas na África do Sul.”

No Faial existem, neste momento 16 produtores de próteas e o cenário indica que vão aumentar.

No ano passado a Holanda recebeu 3 carregamentos de próteas oriundas da nossa ilha e é pretensão, quer dos empresários holandeses, quer dos produtores faialenses, aumentar esse número. Importa ainda sublinhar que esses 3 carregamentos equivaleram a 36 mil hastes de flores. 

Leia a reportagem completa na nossa edição impressa de Sexta-Feira, dia 21 de Janeiro de 2011.

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