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28
junho

Tradições académicas trazidas até à Horta

Escrito por  Nuno Avelar
Publicado em Local
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No passado fim-de-semana os alunos da Universidade Aberta do pólo da Horta fizeram a sua queima das fitas e bênção dos trajes.

Esta tradição académica decorreu pelas 10h30 na Igreja de Nossa Senhora das Angústias, na presença da Vice-Reitora da Universidade Aberta, Carla Oliveira.

Em conversa com Nuno Pereira, finalista do curso de Línguas Aplicadas, ficámos a saber que existem cerca de 50 alunos do Faial a frequentar a Universidade Aberta. Na queima das fitas vão participar 4 finalistas: Renée Rodrigues, Nuno Pereira, Ana Fatia e Andrea Cardoso.

Na ocasião vão ainda ser benzidos os trajes académicos dos alunos: Nuno Pereira, Renée Rodrigues, Andrea Cardoso, Tânia Reis, Mónica Nunes, Ana Fatia e Fábio Caires.

Nuno Pereira disse ao Tribuna das Ilhas que “estas cerimónias acontecem no Faial fruto da vontade de um grupo de alunos da Universidade Aberta em trazer um pouco das tradições académicas para a sua ilha, afinal, o local onde estudam e frequentam o ensino superior.”

Fundada em 1988, a Universidade Aberta é a única instituição de ensino superior público vocacionada para o ensino a distância. Desde o início, a UAb tem estado orientada para a educação de grandes massas populacionais geograficamente dispersas, tendo-se já proporcionado formação de nível superior a mais de 10 mil estudantes, em 33 países dos cinco continentes, licenciando-se mais de 9 mil estudantes, concedendo-se mais de um milhar de graus de mestre e cerca de uma centena de graus de doutor. 
Pioneira no ensino superior a distância em Portugal, a UAb tem promovido acções relacionadas com a formação superior e a formação contínua, contribuindo igualmente para a divulgação e a expansão da língua e da cultura portuguesas, com especial relevo nos países e comunidades lusófonos.


Ao longo dos 20 anos de existência da UAb, os seus docentes e investigadores têm desenvolvido actividades de investigação científica através da utilização das tecnologias da informação e da comunicação, concebendo e produzindo materiais pedagógicos nas áreas da tecnologia do ensino e da formação a distância, e da comunicação educacional multimédia. 
Com mais de 400 títulos editados, de 3500 horas de produções audiovisuais e de 6000 horas de emissões televisivas, produzidas nos seus estúdios, a UAb tem procurado sobretudo incentivar a apropriação e a autoconstrução de saberes, concebendo e leccionando cursos, formando técnicos e docentes, de acordo com uma filosofia de prestação de serviço público.

A UAb assume como missão fundamental formar estudantes que, por várias razões, não puderam, no seu tempo próprio, encetar ou prosseguir estudos universitários. Por outro lado, a UAb procura corresponder às expectativas de quantos, tendo eventualmente obtido formação superior, desejam reconvertê-la ou actualizá-la; o que significa que, por vocação, tenta ir ao encontro das expectativas de um público adulto, com experiência de vida e normalmente já empenhado no exercício de uma profissão. 

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