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11
maio

MONICET regista observação de cetáceos

Escrito por  Texto:Maria José Silva/Fotos:DR
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Foi apresentado esta semana o projecto MONICET. Trata-se de um  projecto inovador a nível mundial que assenta na observação de cetáceos e registo das observações numa plataforma da internet, acessível a todos.

Este projecto marca o início de uma nova postura de investigação científica. Além de ser pioneiro e inovador, a nível mundial, tem duas características consideradas fundamentais: comprova que os investigadores da UAç estão predispostos a transferir conhecimento científico para as empresas; e que a UAç entende a investigação em contexto empresarial como um novo desafio para os próximos tempos nos Açores.

O projecto MONICET  visa desenvolver uma metodologia padrão para a recolha de dados de avistamentos no mar, a partir das embarcações, e em terra, a partir das vigias; e criar um sítio na internet com ligação dinâmica às base de dados dos avistamentos, para introdução e consulta dos dados pelos participantes no consórcio e para informação ao público em geral.

O projecto MONICET é  baseado num consórcio de 2 companhias (Picos de Aventura e Terra Azul) e um centro de investigação universitário (CIRN), apoiado pelo Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos, e destina-se a estabelecer as metodologias e a criar a infraestrutura necessária para a construção de uma base de dados a longo prazo das observações de cetáceos feitas pelos operadores comerciais nos Açores.

O projecto contempla a criação de uma base de dados online (www.monicet.net) que permite que as informações sobre os avistamentos sejam colocadas na internet para acesso pelos membros do consórcio para fins científicos e de planeamento das actividades comerciais.

Uma parte desses dados estará disponível ao público sob a forma de mapas com a distribuição geográfica das várias espécies e de gráficos com a respectiva abundância. As empresas e os investigadores terão ainda ao seu dispor ferramentas de visualização mais potentes, de forma a melhor planificar a actividade e a contribuir para a conservação dos cetáceos dos Açores.

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