O novo pavilhão desportivo de Castelo Branco, inaugurado terça-feira à noite, é, acima de tudo, “a concretização de um sonho”, no entender de Luís Botelho, presidente da Junta de Freguesia.
Classificado como a maior obra de administração directa de uma junta de freguesia nos últimos anos, o pavilhão custou 600 mil euros.
Foi com uma citação de Fernando Pessoa que Luís Botelho deu o arranque à cerimónia de inauguração novo Pavilhão Desportivo de Castelo Branco, “Deus quer, o homem sonha e a obra nasce”.
O pavilhão desportivo de Castelo Branco custou 600 mil euros, sendo que 400 foram suportados pela Câmara Municipal da Horta e 200 mil pelo Governo Regional. Comporta, para além do campo de jogos, uma sala multiusos, uma sala para desportos de combate e tem ainda capacidade para se transformar num centro de estágio.
A cerimónia realizou-se terça-feira e contou, para além dos discursos habituais, com a realização de um jogo de voleibol, demonstrações de karaté, futsal e dança.
Com o pavilhão cheio de albicastrenses, Luís Botelho, presidente da Junta de Freguesia, destacou na sua intervenção, o esforço feito por várias entidades e empresas para que o Pavilhão se tornasse realidade, “este é um marco histórico para a freguesia e para a ilha. Com o pavilhão criamos condições para que toda a gente possa ter um acesso digno à actividade desportiva e não só”. O presidente da Junta salientou também que, apesar de todos os percalços, atrasos e críticas, “este pavilhão será de todos os clubes que o saibam aproveitar.”
O presidente da Câmara Municipal da Horta, uma das entidades patrocinadoras do novo Pavilhão, destacou o facto desta ter sido uma obra de administração directa, salientando que deverá servir de exemplo para as outras juntas de freguesia.
“Este polidesportivo incrementa em muito a oferta infraestrutural para a prática desportiva no Faial e vem colmatar uma lacuna em termos de parque desportivo local” – adiantou João Castro.
A Secretária Regional da Educação e Formação, por sua vez, destacou a dedicação e empenhamento dos órgãos de freguesia de Castelo Branco, salientando que o momento de inauguração de um pavilhão desportivo como o que foi construído nesta freguesia é “ a prova de capacidade de concretização de projectos para o bem comum como sinal positivo da capacidade de entendimento e de junção de forças de todas as partes. Do Governo, das autarquias, dos clubes, das associações, dos atletas, dos dirigentes desportivos.”
Cláudia Cardoso adiantou também que o Governo regional não está “em condições de iniciar a construção aqui no Faial, do estádio Mário Lino”, porque “há coisas mas importantes para fazer porque reorientámos as nossas prioridades”.