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04
outubro

“De Vinho e vida poemas” de Gilberto Carvalho

Escrito por  Texto:Maria José Silva/Fotos: Susana Garcia
Publicado em Local
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O vinho  (do grego antigo oínos, através do latim v?num, que tanto podem significar "vinho" como "videira") possui uma longa história que remonta pelo menos a aproximadamente 6 000 a.C., pensando-se que tenha tido origem nos actuais territórios da Geórgia ou do Irã. O vinho tem desempenhado um papel importante em várias religiões desde tempos antigos. O deus grego Dioniso e o deus romano Baco representavam o vinho, e ainda hoje o vinho tem um papel central em cerimónias religiosas cristãs e judaicas.
Hoje, foi o mote para o livro de poemas que Gilberto Carvalho, de origens faialenses, mas brasileiro de berço, lançou na cidade da Horta, berço de sua tetravó.


“De vinho e vida poemas” é o nome do livro de Gilberto Carvalho que foi apresentado ao público na segunda-feira, num lançamento em “primeira mão”, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, ao que se seguirá Lisboa e, por daqui a um mês no Brasil.
“É um livro de poemas reunidos durante uma vida inteira em função de consequências do dia-a-dia, de vivências de trabalho, de amores e de amores, enfim, de circunstâncias do quotidiano onde o vinho está sempre presente” , foi assim que Gilberto Carvalho apresentou o livro a Tribuna das Ilhas, antes mesmo da cerimónia de lançamento oficial.
Jornalista de profissão, especializado em questões culturais, o autor defende que “não se pode conceber o homem desde o início da história da humanidade sem a presença do vinho. O vinho é a única bebida sempre presente na vida humana. Não é por acaso que nas Bodas de Canã Jesus não multiplicou água, e muito menos coca-cola, multiplicou vinho”.
Em “De vinho e vida poemas” este autor resume o seu quotidiano a vinho e dedica ainda um capítulo à sua família açoriana.
“A minha avó era da freguesia dos Cedros e por volta do ano 1800 foi até Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, onde, já casada com meu avô de Vila Nova de Famalicão, deram origem a municípios e freguesias, hoje formadores da fronteira oeste de Rio Grande do Sul” – explica.
A escolha do Faial para lançar o livro em primeira mão partiu como forma de homenagear os seus antepassados. Gilberto diz que “é um regresso às origens, uma homenagem.”
No Brasil esta obra vai ser lançada na Feira Mundial do Livro de Porto Alegre, a maior feira literária a céu aberto no mundo com 5quilometros quadrados de livros à disposição.
“De vinho e vida poemas” é a quarta obra de Gilberto Carvalho, sendo o seu terceiro livro, uma vez que uma das suas obras se trata de uma compilação de fotos com poemas.  
Poesia e a temática regional são outras das características deste escritor/poeta. Assume-se como um apaixonado por poesia, “já nasci escrevendo poesia”, diz Gilberto que acrescenta “poesia e música são as minhas duas paixões. Tenho mais de 50 temas gravados em festivais de música regional brasileira, o que me agrada imenso”.
Depois de já ter passado por redacções de jornais e emissoras de rádio e televisão, Gilberto Carvalho dedica-se, neste momento, a pesquisa e produção cultural.
“De vinho e vida poemas” tem prefácio do contista Alci José de Vargas Cheuiche, conta ainda com uma observação jornalística de Danilo Ucha. As ilustrações são da autoria de Graça Tirelli, artista plástica que, pelo terceiro ano consecutivo faz parte do catálogo mundial de artistas plásticos.



Projecto futuro
Na forja Gilberto Carvalho tem outro trabalho que o trará novamente ao Faial. Trata-se de um livro sobre a origem e trajectória da família Carvalho dos Açores para o Brasil.
“Estamos hoje na quinta geração e somos hoje formadores da base de pelo menos 6 grandes cidades da fronteira oeste, onde, aliás, predominam a agricultura e a pecuária, sustentáculos da economia do Sul do Brasil. Esta pesquisa, em função da minha família, com origem em Custódia Maria de Jesus Jacques, minha tetravó, ocupará o meu tempo durante o próximo ano, data em que devo lançar o livro” – adianta Gilberto Carvalho que revela nunca ter estado no Faial antes de corpo e alma, só virtualmente.
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