Foi inaugurada na passada terça-feira a primeira casa de passantes da Polícia de Segurança pública na Horta. Trata-se da segunda casa do género na Região, tendo a primeira sido inaugurada em Ponta Delgada. De acordo com o Comissário Eduardo Alberto, responsável pela área social dos Serviços Sociais da PSP, já existem várias casas deste tipo um pouco por todo o país, que servem para albergar provisoriamente agentes e familiares, por motivos de saúde, trabalho ou lazer.
Segundo o responsável, esta é uma forma de conferir utilidade a algumas casas que progressivamente vão sendo deixadas vagas por agentes da PSP, e que desta forma são preparadas para albergar agentes que se desloquem para fora da sua área de residência, por um período provisório de tempo. A prioridade vai para as deslocações por motivos de saúde, seguindo-se as viagens em serviço e, finalmente, viagens de turismo e lazer.
Eduardo Alberto explica que os objectivos da PSP no que diz respeito aos serviços sociais passam por alargar estas valências a outras ilhas do arquipélago. O Comissário frisa que “a capacidade hoteleira nas ilhas é cara e, por vezes, diminuta”. “O objectivo não é concorrer com o sector hoteleiro, mas permitir aos polícias, por exemplo, que possam ir de férias” a custos mais reduzidos.
CASA DE PASSANTES A valência ficou instalada no bloco de apartamentos da PSP