
Arranca em Janeiro a primeira fase de testes a animais de profundidade dos Açores para aferir se podem ou não ajudar no combate à malária.
A notícia foi avançada pelo IMAR – Instituto de Mar dos Açores – e revela ainda que estes testes surgem na sequência de um estudo que já começou há um ano a esta parte no Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores.
Este estudo envolve, de acordo com o Comunicado de Imprensa, ouriços, estrelas do mar, corais, esponjas e outros animais invertebrados que, após capturados, são analisados nos laboratórios de química do DOP.
Este trabalho é desenvolvido em parceria com o Centro de Malária e Doenças Tropicais de Lisboa sendo que neste momento vão ser testados os primeiros 8 extractos.
Desde o início do projecto até agora foram recolhidos e conservados mais de 60 animais mas, “devido à falta de financiamento apenas cerca de 20 foram extraídos e só uma parte destes pode ser testada” – referem.
De registar ainda que este projecto, que decorre no âmbito do programa de doutoramento de Sílvia Lino, prevê também testes para o cancro.