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09
agosto

Legislativas 2012 - Graça Silveira preocupada com funcionamento dos Cuidados Continuados e Paliativos no Faial

Escrito por  Susana Garcia
Publicado em Local
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A cabeça de lista do CDS-PP pelo Faial às eleições de 14 de Outubro, Graça Silveira, visitou na tarde de ontem as instalações da Santa Casa da Misericórdia da Horta, com destaque o Centro de Cuidados Continuados da instituição.

Depois de ter reunido com o Provedor da Misericórdia da Horta, Eduardo Caetano, a candidata mostrou a sua preocupação com a “questão do envelhecimento” associado ao “aparecimento de doenças degenerativas prolongadas” que, na maioria dos casos, levam a uma perda de autonomia e, consequentemente, à necessidade de institucionalizar os idosos.

Graça Silveira salientou a importância das Misericórdias na prestação de cuidados continuados, no entanto considera que devia haver maior articulação entre os Cuidados Paliativos, o apoio domiciliário e a Santa Casa da Misericórdia.

“Na Região, a realidade é que em termos institucionais não existe efectivamente uma resposta ao nível dos Cuidados Continuados”, disse acrescentando que, no caso do Faial, “foi nomeada há mais de um ano uma equipa de cuidados paliativos no Hospital da Horta, que, no entanto, é totalmente inoperacional”.

Para candidata, e tendo em conta que o Governo Regional já investiu na formação desta equipa, “seria de todo o interesse” que a mesma passasse a “assegurar os cuidados paliativos no Hospital”. Seria uma equipa hospitalar, a prestar apoio “ao nível do serviço de oncologia e que pudesse funcionar de uma forma articulada com a Misericórdia da Horta, que tem equipas de cuidados continuados”, explicou.

Graça Silveira lembrou que os cuidados continuados e paliativos sempre foram uma preocupação do CDS-PP: “desde 2006 que foi implementada a Rede Nacional dos Cuidados Continuados Integrados”, nos quais as Misericórdias participam, prestando apoio às pessoas que, por motivos de doença, não podem ficar no seu domicílio e necessitam de ser institucionalizadas. De acordo com a candidata, o principal objectivo destes serviços “é a recuperação e, na melhor das hipóteses, fazer com que a pessoa possa ser integrada no seu ambiente familiar e voltar a ser activa”. Graça lembra, no entanto, que “os índices de recuperação são muito baixos” o que faz com que o número de vagas nos Cuidados Continuados seja limitado.

 “Hoje em dia, há um senso comum de que as pessoas não devem morrer no hospital”, refere, considerando que “é possível morrer em casa se houver um bom apoio ao nível dos cuidados paliativos”. 

De acordo com a candidata, “existem vários estudos que provam que os cuidados continuados e paliativos permitem uma poupança ao Serviço Regional de Saúde de 2 a 4 mil euros, por doente em cada ano”.

Lembrando que “esta é uma altura crítica” para a Saúde na Região, tendo em conta a sua actual situação financeira, Graça entende que as “Misericórdias não fogem a essa situação”. “O Serviço Regional de Saúde não paga à Misericórdia da Horta desde Novembro de 2007”, referiu.

 

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