O Governo Regional decidiu manter as fundações da Região em actividade, bem como os seus estatutos de utilidade pública e apoios financeiros.
A decisão, formalizada num despacho dado a conhecer a Lisboa, vem na sequência da lei da República que determinou a realização de um censo dirigido às fundações, com vista a avaliar a relação custo/benefício e a viabilidade financeira das mesmas, decidindo sobre a sua manutenção ou extinção. No âmbito deste censo, o Governo da República propôs Região a extinção da Fundação Gaspar Frutuoso, a redução dos apoios à Fundação Engenheiro José Cordeiro e o cancelamento do estatuto de utilidade pública da Fundação Rebikoff-Niggeler, no Faial. Sendo assim, nenhuma destas propostas foi acatada pelo Governo dos Açores, que alega que as referidas fundações têm contribuído para a “projecção internacional” da Região, através da investigação em áreas que vão desde a inovação tecnológica à biodiversidade, passando pelas questões do ambiente.