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25
setembro

Incêndio nos Flamengos destrói anexo e viatura

Escrito por  Nuno Avelar
Publicado em Local
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Um incêndio consumiu na manhã de domingo um anexo a uma habitação e uma viatura no sítio da Lomba da Cruz do Bravo na freguesia dos Flamengos.

Sem que se tenham verificado feridos, os danos foram essencialmente materiais e na origem do mesmo terá estado um curto-circuito.

No entanto, Nuno Borges, proprietário do anexo que foi completamente danificado pelas chamas, diz que “era neste anexo, construído em material pré-fabricado, que tinha o meu escritório montado, o cofre com o dinheiro da empresa e todo o equipamento electrónico e informático.”

Os danos ainda não foram contabilizados mas, de acordo com Nuno Borges, “foram deveras elevados porque ardeu também o carro da minha esposa”.

Nuno Borges teceu igualmente duras críticas à prestação dos bombeiros que, no seu entender, demoraram quase 30 minutos até que começassem a combater efectivamente o incêndio.

De acordo com Nuno Borges, a primeira chamada foi feita as 08h56, através do 112. Às 09h10 foi feita a segunda chamada, igualmente através do 112 uma vez que os bombeiros ainda não tinham chegado. O primeiro carro chegou à Lomba da Cruz do Bravo às 09h32.

“É inadmissível que dez minutos depois de estarem no local os bombeiros ainda não tivessem posto as mangueiras a funcionar. Tiveram que trocar de viatura porque não conseguiam manobrar o primeiro carro” – frisa.

Nuno Borges mostrou ainda a sua indignação pelo facto de “a 10 metros da sua casa existir uma boca-de-incêndio que não tem capacidade para as mangueiras que os bombeiros usam, ou seja, não estão lá a fazer nada”.

Ao Tribuna das Ilhas o lesado afirmou que “caso tivessem chegado mais cedo, estou convencido de que o carro da minha esposa não tinha ardido”.

Este semanário contactou ainda Álvaro Melo, comandante da Associação Humanitária de Bombeiros Faialenses que nos disse que “com todo o respeito pela pessoa em causa, tenho que dizer que os bombeiros agiram com toda a prontidão”.

Álvaro Melo rejeita a acusação de que os soldados da paz tenham sido, em algum momento, negligentes e relata “recebemos a mensagem através do 112 às 08h59, ou seja, 3 minutos depois da participação e, às 09h10 já tínhamos reunido o pessoal e tínhamos uma viatura a subir a Lomba. Eu cheguei ao local as 09h12 e, posso afirmar com toda a certeza, de que às 09h20 o incêndio estava dado como extinto”.

Sobre as criticas relacionadas com a manobralidade do auto tanque, Álvaro Melo diz que “isso não corresponde à verdade pois trabalhamos sempre com o mesmo pronto socorro médio 3.Oo que se passou foi que optamos por outro sistema de combate a incêndio,  uma vez que o pré-fabricado já estava completamente destruído". 

“O carro não estava dentro da barraca, estava cá fora e os vidros rebentaram devido ao calor, pelo que já não pudemos fazer nada para evitar isso” – esclarece.

 No que diz respeito à boca de incêndio do local, Álvaro Melo diz que “não estava devidamente operacional porque foram feitas obras indevidamente no muro onde está implantada. Estava cheia de cimento, mas mesmo assim as viaturas em causa foram todas abastecidas através da mesma", remata. 

 

 

 

 

 

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