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02
outubro

CDS PP quer criar uma bolsa de terrenos para arrendamento

Escrito por  Nuno Avelar
Publicado em Local
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“Neste momento o Faial tem um problema gravíssimo no que diz respeito à balança comercial alimentar. Nós importamos praticamente tudo aquilo que consumimos, e é fundamental tentar equilibrar essa balança e nesse sentido temos que apostar, de uma forma séria, na agricultura” - a afirmação é de Graça Silveira e foi proferida esta manhã no decorrer de uma acção de campanha eleitoral que consistiu na visita à empresa Pomar do Atântico. 

No entender da candidata do CDS-PP, a única forma do Faial conseguir ter na agricultura um sector económico forte é apostar em projectos inovadores, modernizar a agricultura e premiar quem trabalha. 

Graça Silveira é de opinião de que “existem vários problemas que não estão a deixar a agricultura no Faial se desenvolver, apesar do Faial ser uma ilha ser uma ilha com excelentes condições e jovens motivados para o sector.”

Graça Silveira referiu-se em particular a Emanuel Silva da empresa Pomar do Atlântico que tem entre mãos um projecto novo, denominado “Cultivar de Fresco”  que se propunha a fazer a cultura de cogumelos no Faial e que está há dois anos aprovado, mas que não avança porque todos os meses são pedidos novos documentos, ou seja, a burocracia dificulta a execução das coisas.

A candidata popular propõe a criação de uma bolsa de terrenos para arrendamento, “o arrendamento não é fácil porque não há terrenos disponíveis. Julgo ser de todo importante criar esta bolsa para que os jovens agricultores possam saber quais terrenos os que estão disponíveis.”

Outro dos aspectos que a candidata popular quer introduzir prende-se com um exemplo que vem dos Estados Unidos da América e que está relacionado com uma agricultura de proximidade.

“As pessoas devem consumir perto do local onde os produtos são produzidos. Esta é uma garantia de que os alimentos não são adulterados, não são impregnados de conservantes e, para além disso, há um corte substancial nos custos para o consumidor directo, bem como, uma protecção do ambiente, na medida em que, ao não fazer grandes transportes de alimentos por avião, estamos a promover a diminuição das emissões de carbono” - adianta, dizendo ainda que “a região tem todas as condições para apostar numa agricultura de proximidade”. 

 

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