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31
outubro

Conselho de Ilha do Faial quer que Governo ouça instituições sobre segunda fase da obra do Porto

Escrito por  Marla Pinheiro
Publicado em Local
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O Conselho de Ilha (CI) do Faial reuniu na tarde de ontem para voltar a fazer uma análise dos investimentos reivindicados para a ilha, de modo a remeter um documento com essa informação ao novo presidente do Governo Regional.

Uma vez que a última lista de reivindicações elaborada por este órgão foi feita na reunião de Maio passado, não houve lugar a grandes alterações no documento que será enviado a Vasco Cordeiro. Apenas a reabilitação da estrada Capelo(Vulcão)/Praia do Norte deixou de estar entre os investimentos reivindicados para passar a constar da lista das obras em curso e a primeira fase da reabilitação da frente marítima da Horta passou para a lista dos investimentos já concluídos.

Assim, o CI do Faial lembra ao Governo Regional que a ilha carece de investimentos estruturantes como a ampliação da pista do Aeroporto, a segunda fase da Variante à cidade, a construção do Campo de Golfe e do estádio Mário Lino ou a reabilitação de estradas regionais, como os troços Largo Jaime de Melo/Alto da Ribeira do Cabo ou Largo Jaime de Melo/Ribeira Funda. Também a criação de uma Pousada da Juventude e a recuperação da Igreja de São Francisco e das Termas do Varadouro integram a lista, assim como a continuação da obra de requalificação da frente marítima, o novo quartel dos bombeiros e o saneamento básico da cidade.

Por sugestão do conselheiro Luís Bruno, o CI vai anexar a esta elencagem um documento em que chama a atenção do futuro Governo para a necessidade da “continuidade imediata” da obra de requalificação da frente marítima. Para Luís Bruno, a segunda fase da intervenção no porto da Horta deve ser uma prioridade e o Conselho de Ilha deve certificar-se de que não acontece o mesmo que aconteceu com a Variante, obra cuja segunda fase continua sem data de arranque. O texto recorda ainda as intervenções esperadas nesta segunda fase, como a ampliação da marina, a criação de uma área para o sector das pescas, o melhoramento das condições para as empresas marítimo-turísticas, uma zona de varagem para reparação de embarcações ou o melhoramento das instalações do Clube Naval da Horta (CNH).

No texto enviado pelo CI ao novo Governo consta também uma recomendação para que sejam ouvidas as instituições e associações cujas actividades serão influenciadas pela intervenção na zona sul da baía. A sugestão foi deixada por Jorge Costa Pereira, que entende que o Governo Regional deve “atempada e obrigatoriamente” ouvir as opiniões e sugestões dos pescadores, dos operadores marítimo-turísticos, do CNH, entre outras, de modo a que estas possam ser tidas em conta na elaboração do projecto. O presidente da Assembleia Municipal da Horta pretende assim que, nesta nova fase da obra, “não existam erros” como aconteceu na primeira.

Falta investimento reprodutivo ao Faial

  Quem o diz é Carlos Faria, que chamou a atenção para o facto da maioria dos investimentos reivindicados serem “infra-estruturas de bem-estar social” que, depois de concluídas, não têm grande impacto na dinamização da economia da ilha. Para o conselheiro, é tempo do CI do Faial pensar em projectos para a ilha que permitam galvanizar o seu tecido económico, projecto esses que, ressalva, não têm necessariamente de ser infra-estruturas. Faria foi secundado nesta posição por António Ávila, representante dos agricultores, que considerou o Matadouro da Horta um exemplo de investimento reprodutivo que, na sua opinião, deve ser a prioridade para o Faial na legislatura que agora arrancará. O projecto do Matadouro, recorde-se, já foi apresentado. Com um prazo de execução de 12 meses, a obra não foi ainda, no entanto, adjudicada.

Por sua vez, Humberto Goulart, presidente da Câmara do Comércio e Indústria da Horta, chamou a atenção para o que entende ser a necessidade de preservar a dinâmica da cidade quando se fizerem modificações em algumas infra-estruturas. O representante dos empresários teme um esvaziamento da cidade, e dá como exemplo a nova escola secundária que, entende, deveria ter mantido a sua antiga localização.

 

 

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