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15
novembro

União dos Sindicatos da Horta promove concentração contra a continuação das políticas de austeridade

Escrito por  Maria José Silva
Publicado em Reportagem
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Durante a tarde de ontem, dia 14 de Novembro, a  União dos Sindicatos da Horta  promoveu uma  concentração contra a continuação das políticas de austeridade que se fazem sentir no país.

Naquele que foi um dia de greve geral em todo o país os sindicalistas quiseram reforçar a sua posição ao realizar esta concentração e posterior caminhada até à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores onde entregaram uma resolução aprovada por unanimidade na concentração.

De acordo com João Decq Motta, a “Greve Geral que hoje está a ser realizada nas empresas do sector privado, nos serviços da Administração Pública Central, Regional e Local e nas empresas do Sector Empresarial do Estado constitui uma das mais importantes jornadas de luta realizada em Portugal depois do 25 de Abril e ficará para sempre inscrita na história da luta dos trabalhadores e do povo português, como uma poderosa resposta à brutal ofensiva que o Governo do PSD/Passos Coelho e do CDS/Paulo Portas tem vindo a desenvolver contra os trabalhadores, os reformados e pensionistas, as camadas mais desfavorecidas da população.”

No documento entregue na ALRAA os trabalhadores mostram que não se resignam, que rejeitam a política de desastre nacional e que estão firmemente determinados a prosseguir o combate contra a austeridade que tem infernizado a vida dos portugueses e que, agora, consubstanciada nas medidas constantes do Orçamento de Estado, representa mais recessão e retrocesso social, com desvalorização social do trabalho e destruição das funções sociais do Estado, num claro desrespeito pela Constituição da República Portuguesa.”

João Decq Motta referiu ainda que  luta prosseguirá,  “pelo aumento dos salários, a defesa dos direitos e da negociação colectiva, contra o pacote da exploração e empobrecimento, o trabalho forçado e todas as medidas de retrocesso social e civilizacional que o governo e o patronato querem impor a quem trabalha.”









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