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20
novembro

Campanha Limpa (a) Fundo existe há 12 anos

Escrito por  Marla Pinheiro
Publicado em Local
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Foi há 12 anos que nasceu a Campanha Limpa (a) Fundo no Faial, com o objectivo de retirar lixo do fundo da baía da Horta, sensibilizando ao mesmo tempo a comunidade para a importância de manter o mar limpo. Na altura, coube ao Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores e à Câmara Municipal da Horta dar o mote à iniciativa, que foi ganhando força e voluntários a cada ano.

No passado sábado, coube ao Observatório do Mar dos Açores (OMA) e à Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores (APEDA) dar o mote a esta acção, que reuniu dezenas de voluntários no Porto da Horta.

De acordo com Raquel Martins, da APEDA, esta associação decidiu aliar-se à iniciativa para mostrar que os pescadores estão cada vez mais sensíveis à importância de manter o mar limpo. Alguns dos resíduos mais perigosos que se podem encontrar no fundo do mar resultam precisamente da actividade piscatória, como é o caso dos restos das linhas dos aparelhos utilizados. Raquel entende que, actualmente, são cada vez mais raros os pescadores que deixam este tipo de resíduos no mar.

Por sua vez, Carla Gomes, do OMA, explicou que o objectivo da campanha passa por chegar a públicos alargados e diferenciados, não apenas aos pescadores mas também aos operadores marítimo-turísticos, às crianças e à população em geral. As crianças são um dos públicos nos quais o OMA mais tem apostado no que diz respeito à sensibilização ambiental e esta campanha contou inclusive com a participação de uma turma da Escola Básica António José D’Ávila. Carla destaca a importância do trabalho alargado com estas crianças, que não se fica pela participação nesta acção, continuando depois na sala de aulas, com os professores.

Este ano o OMA pretende implementar um sistema de avaliação que permita monitorizar a evolução da poluição no fundo da baía até à próxima acção de limpeza. Apesar de não ser ainda possível quantificar essa evolução, o que se pode afirmar com certezas, segundo Carla, é que o número de voluntários a participar nesta acção é cada vez maior, assim como o número de instituição disponíveis para a criação de parcerias. 

 

 

 

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