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07
fevereiro

CGTP afirma que o governo pode atenuar o impacto negativo da austeridade com aumento do salário mínimo nacional

Escrito por  Mónica Pimentel
Publicado em Local
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O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, visitou esta semana os Açores. Durante a sua estadia no Faial aproveitou para visitar o Hospital e o Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP).

De acordo com Arménio Carlos, “neste momento os portugueses já são aqueles que em média na União Europeia têm maiores encargos com os serviços de saúde e simultaneamente são aqueles que continuam a pagar os impostos mais elevados”, salientando que cada vez que se frequenta um serviço de saúde “já não se paga apenas uma taxa, paga-se uma taxa de entrada e depois uma taxa por cada exame que se faz”.

Desta forma, é necessário que o Serviço Nacional de Saúde “tenha qualidade e que tenha uma resposta direta sobretudo com a parte preventiva.”. O secretário-geral da CGTP lembrou que a prevenção da saúde é indispensável para a qualidade de vida das pessoas mas também para o desenvolvimento económico e social do país, “porque quanto mais se apostar na prevenção menos se gasta naquilo que é a cura da doença”, disse.

Arménio Carlos criticou o governo em vários aspetos, nomeadamente em relação ao salário mínimo nacional. “O governo regional tem a oportunidade para minimizar os impactos negativos que estas políticas estão a ter, aumentando o salário mínimo nacional e tendo em consideração a proposta da CGTP Açores que prevê que o salário mínimo nacional tenha um acréscimo de 7,5%”.

Na opinião do líder da CGTP, o aumento dos salários poderia levar a mais poder de compra o que se corresponderia a mais negócio para as empresas e a mais vendas, levando a um aumento das receitas fiscais, “o que não tem acontecido”, realçou.

Relativamente ao DOP, Arménio Carlos afirmou que “não se deve continuar a insistir a manter pessoas eternamente numa situação de bolseiras, porque são pessoas que estão claramente prejudicadas”, salientando que é necessário “uma perspetiva e um olhar em frente sobre a importância da investigação associada quer à região e ao desenvolvimento da região quer também no que respeita os direitos das pessoas”.

No final das declarações aos jornalistas, o secretário-geral alertou que é importante haver “uma mudança política que respeite as pessoas. A economia tem que estar ao serviço das pessoas”.

 

 

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