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20
agosto

Feteira assinala VI Dia da Freguesia reivindicando intervenção no porto

Escrito por  Nuno Avelar
Publicado em Local
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g Pelo VI ano consecutivo a Feteira comemorou o seu Dia da Freguesia cujo principal propósito passa por honrar a alma feteirense e a memória de todos quantos investiram, das mais variadas formas, no desenvolvimento da  Freguesia.

O Dia da Freguesia do Divino Espirito Santo e da Senhora de Lourdes foi, como em anos anteriores,  uma oportunidade de reflexão das atividades desenvolvidas pela Junta de Freguesia e uma tentativa de  elucidar todos sobre o pulsar e anseios da Feteira.

A sessão solene decorreu, como é hábito na Igreja do Divino Espírito Santo e foi antecedida pelo Hino da Freguesia tocado pela Lira e Progresso Feteirense. 

Eduardo Pereira, presidente da Junta de freguesia foi o primeiro a usar da palavra e elencou as obras desenvolvidas durante os últimos anos do seu mandato, destacando os apoios às instituições culturais, sociais, recreativas e desportivas da freguesia.

O autarca defendeu ainda uma maior atenção no que diz respeito aos caminhos municipais da freguesia, mas o maior enfoque foi colocado na questão do Porto da Feteira, “fizemos desassoreamento do fundo do nosso porto, colocámos duas escadas de acesso ao mar e um corrimão para apoio na zona da rampa. O nosso porto merece uma intervenção maior”. 

A Feteira, localizada junto à costa marítima, teve desde sempre uma grande ligação ao mar, tendo a pesca sido, em tempos, uma actividade também relevante, no entanto, a dureza dessa vida e as poucas condições, apesar da construção de um porto, levaram à diminuição desta actividade.

Perante esta relevância histórica, é  intenção da junta ver incluído no próximo orçamento para 2014 uma intervenção no Porto da Feteira por forma a torná-lo “mais operacional e seguro.”

Outros projetos para candidatura ao Prorural estão na calha a aguardar a abertura do novo quadro como a construção de mais 3 poços subterrâneos de grandes dimensões na Rua do Algar, aquisição de palco para a Junta e as instituições desta freguesia possam realizar as suas festas com menores encargos, aquisição de cadeiral para as instalações da nossa filarmónica e para as atuações no exterior, recuperação de moinhos e Livro da Freguesia para o qual já efetuámos diversos contatos.

O ansiado Polivalente da Feteira também mereceu uma nota durante esta sessão, uma vez que a pretensão é de que seja um “ local que albergue as nossas instituições, onde possamos promover as nossas festas e eventos culturais, onde possam funcionar serviços de apoio”, um processo que já conheceu vários contornos e que, conforme explicou Eduardo Pereira “nos últimos 20 anos nunca a Freguesia da Feteira teve este processo de construção do seu polivalente tão avançado como agora.”

“Não negando que eventualmente fosse possível fazer algo mais ou de forma diferente a verdade é que este executivo da Junta de Freguesia está de consciência tranquila em como realizou o melhor que podia em prol do desenvolvimento da nossa Feteira. O diagnóstico e levantamento de grande parte das necessidades da nossa Freguesia deve ser do conhecimento de todos e todos tem o dever de contribuir para este processo de informação das necessidades e pugnar pela sua execução prática” - referiu. 

Jorge Costa Pereira, presidente da Assembleia Municipal da Horta destacou, durante a sua intervenção, o papel que as freguesias assumem no contexto do poder local. 

O Vice-presidente da Câmara Municipal da Horta, José Leonardo Silva, também destacou a importância da comemoração desta data e, respondendo ao repto do presidente da junta adiantou que vai ser assinado, ainda este ano, um contrato ARAAL no valor de 100 mil euros para arrancar com o polivalente. 

Também o diretor regional das Pescas, Luís Costa, avançou que é pretensão do Governo Regional promover o investimento nas freguesias e deixou no ar o compromisso de procurar uma solução para o porto. 

Durante esta cerimónia foram homenagedas três individualidades da freguesia (ver caixa). 

A noite terminou com os sons do Horta, Mar e Fado e do Grupo Coral da Feteira. 

O Dia da Freguesia decorre, como é apanágio, integrado nos festejos comemorativos da padroeira Nossa Senhora de Lurdes. 

 
HOMENAGEADOS
 
Foram homenageados nesta sexta edição do Dia da Freguesia da Feteira três individualidades: Delfim Vargas, José Eduardo Pires e Hernâni Carvalho.
Delfim Alberto de Vargas Garcia, nasceu a 24/12/1947 na Freguesia da Feteira, ilha do Faial. Iniciou-se no mercado de trabalho aos 15 anos a britar pedra à mão, trabalhou nos Serviços Florestais a arrancar lenha e plantar criptomérias e como pedreiro. Aos 18 anos tornou-se Encarregado Geral da SOFACOL.
Quando regressou do serviço militar constituiu sociedade com o cunhado José Leonildo Luna na área da construção civil e aos 25 anos formou a sua empresa em instalações cedidas pelo Forno da Cal com a atividade de Fabrico de Caixilharia em PVC. Em 1972 mudou-se para instalações próprias na zona de Santa Bárbara onde derivou a sua atividade para a caixilharia em alumínio e posteriormente abriu a área comercial em materiais de construção.
Neste momento conta com cerca de 30 funcionários no Faial e sucursais de Sacavém no continente Português e Madalena do Pico.
Hernâni Brandão Carvalho nasceu a 16/11/1953 na freguesia da Feteira. Aos 16 anos de idade, iniciou a sua atividade profissional, na área do pequeno comércio, onde trabalhou por conta de outrem. Em 1978 iniciou um novo ciclo da vida profissional com a aquisição da taberna e mercearia onde havia trabalhado anteriormente localizadas na Travessa de São Pedro, o rés-do-chão do edifício da sua posterior residência. 
O estabelecimento comercial que é proprietário na companhia da esposa tem sido ao longo destes anos um importante apoio na proximidade da população daquela zona da freguesia, disponibilizando a esta o abastecimento dos mais variados produtos e constituindo um ponto de encontro de amigos que se cruzam para tomar um copo ou para o convívio de um jogo de cartas ou de bilro. 
José Eduardo Pires, nasceu a 30/01/1957 na Freguesia dos Flamengos e iniciou-se no mercado de trabalho aos 13 anos de idade como tratador de animais.
Após o sismo de 1973 foi trabalhar como servente de pedreiro para as Obras Públicas e em 1980 constituiu mesmo sociedade com Renato Tiriri na área da construção civil que durou até 1984 ano em que constituiu a sua própria empresa de Construção Civil.
Neste momento a sua empresa conta com 28 trabalhadores no Faial e Pico.
 
 
 
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