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02
setembro

Mau cheiro dos contentores discutido em reunião de Câmara

Escrito por  Mónica Pimentel
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Realizou-se na passada quinta-feira a reunião pública de agosto da Câmara Municipal da Horta (CMH).

O primeiro ponto a merecer mais destaque foi o pedido de apoio a situações de catástrofe. De acordo com o vice-presidente da CMH, o munícipe pediu um apoio à habitação no valor de 1000 euros para adquirir portas. Entretanto, a habitação em questão sofreu um incêndio e o munícipe pediu que esse apoio fosse alterado para situação de catástrofe. O pedido foi aprovado com quatro votos a favor e duas abstenções por parte dos vereadores sociais-democratas.

Outro dos pontos que gerou alguma polémica foi o requerimento da Associação de Socorros Mútuos e Beneficência do Espírito Santo das Encruzilhadas de Pedro Miguel a solicitar autorização e isenção de taxas para realização de tourada no passado dia 24 de agosto.

José Leonardo Silva adiantou que esta associação “terá que pagar uma sobretaxa, porque o pedido não entrou a tempo”.

O vereador Paulo Oliveira salientou que numa altura em que existem inúmeras instituições de defesa dos animais, lamenta “que ainda se brinque à custa dos animais”, que esta situação transmite “um triste cartaz turístico” e, desta forma, “deve ser um passo a ultrapassar”.

Alzira Silva, vereadora socialista, frisou que esta situação “foi uma brincadeira” e não houve maltratos dos animais, opinião partilhada também por Rosa Dart, vereadora social-democrata.

Este pedido foi aprovado com uma abstenção do vereador Paulo Oliveira.

 

Rosa Dart avançou com o problema da recolha do lixo e mau cheiro

Rosa Dart levantou o problema da recolha de resíduos e consequentemente do mau cheiro que os contentores e carros de transporte têm.

“Verificamos todos os dias a situação e temos feito um esforço para lavar e substituir contentores”, afirmou o vice-presidente da CMH, realçando que durante os meses de verão “há uma intensificação da recolha, uma vez que existe maior número de resíduos”.

“Tem havido uma atenção especial e um grande esforço de gestão desta área”, referiu José Leonardo Silva.

 

Obras no bairro Mouzinho de Albuquerque

Relativamente ao concurso público para a empreitada de abastecimento de água, recolha e tratamento de águas residuais e pluviais do bairro Mouzinho de Albuquerque, a obra foi adjudicada à empresa Tecnovia.

O processo, depois de aprovado pelo Pro-convergência e Tribunal de Contas, terá um tempo de execução de cerca de 12 meses e um valor de 698 mil euros.

 

 

 

 

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