Há 19 anos os arquitetos Paulo Oliveira e Martins Naia lançavam-se à aventura na área do turismo, com a criação da unidade de alojamento local Hospedaria VerdeMar. Sem experiência na área, a ideia surgiu das dificuldades que sentiam ao viajar com os filhos pequenos. O empreendimento deu frutos e os empresários aumentaram a fasquia ao inaugurar, em 2002, os apartamentos turísticos VerdeMar, de 4 estrelas. Foi esta unidade que lhes valeu o Guest Reviews Awards 2012 atribuído pelo maior operador mundial de vendas on-line, a Booking.com, que disponibiliza vendas para mais de 350 mil hotéis em todo o mundo.
O Guest Reviews Awards é atribuído pela Booking às unidades que tiverem uma média de mais de 8 pontos (de 0 a 10) na avaliação feita pelos clientes após a sua estadia. De entre as mais de 150 unidades açorianas que marcam presença na Booking, cerca de 20 foram distinguidas com este prémio. Os Apartamentos VerdeMar, com 44 camas, conseguiram, em 2012, uma média de 8,2 na classificação dos hóspedes.
Para Paulo Oliveira, este reconhecimento é especial por ser atribuído pelos próprios hóspedes: “é bom receber o reconhecimento pelo esforço de toda uma equipa para ver os clientes satisfeitos”, refere.
Os Apartamentos VerdeMar estão na Booking desde 2011. A plataforma permitiu-lhes alcançar um mercado muito mais vasto do que aquele que cobriam com os meios tradicionais, como as parcerias com as agências de viagens. “A Booking deu-nos uma maior amplitude e permitiu uma penetração para além das nossas fronteiras tradicionais. Isso foi extraordinário, porque se fossemos a pagar publicidade nesses países era impossível. Na Booking temos apenas de pagar uma comissão em função do volume de vendas, como acontece com as agências de viagens. Temos no entanto a vantagem de não estar dependentes de um determinado operador ou entidade”, explica Martins Naia. Graças a esta nova forma de divulgação dos Apartamentos, a diversidade de nacionalidades que por lá passam é surpreendente: “de repente temos clientes que vêm desde o Japão a Israel, passando pelo Canadá, pela Rússia ou pela Austrália”, refere Paulo Oliveira.
Leia a reportagem completa na edição impressa de 15 de novembro de 2013, ou subscreva a assinatura digital do seu semanário