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27
junho

Horta recebe simpósio internacional sobre dislexia

Escrito por  Nuno Avelar
Publicado em Reportagem
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A Dislexia, ou perturbação da aprendizagem especifica da leitura, é uma das perturbações neurodesenvolvimentais mais frequentes, as crianças disléxicas apresentam um conjunto significativo de dificuldades nos processos de descodificação da leitura e escrita, que conduzem a alterações relevantes na aprendizagem.

A Dislexia é talvez a causa mais frequente de baixo rendimento e insucesso escolar. Na grande maioria dos casos não é identificada, nem correctamente tratada.

No entanto, de acordo com alguns estudos, dislexia e QI não estão inter-relacionados, uma vez que a leitura e cognição desenvolver de forma independente em indivíduos que têm dislexia.

 

 

De 20 a 26 de junho decorreu na cidade da Horta o XIV Simpósio sobre dislexia, organizado pela Dyslexia Foundation, uma fundação com sede em New Bedford.

Foram mais de cinco dezenas de cientistas, professores e profissionais, de 16 estados americanos, relacionados com a temática da dislexia que se reuniram para falar e apresentar alguns estudos relacionados com esta patologia que afeta 1 em cada 10 crianças.

Os Estados Unidos da América têm sido pioneiros na investigação científica, na legislação educativa, na orientação sobre os métodos de ensino que provaram ser os mais eficientes no que diz respeito a este fenómeno.

Nos últimos anos, os estudos realizados por neurocientistas, utilizando a Ressonância Magnética Funcional, permitiram observar o funcionamento do cérebro durante as atividades de leitura e escrita e obtiveram um conjunto bastante consistente de conclusões sobre algumas questões relacionadas com a dislexia.

De acordo com William Baker, o grande propósito deste 14 º Simpósio passou por traçar um plano de cinco anos realista e accionável para a pesquisa intervenção leitura.
“Intervir com crianças que lutam com a leitura é um tema que tem sido pesquisado há várias décadas, de forma mais intensa em alguns períodos do que em outros, mas sempre incluiu os desafios de estabelecer uma relação forte entre a investigação e a prática” – adiantou-nos o presidente desta fundação.

William Baker disse à nossa reportagem que a decisão e vir realizar este simpósio no Faial surgiu atendendo ao “ambiente que cá se encontra e que torna a troca de experiências únicas. A maioria das pessoas que cá estão nunca cá tinham vindo, pelo que é importante, neste contexto, proporcionar experiências diferentes aos nossos investigadores."

De acordo com o organizador deste simpósio, “está toda a gente encantada com a ilha e a ciência que está a ser feita supera todas as nossas expectativas.”

A ideia de repetir uma iniciativa deste género nos Açores não está posta de parte se bem que William diz que somente se o grupo participante for diferente.

Sobre a importância de discutir temas como a dislexia, William Baker diz que “atendendo a que 10% da população mundial sofre deste problema, logo é uma das patologias mais comuns que um professor vai encontrar dentro da sua sala de aula, é preciso que se trabalhe mais no sentido de aprender mais sobre ela para que possamos fazer um trabalho mais profícuo e possamos ajudar mais crianças a aprender a ler.”

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA NOSSA EDIÇÃO IMPRESSA DE 27/6/2014

 

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