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05
setembro

Artesanato Scarlati: O começo de uma nova fase a dois

Escrito por  Alexandra Figueiredo
Publicado em Local
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Dez anos de trabalho culminaram na abertura de um atelier, que de convencional não tem nada. O casal, Marta e Sérgio –Scarlati, confessa que “este projeto é o começo de um sonho a dois”. Neste espaço, onde o casal pretende 

trabalhar de portas abertas, para que quem tenha interesse ou curiosidade, ou os visite, possa aprender a arte de trabalhar com madeiras. 

As ideias são muitas e o objetivo é dar vida a este espaço com workshops de várias temáticas incluindo a da reciclagem

 

É na Rua do Arrife, na freguesia dos Flamengos, que se tem centrado a curiosidade dos faialenses, e principalmente dos flamenguenses, em relação à pequena casa que se ergueu nos últimos meses, naquele local, com uma fachada imponente de seu nome “SCARLATI”.

Os proprietários Marta e Sérgio Scarlati têm notado a curiosidade das pessoas e decidiram contar ao Tribuna das Ilhas do que se trata.

Sérgio é engenheiro naval, nasceu no Brasil, mas vive em Portugal desde 1986, descobriu o Faial em 1997 e em 1998 foi brindado com o sismo, que como o próprio descreveu foi “o batismo de fogo”. No entanto, nem isso o fez deixar uma das “9 maravilhas do atlântico”.

Marta é técnica de informática e faialense de gema, conheceu Sérgio há 12 anos e desde então que têm sido “cúmplices”.

No entanto o outro amor da vida do casal só surgiu há 10 anos, numa viagem de férias ao Canadá em que conheceram uma técnica de artesanato em madeira chamada “Intarsia”.

Sérgio Scarlati como todo o homem sempre teve em casa o seu cantinho para a bricolage, um berbequim, um serrote, um martelo, aqueles utensílios que vão dando jeito para as pequenas reparações do dia a dia. Depois de terem descoberto o artesanato feito pelo primo canadiano com madeira ficaram com curiosidade de explorar mais essas ferramentas. 

Ao ver numa vitrine faialense uma máquina idêntica a que tinham visto no Canadá, decidiram comprá-la e começar a fazer algumas peças de artesanato no verão de 2003, utilizando técnicas como intarsia, pirogravura, recorte e marcenaria. Em dezembro do mesmo ano já alguns colegas de trabalho pediam para eles executarem alguns trabalhos.

Foi então que decidiram inscrever-se nas Finanças e no Centro Regional de Apoio ao Artesanato e começaram a criar algumas obras para poderem participar em exposições.

Em 2004 fizeram a sua primeira exposição, nas termas do varadouro durante as festas da freguesia, a convite do presidente da junta de freguesia na altura, João Pedro Garcia, também colega de Marta.

“A exposição foram três dias e uma ótima experiência, com um feed back muito positivo que mostrou alguma curiosidade por parte dos populares mas principalmente por parte das crianças que passavam por aquele cantinho da nossa exposição com um ar desconfiado sem perceber bem de que eram feitas aquelas peças” adiantou Marta.

 

Leia esta reportagem completa na Edição impressa do Tribuna das Ilhas de 5 de setembro de 2014

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