Ontem, dia 21 de outubro, foi inaugurado o Terminal Marítimo de Passageiros da Madalena, que contou com a presença do Presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro.
Na sua intervenção o presidente salientou a importância deste terminal, visto que são transportados cerca de um milhão de passageiros durante o ano entre as ilhas, especialmente entre o canal Faial-Pico.
Ao novo terminal foi dado o nome de João Quaresma, honrando assim “todos aqueles que, ao longo dos anos, em condições bastante mais desafiantes e difíceis, deram o melhor do seu trabalho, do seu esforço e do seu saber para garantir as ligações entre estas ilhas” – proferiu Vasco Cordeiro.
Neste investimento, que se enquadra na estratégia de desenvolvimento dos transportes delineada para os Açores, foram gastos cerca de nove milhões de euros, projeto que tem ainda algumas obras por concretizar.
“Refiro-me, especificamente, à construção das infra-estruturas portuárias e às obras de melhoramento das condições de abrigo deste porto, que representaram um investimento total superior a 12 milhões de euros”, sublinhou o Presidente do Governo Regional, acrescentando que no total foram investidos mais de 20 milhões de euros no Porto da Madalena nos últimos anos.
Este terminal conta com salas diferenciadas para o embarque e desembarque, dois balcões de check-in, espaços para postos de turismo, bar com esplanada, três balcões comerciais e uma sala reservada para apoiar as transferências de doentes.
Vasco Cordeiro garantiu ainda a construção de um Terminal Marítimo de Passageiros em São Roque do Pico e que ainda este ano “devem decorrer os ensaios de laboratório para comprovar a adequação do projeto base que tem sido desenvolvido”, sendo que “esta obra é demasiado importante e significa um tal volume de investimento que só deve avançar quando estiver garantida a melhor solução técnica possível”.
No ano 2015, a implementação do Plano Integrado dos Transportes dos Açores continuará, através de políticas e medidas para o aumento da mobilidade de pessoas e bens que passam pela redução do custo de acesso e pelo reforço da facilidade de interligação e de comodidade, de forma a aumentar a coesão territorial dentro de cada uma e entre todas as ilhas dos Açores.