Fausto Brito e Abreu defendeu que hoje que “o eventual aumento de quota deverá ser disponibilizado para as embarcações que praticam a pesca sustentável utilizando a arte de salto e vara no Atlântico”.
Esta afirmação surge na sequência de uma resolução da Assembleia da República, publicada em Diário da República que recomenda ao Governo português que, no processo negocial com as instituições europeias e com a Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT), se defenda um aumento dos Totais Admissíveis de Captura (TAC) do atum rabilho para armações, onde é capturado para engorda.
Para Fausto Brito, “a pesca de atum rabilho deverá representar um incremento nos rendimentos dos pescadores açorianos dado o seu elevado valor comercial”, frisou o governante.
Neste sentido, o Governo Regional dos Açores vai manifestar junto do Governo português a sua discordância acerca do conteúdo da Resolução aprovada na Assembleia da República.