A Checkpoint Systems líder mundial em soluções de prevenção de perdas celebra o seu vigésimo aniversário em Portugal.
Com escritórios em Lisboa desde novembro de 1996, a Checkpoint Systems começou por estar localizada nas Amoreiras, encontrando-se nos dias que correm no Parque das Nações.
A Checkpoint Systems apresenta uma liderança no sector da prevenção de perdas significativa face aos seus concorrentes, destacando a apresentação constante de novidades e inovações que procuram dar resposta as necessidades dos seus clientes. Soluções integradas como a nova EVOLVE-Store – uma aplicação que permite gerir na palma da mão todo o stock e cadeia de distribuição, incluindo o omnichannel, ou as estratégias de marketing adequadas aos clientes –; etiquetas como a FreshFinder – para artigos frescos com etiquetagem nas embalagens, essenciais na gestão da caducidade dos produtos –; ou até mesmo antenas Overhead – que se colocam no teto das entradas de loja – são apenas alguns exemplos do que a empresa trouxe nos últimos meses para o mercado e que vêm dar resposta aos pedidos dos seus clientes ou que antecipam necessidades que possam ter.
Com um contato direto com os retalhistas, a Checkpoint Systems não apenas procura estratégias de prevenção de perda, como também desenvolve implementações únicas e à medida de cada cliente, conseguindo ainda ser célere no atendimento dos pedidos que os seus clientes apresentam. Parte fundamental deste trabalho é o serviço de telemanutenção integrada que muitas das soluções já apresentam e o apoio ao cliente in loco que é apenas possível através da existência de escritórios próprios nos últimos 20 anos no nosso país e equipas a operar em todo o território nacional.
Simultaneamente, a empresa tem desenvolvido um trabalho de retaguarda essencial ao setor do retalho.
Desde 2001 que apresenta anualmente o Barómetro Global do Furto no Retalho. Uma ferramenta importante não apenas para conseguir caracterizar o setor do furto, mas também como análise de tendência e base de soluções para os diferentes retalhistas que encontram neste relatório algumas sugestões de como dar resposta às situações com que se deparam diariamente.
Ao mesmo tempo, tornou-se aliada da Escola de Comércio de Lisboa, na prossecução de boas práticas no setor.
Mais recentemente aliou-se à GS1 Portugal para o desenvolvimento de um setor de retalho e prevenção de perdas sustentável, sendo presença assídua nos congressos da instituição.
“Para a Checkpoint Systems é apenas natural manter a sua presença com escritórios próprios em Portugal. A especificidade do mercado, assim como a sua importância estratégica para a empresa tornam inquestionável a aposta que realizámos nos últimos 20 anos e que, esperamos, se mantenha por muitos mais e que contará sempre com o apoio de todo o know-how que a empresa tem a nível mundial”, refere David Pérez del Pino, Diretor Geral da Checkpoint Systems para Espanha e Portugal.
No último ano a Checkpoint Systems foi adquirida pela empresa canadiana CCL Industries, mas o seu foco no cliente e nos diferentes mercados não mudou, apenas aportou para a empresa todo um conhecimento e trabalho global ao serviço do cliente.
A Checkpoint Systems celebra este aniversário não apenas com os seus colaboradores, mas também com os clientes que nas últimas décadas souberam apostar na qualidade dos produtos e serviços que a empresa tem para oferecer.
Durante o debate sobre o projeto de resolução do PSD/A para a antiga Fábrica do Álcool da Lagoa, propriedade da Sinaga, o deputado Carlos Silva criticou a incoerência e falta de rigor na gestão dos dinheiros públicos, citando o que disse António Viveiros durante a Comissão: “Para o PSD a amortização de 3 milhões de euros na divida e o encaixe de 600 mil euros nos 3 anos era pouco importante”.
O Grupo Parlamentar do PS Açores chumbou a proposta dos social-democratas e realçou as várias incoerências: “O projeto de resolução tem como único objetivo impedir a venda das instalações, inviabilizando assim a arrecadação de receitas para a SINAGA e, consequentemente, complicar e condicionar todo o processo de recuperação financeira da empresa”.
Carlos Silva considerou que os motivos que originaram o projeto de resolução ficaram completamente esvaziados, não só porque “a Câmara Municipal da Lagoa já tinha iniciado o processo de classificação dos elementos com maior valor arquitetónico e cultural, como é do conhecimento público”, mas também porque a “proposta tinha como objetivo a transferência da responsabilidade para a autarquia da Lagoa, a qual como se sabe não é proprietária do imóvel, nem manifestou capacidade financeira para o adquirir à SINAGA”.
O deputado do PS Açores defendeu também que se fosse aprovado, o projeto colocaria graves constrangimentos financeiros e de tesouraria à gestão da SINAGA e poderia exigir do acionista, ou seja, aos açorianos, um esforço financeiro adicional para capitalizar a SINAGA.
Em suma, com o chumbo do projeto de resolução fica assim acautelado o interesse municipal na preservação do património arquitetónico e cultural, mas também a boa gestão dos recursos financeiros da SINAGA.
“A proposta que aqui trás não cria um programa, mas sim uma teia processual que converte precários em desempregados”, afirmou a deputada Sónia Nicolau, durante a sessão Plenária desta terça-feira à tarde. Em discussão estava a proposta apresentada pelo PCP para criar um “programa urgente de combate à precariedade laboral na administração pública regional”.
A iniciativa não teve o voto favorável do GPPS já que, uma “hipotética aprovação seria um retrocesso à solução preconizada pelo Governo, paralisando a precariedade”, sublinhou Sónia Nicolau, apontando mais inconsistências na proposta comunista e questionando a sua aplicabilidade à administração local. Aliás, citando os pareceres dos sindicatos, a deputada socialista considera que a proposta é também “inconsequente”, porque “não apresenta solução para politicas de prevenção e combate aos precários”.
Em resposta ao deputado proponente, Sónia Nicolau lembrou que “a precariedade é algo que diz muito a todos, mas não diz só ao PCP, diz também ao Partido Socialista”, recordando todo o património que o comprova. Para além das respostas que foram implementadas no passado a deputada referiu que, “nos últimos dois anos, ingressaram mais 446 novos trabalhadores” e que, como foi anunciado pelo Presidente do Governo Regional, vai “proceder-se à abertura de mais 350 novos concursos”. A deputada considera que “o Governo Regional respondeu prontamente à solução dos precários”.
No fim da intervenção Sónia Nicolau reforçou a ideia de que “o PCP propõe transformar precários em desempregados e o Governo propõe transformar precários, através de avaliação sumária, com prazos de acordo com situações de contrato a termo de 2 anos e prestação de serviço de 28 meses, em funcionários da administração regional”.