Realizou-se na passada sexta-feira o sétimo congresso da União de Sindicatos da Horta (USH), que reuniu no Hotel Fayal cerca de 60 delegados sindicais. O evento serviu para eleger os órgãos sociais para o quadriénio 2012/2016, bem como para reflectir sobre os desafios que se colocam aos sindicatos no actual cenário de crise e preparar as actividades para os próximos quatro anos.
No discurso de encerramento de João Decq Mota, o líder da USH chamou a atenção para a escalada do desemprego nos Açores, que já tingiu os 15%. Para o sindicalista, mais grave que isto é o facto destes números estarem “muito abaixo do desemprego real” já que os programas ocupacionais e de formação profissional, o subemprego, o trabalho sazonal e o trabalho ilegal não entram nas estatísticas. Decq Mota lembrou também que o salário médio nos Açores é inferior ao resto do país em 100 euros. Além disso, entende que as assimetrias na Região são cada vez maiores já que “os salários são tão mais baixos quanto mais longe se está dos centros urbanos das maiores ilhas”. “O Governo Regional incentiva esta visão desequilibrada do desenvolvimento, concentrando investimentos e serviços nas ilhas maiores, deixando as restantes à margem”, refere.
Para fazer face ao cenário de crise, a USH aprovou uma moção onde propõe 10 medidas de emergência. Em primeiro lugar, os sindicalistas defendem “a devolução integral dos subsídios de férias e Natal aos trabalhadores da administração regional”, apelando a que a Região se faça valer das suas competências autonómicas para o efeito. A USH defende também o aumento do complemento regional ao salário mínimo e do complemento salarial dos funcionários públicos na Região. A admissão de mais trabalhadores para o sector público e a reforma e ampliação dos programas Estagiar são outras das propostas da USH, que defende igualmente a criação de um plano de investimentos públicos para as ilhas do Pico, Faial, Flores e Corvo que seja orientado para as empresas locais.
Os sindicalistas defendem também que as Câmaras Municipais, o Governo Regional e as empresas públicas deixem de ser “maus pagadores”, pagando de imediato as suas dívidas de curto prazo às empresas locais.
Nas medidas propostas inclui-se também o reforço dos meios e da actividade da Inspecção Regional do Trabalho, para combater “os abusos constantes sobre os direitos dos trabalhadores”, bem como a eliminação das taxas moderadoras na saúde.
A USH quer ainda que o Governo reduza os custos da electricidade e negoceie com os operadores e com o Governo da República a redução dos custos dos transportes marítimos e aéreos.
João Decq Mota apelou ainda à necessidade de se dar “nova força” à negociação colectiva dos contratos de trabalho e à operacionalização do Plano de Combate ao Trabalho Precário, Subemprego e Trabalho Ilegal que, “três anos depois de ter sido aprovado na Assembleia Regional, o Governo deixou na gaveta”.
Este congresso contou com a participação da coordenadora regional da CGTP, Graça Silva, que fez uma análise da situação dos trabalhadores a nível regional, apontando o desemprego como a principal preocupação. A sindicalista referiu que 70% dos desempregados açorianos não usufruem do subsídio de desemprego e alertou para o facto das famílias da Região estarem cada vez mais endividadas, dizendo que, dos 11 mil pedidos de apoio em situações de endividamento enviados à DECO em 2011, 20% diziam respeito a famílias açorianas.
“Este é o momento de retomar em força a ofensiva sindical”
Quem o diz é Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP, que liderou uma delegação nacional que marcou presença neste congresso. Para João Decq Mota, esta visita especial mostra que, no seio da organização sindical, existe “uma sólida coesão” em todo o país que inclui as regiões autónomas.
Para o sindicalista, o resultado das eleições na França e na Grécia foram um “cartão vermelho” aos executores das políticas de austeridade, só possível graças à “luta social”. Por isso, entende, há que aproveitar a oportunidade para “exigir uma outra Europa social”.
Garantindo que as políticas de austeridade não levam ao crescimento económico, Arménio Carlos condenou as regras impostas a Portugal pela Europa. Argumentando que não faz sentido, por exemplo, que o limite do défice exigido seja o mesmo para Portugal e para a Alemanha, o sindicalista defende o alargamento do prazo de redução do défice português.
Quanto à redução dos feriados e dos dias de férias, Arménio Carlos alertou para o facto de, em 2013, os portugueses irem trabalhar mais dias de graça. “Trabalho gratuito era no tempo do feudalismo”, entende.
O Clube Naval da Horta (CNH) recebeu na tarde de ontem, das mãos da secretária regional da Educação, o prémio “Excelência Desportiva 2011”, galardão instituído recentemente pelo Governo Regional com o objectivo de destacar as instituições mais meritórias em termos desportivos no ano que passou.
Com 65 anos, o CNH tem neste momento 1500 sócios, 700 dos quais no activo. Nas 10 modalidades de que o clube dispõe participam cerca de 600 atletas. Destas, Fernando Menezes, presidente do CNH, destaca a Vela Adaptada como a “jóia” do momento, por ser a mais recente e aquela que tem merecido grande empenho do clube.
O presidente da instituição congratulou-se com a atribuição deste galardão, destacando a actividade do CNH, com atletas a competir não apenas aos níveis local e regional mas também em termos nacionais e até internacionais.
Fernando Menezes salientou, também, o facto do CNH ter “as finanças em dia”, factor muito importante nos dias que correm. “O CNH está com saúde e vai continuar a defender o desporto náutico nos Açores e também a nível nacional”, garantiu.
Também a secretária regional da Educação frisou que a capacidade organizativa do clube faialense, bem como o facto de estar financeiramente saudável, foram alguns dos factores que mais pesaram nesta decisão. Cláudia Cardoso salientou também a aposta no Desporto Adaptado, considerando que essa é uma das áreas onde a Região mais tem apostado, sendo prova disso a realização, nos Açores, do Campeonato do Mundo de Desporto Adaptado, que arranca já na próxima semana.
A governante destacou ainda a ligação do CNH ao “desígnio do mar”, considerando que o clube faialense é um exemplo da diversidade de actividades que o meio aquático proporciona.
Sobre a instituição deste prémio, Cláudia Cardoso mostrou-se satisfeita com o número de candidaturas, que “superou as expectativas” do Executivo açoriano. A secretária regional destaca o facto desta distinção premiar “o mérito, o bom exemplo e as boas práticas”.
A par do CNH também a Associação de Futebol de Ponta Delgada foi galardoada com este prémio, nesta que é a sua primeira edição. As duas foram escolhidas de entre 21 candidaturas.
Na passagem do primeiro centenário da Euterpe, houve a preocupação de deixar registada em livro a história da banda, perpetuando desta forma o seu percurso, para que esta não caia no esquecimento. Essa tarefa coube a Fernando Faria Ribeiro, que, por força das suas costelas albicastrenses, não hesitou em aceitar o desafio, como confessou ao Tribuna das Ilhas: “para quem nasceu e cresceu naquela freguesia, este itinerário sentimental foi deveras aliciante”, refere, acrescentando que apreciou esta oportunidade de revisitar locais, acontecimentos e pessoas da sua infância, recordando o quanto, em criança, apreciava ver tocar a filarmónica da sua freguesia, principalmente pelo brio das fardas dos tocadores, então de inspiração militar.
O livro Nos 100 Anos da Filarmónica Euterpe foi lançado ontem, dia 10 de Maio, no Centro Paroquial Padre José Correia da Rosa. A apresentação esteve a cargo de Jorge Costa Pereira-
A tarefa de reconstituir a história da Euterpe não foi, no entanto, fácil. Fernando Faria lembra que a sede da filarmónica foi inaugurada apenas em 1972, sendo que até então a banda ensaiava em “casas de ensaio, que eram as copeiras dos impérios, ou a Casa das Almas, junto à Igreja”. Estes 60 anos sem um espaço próprio fizeram com que muitos registos documentais se tivessem perdido. Por isso, Fernando Faria destaca a importância dos testemunhos orais e da pesquisa nos jornais da época para a elaboração desta obra.
Para além da história da Euterpe, o historiador faz neste livro breves abordagens biográficas a personalidades de reconhecida importância na vida da filarmónica, e que a mesma já homenageou. É o caso do antigo ministro das Obras Públicas e Comunicações, Rui Sanches, e do governador Freitas Pimentel, que tiveram importância no processo de construção da sede da filarmónica. Também os 17 maestros que já passaram pela Euterpe marcam presença nesta obra.
Fernando Faria decidiu complementar a escassez de informação escrita disponível com uma série de fotografias que foi encontrando e que foram sendo disponibilizadas para este trabalho por pessoas ligadas à Euterpe. O resultado foi um livro visualmente muito rico, que regista não apenas em palavras mas também em imagens a história de banda centenária.
Nessa tarefa, contou, como salienta, com a colaboração de Fernando Silveira, “albicastrense de bastante mérito e um homem generoso e disponível”.
As fotografias têm as mais variadas proveniências, como nos explica o autor do livro: “algumas vieram da Califórnia”. “Falei com um senhor de 92 anos que vive na Califórnia e que tocou na filarmónica, da qual o pai foi fundador, e ele próprio tem netos e bisnetos que tocam na banda filarmónica de São José da Califórnia”, acrescenta.
Fernando Faria não se limita a recordar o percurso da Euterpe de Castelo Branco. Fazendo-se valer da sua veia de historiador, revisita a introdução das filarmónicas nos Açores e na ilha, recordando a primeira Euterpe que existiu no Faial, ainda no século XIX, na cidade da Horta.
Leia a reportagem completa na edição impressa do Tribuna das Ilhas de 11.05.2012 ou subscreva a assinatura digital do seu semanário
A 12 de Maio de 1912 apresentava-se pela primeira vez ao público a filarmónica Euterpe de Castelo Branco, na procissão da solene visita do Senhor aos Enfermos, que percorria as ruas da freguesia albicastrense visitando os doentes. Amanhã, sábado, passam 100 anos desde esse dia, que foi oficialmente reconhecido como a data da fundação da filarmónica de Castelo Branco. Para assinalar a data, está previsto um vasto programa comemorativo, que arrancou ontem, com o lançamento do livro Nos 100 anos da Filarmónica Euterpe, de Fernando Faria, e que se prolonga até domingo.
Tribuna das Ilhas aproveitou a efeméride para conversar com o actual presidente da Euterpe, Manuel Humberto Santos, que fez um diagnóstico à saúde da banda. Com 52 elementos na sua maioria jovens, o futuro da Euterpe é animador. Em época de crise, no entanto, com os apoios e as tocatas a diminuírem, é preciso, principalmente, preservar a saúde financeira da banda para garantir a sua continuidade. Em festa de aniversário, a Euterpe sonha com mais espaço para ensaiar, e aguarda por isso o Centro Cultural e Recreativo da freguesia.
Na mitologia grega, Euterpe era uma das nove musas filhas de Zeus, rei dos deuses, e de Mnemósine, deusa da memória. A cada uma das musas está associada uma arte. Euterpe, cujo nome significa “a doadora dos prazeres”, é sempre representada com uma flauta, e a ela está atribuída a arte da música. Por isso, foi a inspiração para o nome da filarmónica que, há cem anos, uniu na freguesia de Castelo Branco uma série de pessoas com um interesse comum pela música. Nasceu, assim, a Euterpe de Castelo Branco, que, um século depois, continua a dinamizar na freguesia a actividade musical, quer através da banda filarmónica, quer através do grupo folclórico que surgiu no seu seio, em 1977.
Manuel Humberto Santos é um dos “veteranos” da Euterpe. Presidente da banda há cinco anos, ingressou na mesma como tocador em 1980.
Sobre a saúde da Euterpe, o presidente é optimista na hora de fazer o diagnóstico. Actualmente com 52 elementos, mais de metade dos quais com menos de 30 anos, a banda celebra 100 anos em clima de juventude e vitalidade, principal garantia para a sua continuidade. “É muito bom sentirmos que não há falta de gente e que a renovação da banda vai está assegurada”, reconhece Manuel Humberto, que aponta como principal responsável por esta realidade a escola de música que funciona paralelamente à Euterpe: “quando o actual maestro, Sr. Amorim, foi para a Euterpe, há nove anos, retomou a escola de música. Desde então tem estado sempre a funcionar e todos os anos saem elementos novos para a banda”, refere o presidente, salientando mesmo que “uma escola de música é fundamental numa filarmónica”.
À Euterpe está associado desde 1977 o Grupo Folclórico de Castelo Branco. Inicialmente, como recorda Manuel Humberto, o grupo era composto maioritariamente por elementos da banda. Hoje em dia, no entanto, a maior parte da sua composição não integra a filarmónica. Se a banda não tem falta de músicos, o mesmo não se pode dizer do grupo folclórico. A falta de tocadores de instrumentos de corda é a principal dificuldade do grupo, que gostaria também de dispor de mais alguns “bailhadores”.
Contrariamente ao que acontece com a filarmónica, no grupo folclórico não há escola de música que funcione como viveiro de novos tocadores. Manuel Humberto explica que, há alguns anos, foi feita uma tentativa nesse sentido, no entanto o número de interessados em aprender era escasso, e a maior parte deles não pretendia depois ingressar no grupo folclórico. Apesar das dificuldades, o grupo vai conseguindo manter-se em actividade.
Preparar uma filarmónica para actuar não é tarefa fácil. Requer muito empenho e entrega dos músicos e até algum espírito de sacrifício. Durante o Inverno são necessários dois ensaios semanais para garantir que a Euterpe faz uma preparação adequada para a época alta, que acontece durante o Verão. Manuel Humberto reconhece que “não é fácil ter toda a gente nos ensaios”.
Tempos de crise sugerem prudência
É certo e sabido que hoje se vivem “tempos de vacas magras”. Os apoios para as actividades culturais são cada vez menos e cada vez mais burocratizados. A par disto, as actuações da filarmónica vão diminuindo, por força da contenção que também começa a ser necessária nas festas religiosas por toda a ilha. As comissões organizadoras privilegiam as despesas obrigatórias, que são cada vez maiores, como as licenças e os encargos inerentes, por exemplo, à realização das procissões. Neste cenário, as tocadas das filarmónicas acabam por sofrer por tabela.
Com uma série de despesas a que é necessário fazer face, principalmente relacionadas com o fardamento e o instrumental – bastante dispendiosos -, a Euterpe procura outras fontes de rendimento, e organiza várias actividades para angariação de fundos. “No mês de Setembro, por exemplo, fizemos o Festival Euterpe precisamente para angariar mais algum dinheiro já a pensar nas comemorações do centenário”, exemplifica Manuel Humberto.
Para o presidente, e tendo em conta os tempos que se vivem, a principal preocupação deve ser sempre a saúde financeira da banda: “o dinheiro tem de ser muito bem gerido para chegarmos ao fim do ano sem saldo negativo, o que é o mais importante”, refere.
Por isso, neste momento a Euterpe não pensa actividades muito dispendiosas, como deslocações ao exterior. No início de Agosto, recebe no Faial uma banda vinda de Leiria, com quem iniciou um intercâmbio em 2006, com a deslocação dos albicastrenses ao continente, que agora será concluído com a retribuição da visita.
A fundação oficial da Filarmónica Euterpe de Castelo Branco data de 12 de Maio de 1912, dia em que a banda “saiu a tocar” pela primeira vez, acompanhando a procissão da solene Visita do Senhor aos Enfermos, que percorria as ruas da freguesia com o Santíssimo Sacramento, visitando os doentes. Terá então interpretado o passo dobrado “Recém-nascido”, da autoria do compositor A. Lança, sob a regência do seu primeiro maestro, Tomás Francisco de Medeiros.
A sua primeira actuação fora da freguesia aconteceu no Império de São Pedro, na Feteira, algumas semanas depois da sua estreia. A primeira deslocação à cidade da Horta aconteceu em 8 de Junho 1913. Em 1918 aparecem os mais antigos Estatutos da banda, que serão, muito provavelmente, os primeiros existentes.
Durante 66 anos, a Euterpe preparou as suas actuações em várias “casas de ensaio” na freguesia de Castelo Branco, espaços como um pequeno edifício na Ladeira da Igreja, pertencente ao Império da Coroa Velha, uma abegoaria e uma dependência anexa ao cemitério, a que se chamava “Casa das Almas”.
O sonho de ter uma sede própria começa a concretizar-se em 1966, com a constituição de uma Comissão Pró-Sede, que se mobiliza na tarefa de angariar fundos para esse projecto. Foram enviados ofícios a solicitar apoio a várias entidades e aos albicastrenses radicados nos Estados Unidos da América e no Canadá. Entre os apoios públicos e os donativos, a construção da sede arrancou, com muito empenho dos amigos e tocadores da Euterpe, que arregaçaram mangas para servir de mão-de-obra nos trabalhos. Seis anos depois, em 1972, a sede é inaugurada pelo então ministro das Obras Públicas e Comunicações, Rui Sanches.
Foram regentes da Euterpe ao longo da sua história Tomás Francisco de Medeiros, António de Sousa Hilário Júnior, Urbano Rodrigues Guiomar, Gaspar de Castro Neves, Francisco Xavier Simaria, Manuel Pereira Dutra Júnior, Manuel Dutra da Silva Goulart Júnior, João Xavier Ramos, João Maria Andrade de Sousa Hilário, António Pixes, Tomás Pacheco da Rosa, Ramiro de Sousa Pereira, Eduardo Alberto Azevedo Costa, António de Medeiros, Hélder Manuel Correia de Freitas, Yuri Pavtchinski e José Amorim Faria de Carvalho, actual maestro da Euterpe.
No seio da Euterpe surgiu também, em 1977, um grupo Folclórico, que procurava dar a conhecer as danças, músicas e cantares de outrora. Em 1991 o Grupo apresenta novos trajes, que procuravam testemunhar as diferentes actividades e os diferentes estratos sociais de outros tempos, passando a designar-se por Grupo Etnográfico de Castelo Branco.
Ao longo da sua história a Euterpe teve também um Grupo Coral Juvenil e um Grupo Folclórico Infantil, ambos já estintos.
Hoje, dia 11 de Maio
19h00 – Abertura da Exposição alusiva aos 100 Anos da Euterpe
Local: Centro Paroquial Padre José Correia da Rosa
19h00 – Missa de recepção ao Núncio Apostólico, na sua visita ao Faial, com a participação de músicos da Euterpe
Local: Igreja Matriz do Santíssimo Salvador
21h30 – Concerto da JC Band, com a participação de músicos da Euterpe
Local: Teatro Faialense
Amanhã, dia 12 de Maio
15h00 – Abertura da Exposição alusiva aos 100 Anos da Euterpe
Local: Centro Paroquial Padre José Correia da Rosa
17h30 – Concentração na sede da banda e hastear da bandeira
18h00 – Saída do desfile do Império da Coroa Nova em direcção à Igreja Paroquial
18h30 – Descerramento de placa de homenagem aos sócios já falecidos
Local: Casa das Almas (anterior sala de ensaios da Euterpe)
19h00 – Missa Solene de Aniversário, acompanhada pelo Coral de Santa Catarina
Local: Igreja Paroquial de Santa Catarina
21h00 – Sessão Solene, seguida de jantar
Local: Pavilhão Desportivo de Castelo Branco
Domingo, 13 de Maio
19h00 – Abertura da Exposição alusiva aos 100 Anos da Euterpe
20h30 – Apresentação do projecto de construção do Centro Cultural e Recreativo de Castelo Branco
21h00 – Actuação do Grupo Etnográfico de Castelo Branco
- Actuação dos alunos da Escola de Música da Euterpe
- Actuação do Coral de Santa Catarina
Local: Centro Paroquial Padre José Correia da Rosa