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19
outubro

APADIF promove Jornadas Sénior - Formação “Multiplicar a Felicidade Dividindo-a” com Ângelo Valente e Sofia Nunes

Escrito por Susana Garcia

No âmbito das comemorações das bodas de prata a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da Ilha do Faial (APADIF), vai promover as Jornadas Sénior.
A iniciativa integra a ação de formação “Multiplicar a Felicidade Dividindo-a”, orientada por Ângelo Valente e Sofia Nunes e ainda várias conferências.

Nos próximos dias 24 e 25 de outubro, integrado no programa das Jornadas Sénior, a APADIF irá dinamizar uma ação de formação designada “Multiplicar a Felicidade Dividindo-a”.
A formação decorre no Teatro Faialense sob a orientação de Ângelo Valente e Sofia Nunes.
O programa tem início no dia 24 de outubro com uma sessão de abertura que conta com a presença do Presidente da Autarquia José Leonardo Silva. Segue-se depois a primeira ação destinada a Estudantes, Técnicos, Animadores e Profissionais na área Social.
A formação tem a duração de três horas e pretende capacitar os/as formadores/as para o desenvolvimento de atividades, ações e técnicas que podem propiciar um ambiente familiar em meio institucional, integrando com o exemplo prático do Centro Comunitário da Gafanha do Carmo.
Os objetivos gerais passam por adequar atitudes e intervenções que respeitem a individualidade do cliente e que promovam um envelhecimento bem-sucedido, assim como potenciar uma gestão da instituição e serviços através do desenvolvimento de competências e atividades baseadas e centradas no cliente.
Nesta formação serão abordados temas como a Institucionalização – Importância do ambiente de casa para a qualidade de vida da pessoa idosa institucionalizada, a concretização do ambiente familiar em instituições de apoio à população idosa, o respeito pela dignidade, autonomia, independência e privacidade – Importância e Estratégias e as relações interpessoais e envolvimento na comunidade.
O papel dos animais de estimação na qualidade de vida da pessoa idosa institucionalizada e a importância e o impacto da utilização das novas tecnologias para uma Participação Ativa na Sociedade, a Integração das novas Tenologias no quotidiano da pessoa institucionalizada, são outros dos temas desta formação.
No dia 25 a formação destina-se à pessoa idosa e/ou outros interessados dos Centros de convívio da ilha e tem em vista a apresentação e operacionalização de projetos de promoção da felicidade (Qualidade de Vida) em pessoas idosas.
Os objetivos gerais são a promoção da auto-estima em pessoas idosas e potenciar a compreensão da morte e do luto através da valorização do projeto de vida.
Sofia Nunes é Mestre em Gerontologia pela Universidade de Aveiro, pós graduada em Gestão de Organizações Sociais pela AESE – Business School e Ângelo Valente é formado em Animação Sociocultural e do Desporto, pela Escola Profissional da Lousã.
Os formadores trabalham em equipa no Centro Comunitário da Gafanha do Carmo e desde então têm promovido inúmeras conferências relacionadas com a comunicação e Marketing para IPSS’s e dirigidas à pessoa idosa.
Esta ação insere-se no programa de Comemorações dos 25 anos da APADIF.

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19
outubro

Liga Portuguesa Contra o Cancro - Peditório Nacional decorre entre 31 de outubro e 4 de novembro

Escrito por Susana Garcia

A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) vai realizar o já conhecido Peditório anual que decorre a nível nacional.
A iniciativa terá lugar entre os dias 31 de outubro e 4 de novembro, de acordo com as orientações dos respectivos Núcleos Regionais e constitui a mais importante fonte de financiamento da instituição.

Nos próximos dias 31 de outubro, 1, 2, 3, 4 de novembro a LPCC realiza o seu Peditório Nacional, que decorre sobre o lema “Ser o melhor do mundo é dizer sim a esta causa”.
Esta campanha que incentiva a população a juntar-se à luta contra o cancro conta pelo segundo ano consecutivo com Cristiano Ronaldo.
A LPCC é uma instituição de referência em todo o País que tem por missão, o apoio social e a humanização da assistência ao doente oncológico, a divulgação de informação sobre o cancro e a promoção da educação para a saúde, a prevenção primária e secundária da doença oncológica e o apoio à formação e o fomento da investigação em oncologia.
Nenhuma outra instituição em Portugal “atua de forma tão abrangente na área do cancro, uma doença que atinge um em cada três homens e uma em cada quatro mulheres, até aos 75 anos de idade, constituindo atualmente uma das doenças crónicas mais prevalentes no mundo ocidental”, revela o Núcleo Regional dos Açores numa nota enviada às redações.
Tendo em conta que a LPCC não recebe quaisquer subsídios estatais para o desenvolvimento das suas atividades e programas, os donativos concedidos, sobretudo pela altura do peditório anual, são o garante financeiro para a continuidade da sua missão, que é assegurada no terreno pelos seus cinco Núcleos Regionais: Norte, Centro, Sul, Açores e Madeira.
Este peditório só é possível graças à colaboração de milhares de voluntários que nesta altura saem à rua, de norte a sul do país e ilhas, devidamente identificados com o colete da instituição e com os cofres lacrados com o símbolo da LPCC.

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19
outubro

Sociedade Amor da Pátria - Luís Bettencourt e Maria Bettencourt juntos num concerto na Horta

Escrito por Susana Garcia

Luís Bettencourt vai estar na ilha do Faial onde tem programado um concerto na Sociedade Amor da Pátria.
Neste evento o artista conta com a participação especial de Maria Bettencourt.

O artista terceirense Luís Gil Bettencourt vai atuar na Sociedade Amor da Pátria, no próximo dia 3 de novembro pelas 22h00, acompanhado pela cantora açoriana Maria Bettencourt.
Até ir para os Estados Unidos da Améria e com apenas 6 anos começou a participar em grupos de baile. Já na América, formou o grupo de rock progressivo Viking com os irmãos Roberto e Nuno Bettencourt.
Na altura atuaram nas grandes catedrais de rock em Boston e Nova Iorque tornando-se uma das mais privilegiadas bandas de Boston em finais dos anos 70, princípio dos anos 80.
“Regressou aos Açores em 84, sempre com uma atenção especial para com a cultura tradicional, mas também para com a música alternativa estando envolvido na criação do Festival Maré de Agosto, entre outros como o Festival Jazz! Sons de Uma Longa História, Festival do Ramo Grande, Festival dos Moinhos e Festival Rota dos Bons Ventos”, lê-se numa nota de divulgação enviada às redações pela direção da Sociedade Amor da Pátria.
Como comissário cultural dos Açores para a Expo ’98, cria a Banda Lira Açoriana com o objetivo de melhorar a formação de jovens músicos das bandas filarmónicas dos Açores.
Depois de alguns discos editados, dá um concerto de rock sinfónico na Aula Magna em Lisboa com uma orquestra de cerca de 80 músicos, cria o Auditório do Ramo Grande na Praia da Vitória e faz parte do grupo que acompanha Maria Bettencourt por algumas paragens do mundo como Boston, Nova Iorque, Hollywood e Londres.
Atualmente o artista açoriano dedica-se à produção musical e à organização de eventos culturais, participa na produção do primeiro disco de Maria Bettencourt como parceiro na composição e escrita de alguns temas e tem pisado alguns palcos com o concerto “No Meu Quarto”, onde viaja por estórias e músicas da sua vida.

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19
outubro

Biblioteca Pública João José da Graça - Gonçalo Tocha promove oficina de vídeo na Horta

Escrito por Susana Garcia

A Direção Regional da Cultura, através da BPARJJG, vai promover no próximo dia 20 de outubro, a realização de uma Oficina de Vídeo como Arte Pessoal, orientada pelo realizador Gonçalo Tocha.
A oficina limitada ao máximo de 20 participantes é dirigida a jovens e adultos e decorre entre as 14h00 e as 19h00.
Gonçalo Tocha, cineasta e músico, licenciou-se e realizou pós-graduação em Língua e Cultura Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Realizou a sua primeira curta-metragem, intitulada "Bye bye my blackbird", em 2006, que permanece ainda inédita por vontade do autor, e produziu e realizou a sua primeira longa-metragem, denominada "Balaou", em 2007, filme de homenagem à sua mãe, rodado em São Miguel, que venceu dois prémios no Índie Lisboa 2007.
A sua segunda longa-metragem, intitulada "É na Terra não é na Lua", de 2011, foi inteiramente rodada na ilha do Corvo e teve estreia mundial no Festival de Locarno, na Suíça, onde obteve uma menção especial do júri, tendo ainda ganho os prémios de melhor filme na competição internacional do DocLisboa 2011, melhor filme “Cineastas do Futuro” no BAFICI 2012, em Buenos Aires, melhor documentário no San Francisco Int. Film Festival e melhor filme no DocumentaMadrid, além de ter sido considerado pela revista canadiana Cinema Scope como o 8.º melhor filme internacional de 2011.

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19
outubro

V Etapa Circuito Smashtour - Zona Açores - Clube de Ténis do Faial marca presença no evento

Escrito por Flávia Taibo

O Clube de Ténis do Faial participou na V Etapa Circuito Smashtour - Zona Açores, que decorreu nos dias 6 e 7 de outubro, nas instalações do Lawn Tennis Club, na ilha Terceira.
O clube faialense fez-se representar por 8 atletas, distribuídos pelos três escalões destas faixas etárias, escalão vermelho (sub7), escalão laranja (sub9) e escalão verde (sub10).
O Clube de Ténis felicitou “ todos os atletas pelos resultados obtidos”.
Após um mês de férias, o CTF voltou ao ativo no dia 17 de setembro com o início das aulas.

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19
outubro

CAF - Variante da Horta recebe segunda prova de arranques

Escrito por Susana Garcia

Dez pilotos faialenses vão participar no próximo sábado na segunda prova de arranques organizada pelo CAF – Clube Automóvel do Faial.
A prova de arranques tem início marcado para as 14h00 na Variante à cidade da Horta.
Nesta competição os pilotos vão efetuar três passagens pelo troço, com cerca de 400 metros de extensão, vencendo aquele que for mais rápido a concluir o percurso.
As provas de arranques fazem parte do calendário de actividades do CAF, sendo que a primeira prova decorreu em julho, integrada na 6ª edição do Faial Motor Show, um espetáculo motorizado organizado pelo clube, que englobava provas de ralis, de clássicos, de arranques e de todo o terreno.
O evento conta com o apoio do Governo Regional, através da Direção Regional de Desporto, da Marca Açores e da Câmara Municipal da Horta.

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19
outubro

Fundos Comunitários - Vasco Cordeiro apresenta “posição açoriana” na Assembleia da República

Escrito por Susana Garcia

Vasco Cordeiro defendeu na Assembleia da República que as Regiões Ultraperiféricas após 2020 devem dispor de, pelo menos, os atuais níveis de recursos financeiros, mantendo também a taxa de cofinanciamento máxima de 85% no FEDER e no FSE.
As declarações foram proferidas no âmbito da reunião da Comissão Eventual de Acompanhamento do Processo de Definição da 'Estratégia Portugal 2030'.

O presidente do Governo Regional dos Açores Vasco Cordeiro, participou na passada semana, na reunião da Comissão Eventual de Acompanha-mento do Processo de Definição da 'Estratégia Portugal 2030' na Assembleia da República, com vista a analisar as verbas dos fundos comunitários.
Na ocasião, Vasco Cordeiro deu a conhecer a “posição açoriana” sobre o próximo quadro financeiro plurianual da União Europeia, defendendo que “a diminuição dos fundos proposta para a Política de Coesão, mas também para a Política Agrícola Comum, fere um princípio central da construção da União Europeia: o da subsidiariedade, enquanto instrumento de coesão económica, social e territorial da Europa e sem a qual o projeto europeu perde a sua verdadeira substância”, afirmou.
O Presidente do Governo, alertou ainda que, pela primeira vez na história da União Europeia, as dotações para programas centralizados, ou seja, geridos diretamente por Bruxelas, são superiores aos montantes financeiros destinados à Política de Coesão e à Política Agrícola Comum.
“Na prática, assiste-se a um desvio de prioridades e de verbas dos Estados e das Regiões para Bruxelas, uma centralização de fundos que contraria fortemente as bases de um projeto europeu assente no princípio central da subsidiariedade – deve gerir quem está mais próximo e que, por isso, gere melhor”, sustentou Vasco Cordeiro.
Perante os deputados desta comissão parlamentar, o Presidente do Governo adiantou também que a posição açoriana sobre esta matéria, que resultou de um amplo envolvimento da sociedade açoriana neste processo (parceiros sociais e partidos políticos), tem a ver com razões imutáveis no tempo e no espaço, porque derivam da condição ultraperiférica, insular e arquipelágica dos Açores.
No que se refere aos programas específicos de apoio à ultraperiferia, como é o caso do POSEI, instrumento essencial para a promoção, manutenção e diversificação da agricultura, o Presidente do Governo salientou que a proposta da Comissão Europeia prevê um corte de 3,9%, indo, aliás, contra a sua própria avaliação, muito positiva, da aplicação deste instrumento.
“Apesar de, recentemente, o Comissário Phill Hogan, ter referido, nos Açores, que estava em condições de assegurar, mesmo depois de apresentada a proposta da Comissão Europeia, que o POSEI não receberia cortes, no nosso entender, é necessário manter esse esforço e essa pressão no sentido de garantir, efetivamente, um bom POSEI para as regiões”, preconizou.
Quanto à Política Agrícola Comum, Vasco Cordeiro defendeu que deve garantir uma atividade produtiva em todo o território, por forma a contribuir para a vitalidade das zonas rurais, para a preservação dos recursos naturais e para propiciar uma agricultura eficiente e inovadora, bem como promover a fixação das populações nos territórios rurais.
“O terceiro ponto em que se legitima a nossa posição de princípio tem a ver com um recurso que reputamos de estratégico, não só para os Açores, mas também para Portugal: o Mar”, realçou Vasco Cordeiro, ao recordar que o Mar dos Açores tem uma área de cerca de um milhão de quilómetros quadrados, o que representa perto de 60 por cento do Mar de Portugal e de 18% do Mar da União Europeia.
Apesar da manutenção dos montantes alocados às Regiões Ultraper-iféricas portuguesas no FEAMP, Vasco Cordeiro adiantou que é manifestamente necessário um reforço em todas as fileiras da Economia do Mar, da aquicultura às pescas, e do turismo marítimo à investigação marinha, realçando os transportes e a inclusão dos Açores no projeto denominado 'Autoestradas do Mar'.
Nos diferentes programas operacionais a que os beneficiários finais da Região podem aceder neste período de programação financeira 2014-2020, o volume de compromissos já assumidos no conjunto das operações aprovadas e contratualizadas, à data de 30 de junho de 2018, representava cerca de dois terços da dotação global do universo de programação 2014-2020, ou seja, cerca de 1,11 mil milhões de euros.
Os financiamentos orientados para os sistemas de incentivos ao investimento privado e ações coletivas, o desenvolvimento rural, o emprego e a inclusão social afetaram mais de dois terços do montante global de fundos comunitários comprometidos.

 

 

João Castro defende entendimento entre Governos na defesa dos Açores

No âmbito da discussão em Bruxelas do novo quadro comunitário de apoio, João Castro defendeu a importância de os Governos da República e dos Açores o que lhes compete na defesa da região.
“Felizmente esse entendimento é notório e a concertação evidente, nomeadamente na disponibilidade em aumentar o esforço de cada Estado membro para o Orçamento Europeu”, afirmou o deputado à margem da audição ao presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, na Comissão de Acompanhamento do Processo de Definição da ‘Estratégia Portugal 2030’.
Durante a audição, o socialista salientou que “a realidade e o percurso fundamentam, de forma inequívoca, a necessidade e a pertinência das políticas de coesão, um pilar fundamental do projeto europeu”, sublinhado a Agricultura e o Mar e Plataforma Continental como as áreas de maior relevância para a região.
Neste sentido, defendeu o reforço da Política Agrícola Comum nos seus programas específicos e afirmou que a plataforma estendida não se circunscreve ao arquipélago, mas também com o exterior, sugerindo particular atenção ao setor portuário e à mobilidade.
João Castro questionou também Vasco Cordeiro sobre os cuidados que considera fundamentais serem tidos em conta pelos governos nacionais nas questões das Ultraperiferias, corroborando a posição expressa de que “avançar para os programas operacionais sem antes discutir o orçamento global seria um contrassenso inaceitável”, onde se impõe que também a oposição assuma o seu contributo e as suas responsabilidade.

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19
outubro

PAN Açores - Partido elege nova Comissão Política Regional

Escrito por Flávia Taibo

O partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) Açores já elegeu a nova Comissão Política Regional no arquipélago.
A lista cabeceada por Pedro Neves promove a paridade de género e o equilíbrio na representatividade das ilhas com órgãos anteriormente constituídos.

No passado dia 14 de outubro, o PAN Açores elegeu a nova Comissão Política Regional. A lista vencedora de Pedro Neves conta com 50% de membros de cada género e dá destaque ao equilíbrio e à representatividade das ilhas com órgãos anteriormente constituídos.
Deste modo, Pedro Neves foi reeleito como porta-voz do partido nos Açores por mais um mandato de dois anos.
“No seguimento da alteração dos Estatutos do PAN no início de 2018, todos os órgãos serão extintos no próximo mês a nível nacional para dar lugar a Comissões Políticas, e no caso dos Açores, a uma Regional completamente restruturada”, explica o partido numa nota enviada às redações.
Estas novas introduções estatutárias que causaram alterações profundas no partido garantem “uma maior transparência no âmbito da democracia participativa” e “uma transformação na região dos Açores com instrumentos partidários para um melhor trabalho coletivo e de compromisso pessoal”, lê-se no documento.
Para alcançar um dos primeiros objetivos destas alterações que se cruza com a estratégia de política de proximidade, o partido irá criar no início do próximo ano em Ponta Delgada um novo Espaço PAN nos Açores.
“Será criado um conjunto de ferramentas para aproximar os cidadãos ao PAN, como com os filiados, com o objetivo de acompanhar o nosso crescimento e ideais bem como para enaltecer a militância individual e o debate participativo interno do grupo regional”, afirma Pedro Neves.
Segundo a mesma nota, “a Moção de Estratégia Regional destaca a importância do PAN-Açores na realidade política do Arquipélago, sendo o primeiro partido vocacionado para o século XXI e a propor uma visão holística e integrada dos diferentes ecossistemas”.
Para o partido “o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, mais compassiva e mais ética passa, necessariamente, pelo reconhecimento e pela valorização dos direitos humanos e sociais” que “serão sempre essenciais para estabelecer compromissos e definir responsabilidades entre e para todos”.

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19
outubro

Segunda Edição - Três ideias açorianas venceram Orçamento Participativo Nacional

Escrito por Susana Garcia

Três ideias apresentadas por açorianos venceram a segunda edição do Orçamento Participativo de Portugal (OPP).
No total, foram 32 os projetos propostos por açorianos que estiveram a votação até 30 de setembro, nas áreas da Justiça, Educação, Desporto e Juventude e Cultura.

O projeto “Criação do Centro de Informação, Mediação e Arbitragem da Região dos Açores”, proposto por um grupo de 18 cidadãos, a implementar em todos os municípios da Região, a proposta “Filosofia para Crianças e Adolescentes: um instrumento potenciador de inclusão social”, apresentada por Ana Lúcia Ribeiro a executar nas ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge e o projeto “Do Povo para o Povo - Centro de Interpretação Francisco de Lacerda”, apresentada por Filipa Lacerda, António Manuel e Alexandre Coelho, a executar nas ilhas Terceira, São Jorge, Pico e Faial, foram as três ideias mais votadas no âmbito da segunda edição do Orçamento Participativo de Portugal (OPP).
No total, os açorianos apresentaram 32 os projetos, nas áreas da Justiça, Educação, Desporto e Juventude e Cultura.
O Governo dos Açores, parceiro do Governo da República na divulgação e promoção do OPP na Região congratulou-se com a adesão e o sucesso das propostas apresentadas pelos Açorianos, salientando que estes projetos vão, conjuntamente com as ideias vencedoras do Orçamento Participativo dos Açores (OP Açores 2018), permitir um investimento de cerca de 1,3 milhões de euros na Região, dos quais 700 mil euros serão suportados pelo OP Açores.
O Governo felicitou ainda os cidadãos promotores das propostas vencedoras e todos os Açorianos que participaram, quer apresentando ideias, quer através do seu voto, num efetivo exercício de cidadania participativa, para uma melhor Democracia e Autonomia mais forte.

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19
outubro

Apoios à Agricultura - Compensações aos produtores prejudicados pela seca pagas em 2019

Escrito por Flávia Taibo

O Secretário Regional da Agricultura e Florestas anunciou que até fevereiro de 2019 cerca de 1500 produtores serão compensados pelos prejuízos na produção devido à seca.
O valor das compensações perfaz um total de cerca de três milhões de euros.

O Secretário Regional da Agricultura e Florestas anunciou, na passada semana, após uma reunião com a Direção da Federação Agrícola dos Açores, que até fevereiro do próximo ano cerca de três milhões de euros de compensação serão pagos aos quase 1500 produtores que tiveram prejuízos na produção das culturas de milho forrageiro, hortícolas, sorgo e tabaco devido à seca sentida este ano.
João Ponte avançou que o valor de referência ficou definido nos 1.190€ por hectare para o milho e de 3.570€ por hectare para os produtos hortícolas para calcular o valor do apoio a atribuir aos produtores prejudicados pela seca, sendo que a Região comparticipa apenas 75% do valor total apurado para os prejuízos.
Já foram estabelecidos também, em Jornal Oficial, três graus de perdas, nomeadamente de 25, 50 e 75%.
“Para aqueles agricultores que tiverem prejuízos da ordem dos 75% nas suas produções, o apoio do Governo Regional será de 669€ por hectare no caso do milho forrageiro, porque, no caso dos produtos hortícolas, o valor triplica (2.00,00€ por hectare)”, explicou o titular da pasta da Agricultura.
Deste modo, se a perda de produção de milho forrageiro for avaliada em 50%, o agricultor recebe um apoio de 446€ por hectare e, no caso dos produtos hortícolas 1.339€ por hectare.
No caso de a perda ser de 25%, o apoio aos produtores de milho será de 223€ por hectare e 669€ por hectare no caso das hortícolas.
O governante mostrou-se ainda satisfeito com o facto de as previsões de prejuízos declaradas pelos agricultores que se candidataram ao apoio terem sido “muito semelhantes ao verificado pelas equipas de controlo da Secretaria Regional no terreno”, o que significa que houve por parte dos agricultores um grande rigor na avaliação dos seus prejuízos.
Sobre a importação de concentrado fibroso, palha e feno na forma prensada, destinado à alimentação dos bovinos, o secretário regional revelou que o apoio regional representa uma redução de 30% no custo normal do mercado, sendo o total da ajuda de 1.2 milhão de euros.
João Ponte afirmou ainda que, de acordo com os dados existentes, será necessário um reforço do apoio à importação de alimentos para os animais no caso de as condições meteorológicas durante o inverno serem adversas, acrescentando que durante o verão a situação não foi tão grave porque os agricultores recorreram a alimentos que tinham armazenados e que vão fazer falta durante o período de inverno.

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