Os Cursos no âmbito do programa Reativar conheceram o seu início no ano de 2005, todavia foi em 2008 que integraram o Programa Operacional Pro-emprego e começaram a ser lecionados nas Escolas Profissionais. Estes cursos permitiram a muitas centenas de diplomados, que em situação de desemprego, aumentassem as suas qualificações e terminassem os seus percursos escolares, que por algum motivo teriam interrompido, em tempo próprio.
O Programa Reativar, sendo na altura da iniciativa das Secretarias Regionais da Educação e Formação e do Trabalho e Solidariedade Social, assumiu-se como um Programa de qualificação de adultos, desenvolvendo-se em percursos de componente exclusivamente escolar e percursos de Dupla Certificação, isto é, conferindo uma certificação profissional associada a um progresso escolar, com equivalência ao 2.º e ao 3.º Ciclos do Ensino Básico ou ao Ensino Secundário e, ainda cursos de índole puramente Tecnológica.
Estes cursos permitem, a qualificação e requalificação dos indivíduos que numa situação provisória de desemprego potenciam o seu regresso ao mercado de trabalho, através da melhoria das suas qualificações e logo, da sua própria empregabilidade. A aquisição de competências e aptidões quer pessoais, quer profissionais possibilitam aos formandos que frequentam esta tipologia de formação um “novo olhar” sobre a realidade que os circunda.
A formação encontra-se no momento, a transversalizar-se de todo um conjunto de realidades em mutação e de novos desafios que se colocam aos diferentes agentes, também estes, em transformação. A utilidade estratégica da formação é imprescindível na integração, reintegração e mobilidade dos trabalhadores, no âmbito da crescente competitividade, face aos desafios prementes que advêm dos processos de globalização da economia e da inovação tecnológica.
A aquisição e atualização de novas competências profissionais torna-se portanto, um fator de valorização profissional e de empregabilidade, ou seja, de capacidade de adaptabilidade ao mercado de trabalho, numa realidade em que os vínculos contratuais são por vezes, efémeros.
A Escola Profissional da Horta acolheu os cursos no âmbito do programa Reativar e teve em funcionamento no ano de 2009 a 2011, o Curso de Serviço de Mesa de dupla certificação de nível II, o primeiro de 17 ações realizadas, num total de 261 formandos.
Todos os formandos que pela Escola Profissional da Horta passam, deixam saudades e boas recordações. São sinónimo de crescimento mútuo, de entrega e de empenho.
Só testemunhando todo o processo, para se perceber e compreender o que na escola se vive. É genuíno que parte dos formandos que ingressam neste tipo de ações revelem alguma apreensão, receiam pelo desconhecido e até, por vezes, algum sinal de revolta e desconforto. Os primeiros dias são difíceis de transpor, pela angústia, ansiedade e pela preferência por outra situação que não a de “voltar à escola “. Todavia, com o tempo e com o imprescindível contributo dos formadores e de toda a comunidade escolar, os sentimentos menos positivos transformam-se e dão lugar a dias mais serenos e felizes.
Chegar ao fim do curso, é sempre muito gratificante para qualquer um dos intervenientes, o ganho é, sem qualquer dúvida, superior à perda… e é aqui que invariavelmente, reside a saudade e a materialização de que o que se aprendeu e empreendeu foi sem dúvida um enriquecimento quer pessoal, quer profissional que jamais se esquece.
A Escola Profissional da Horta agradece publicamente a todas as entidades, instituições e empresas que acolheram os formandos em estágios de Formação em Contexto de Trabalho, pelo indelével contributo que deram ao conceder tão importante oportunidade, o que manifestamente se revelou de fundamental importância.
A todos os formandos dos Cursos Reativar, uma palavra de agradecimento, por terem contribuído para o crescimento e progresso da Escola, por serem agentes de mudança e de crescimento individual e organizacional.
Uma palavra muito especial é devida, igualmente, aos formadores que em muito contribuem para o desenvolvimento e sucesso da formação, pela dinâmica que empregam ao contexto formativo, e pela diversidade de técnicas que empreendem e que se traduzem no crescimento pessoal e profissional de quem pela escola passa.
É de registar o testemunho de regozijo e convicção da utilidade e da qualificação instituída por esta Escola, que assume cada vez mais o seu carácter de utilidade pública e demonstra o seu compromisso, em continuar a sua missão, claramente importante no seio da comunidade e da Região em que se insere.
Aprender Fazendo- O curso Técnico/a de Contabilidade na preparação para a época de entrega de IRS
Os formandos do Curso Técnico/a de Contabilidade da Escola Profissional da Horta começaram neste mês a preparação para a abertura da época de entrega de IRS, no âmbito da UFCD (unidade de formação de curta duração) Imposto sobre o rendimento de pessoas singulares, lecionada pela formadora Sandra Alves.
Após a instalação da aplicação de simulação do IRS em offline, os vinte e um futuros técnicos e técnicas de contabilidade aprendem a preencher os diferentes anexos e os seus respetivos quadros e campos, com exercícios dados pela formadora que sejam o mais próximo da realidade possível, de forma a enaltecer a aprendizagem dos mesmos, simulando a ocorrência de diversos problemas que, mais tarde, poderão ter de resolver. Já que, o estágio do segundo ano do Curso de Contabilidade decorre nos meses de abril e maio do corrente ano e coincide com a época da entrega da respetiva declaração, em que os clientes destas empresas procuram a prestação dos serviços das mesmas nesta área, a formação vai ao encontro destes imperativos do mercado de trabalho, incidindo na prática intensiva para que os alunos possam chegar preparados e ajudar, desta forma, nos sítios onde realizarão o seu período de Formação em Contexto de Trabalho.
Assim, na lógica do aprender fazendo, os formandos adquirem as competências que representam já no seu primeiro ano de estágio uma mais-valia para as entidades de acolhimento.

Formandos do curso técnico/a de Contabilidade
Participação dos formandos da E.P.H. na Semana dos Direitos promovida pela CPCJ
Os formandos da E.P.H. participaram no passado dia 26 de janeiro na sessão de debate na Assem-bleia Legislativa Regional dos Açores subordinada ao tema Educar para os Direitos e Deveres, promovida pela CPCJ.
Os formandos André Pinto do Curso Técnico/a de Informação e Animação Turística e Mariana Fortuna do Curso Animador/a Sociocultural trouxeram ao debate a questão dos direitos dos cidadãos refugiados, tema este que trabalham na Escola no contexto do projeto Erasmus+ Refugees Welcome: when numbers become faces . Já neste mês de fevereiro viverão a grande experiência de estar junto de famílias refugiadas no Campo de Skaramagas em Atenas e perceber o seu modo de vida na Europa.

Coordenadora do projeto Regina Pinto
O projeto de combate à exclusão social de jovens “Equipa-te”, que teve a sua primeira edição em São Miguel, mas vai ser alargado a outras ilhas do arquipélago.
O anúncio foi feito pelo Diretor Regional da Juventude, Lúcio Rodrigues após uma reunião com a Direção da Associação de Promoção de Públicos Jovens em Risco (APPJ).
O Diretor Regional da Juventude anunciou, no passado dia 7 de fevereiro, que o Governo dos Açores vai desenvolver a metodologia do projeto “Equipa-te”, iniciativa de combate à exclusão social de jovens através do desporto aplicada em São Miguel, noutras ilhas da região.
"Estamos a estudar para que ilhas devemos avançar, de forma a maximizar o combate à exclusão social de jovens”, afirmou Lúcio Rodrigues, após uma reunião com a direção APPJ.
Salientando o sucesso da primeira edição deste projeto, Lúcio Rodrigues, esclareceu que “durante cerca de um ano e meio, na Ribeira Grande, 72 jovens entre os 13 e os 18 anos participaram em atividades que potenciaram as suas competências pessoais e interpessoais, num trabalho conjunto entre a APPJ, o Sporting Clube Ideal e a Direção Regional de Juventude”, reforçando que agora o objetivo é "alargar esta metodologia a, pelo menos, duas outras ilhas dos Açores”.
Segundo Lúcio Rodrigues, esta metodologia de trabalho, na qual são desenvolvidas dinâmicas de grupo, permite “trabalhar temas como a ansiedade, a gestão da frustração, a coesão de equipa ou a liderança”.
O detentor da pasta da juventude defendeu que este método de trabalho possibilita um “trabalho integrado, abrangendo também a formação de famílias, de treinadores e agentes desportivos de várias modalidades, enquanto agentes de mudança no comportamento e no percurso de vida dos jovens”.
“Ao abrigo do projeto ‘Equipa-te’, que decorreu entre 2016 e 2017, foi criado um Guia Prático de Intervenção Psicossocial com Jovens no Desporto, uma obra que conta com um prefácio de Pedro Pauleta", adiantou o Diretor Regional, para quem "faz sentido alargar esta metodologia, que produziu resultados positivos em São Miguel, a outras ilhas".
Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), o número de pessoas empregadas nos Açores aumentou.
Os dados revelam que este representa o valor mais alto dos últimos 10 anos na Região.
No seguimento dos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, o Vice-Presidente do Governo Regional destacou o “crescimento muito acentuado” do emprego no ano transato, que corresponde a mais 3 968 açorianos empregados, como o valor mais elevado dos últimos anos.
“No segundo semestre deste ano atingiu-se o valor de açorianos empregados mais elevado dos últimos 10 anos, o que dá bem nota da trajetória, por um lado, do crescimento do emprego e, por outro, também de uma redução bastante consistente do desemprego”, salientou Sérgio Ávila.
O governante sublinhou também que estes dados “ainda são mais relevantes” visto que, normalmente, há uma “redução acentuada de emprego” no último trimestre do ano devido à sazonalidade.
Adicionalmente, o Vice-Presidente frisou que “o número de empregados é o mais elevado dos últimos 10 anos e o número de desempregados o mais baixo dos últimos sete anos”.
Para Sérgio Ávila, estes números demonstram “claramente que o crescimento do emprego tem resultado do crescimento da atividade económica”.
A taxa de desemprego na região foi de 8.3% no último trimestre de 2017, correspondente a uma redução de mais de 19% do número de desempregados comparativamente ao período homologo do ano anterior.
Segundo os dados do INE, a população cresce em todos os setores de atividade relativamente o mesmo trimestre do ano anterior: +17% no primário, +3,8% no secundário e +2% no terciário.
O nome de Vítor Fraga foi indicado pelo Presidente do Governo para a Presidência do Conselho de Administração da Sociedade Empresarial dos Açores (SDEA).
A comunicação já foi apresentada ao Parlamento no âmbito da legislação que prevê a audição prévia pela Assembleia Legislativa dos nomes indicados pelo Governo para a presidência de empresas públicas regionais.
O nome de Vítor Manuel Ângelo de Fraga para Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Empresarial dos Açores (SDEA), foi comunicado à Presidente da Assembleia Legislativa, no início desta semana, ao abrigo da legislação que prevê a audição prévia pela Assembleia Legislativa dos nomes indicados pelo Governo para a presidência de empresas públicas regionais.
Vítor Fraga, licenciado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores, pelo Instituto Superior Técnico, possui formação avançada pela Universidade Católica na área da liderança, entre 1994 e 2012, exerceu funções no setor empresarial privado em áreas ligadas às telecomunicações, grande consumo e indústria farmacêutica, entre outras.
Liderou processos de reestruturação e fusão, internacionalização e fomento das exportações de bens e serviços de várias empresas onde assumiu funções de administração e direção. Depois de ter sido administrador do Grupo SATA, exerceu funções públicas como membro do XI e XII Governos Regionais entre 2012 e 2017.
A SDEA é a entidade que, entre outras áreas, tem a seu cargo a conceção e o desenvolvimento de medidas de fomento do empreendedorismo e da inovação, o alargamento da base económica de exportação e a captação de investimento externo para os Açores.
A 15.ª edição do evento “Essência do Vinho”, que decorrerá entre os dias 22 a 25 de fevereiro, no Palácio da Bolsa, no Porto, contará com a presença da Comissão Vitivinícola Regional dos Açores (CVR-Açores).
A Comissão Vitivinícola Regional dos Açores (CVR-Açores) vai estar presente na 15.ª edição do evento “Essência do Vinho”, que decorre de 22 a 25 de fevereiro, no Palácio da Bolsa, no Porto. A “Essência do Vinho” vai levar ao Palácio da Bolsa cerca de 3.000 vinhos de 400 produtores de todo o país.
Um conceituado júri internacional, constituído por meia centena de especialistas de diversas nacionalidades, vai avaliar e classificar os vinhos portugueses, pré-selecionados pelo painel de provas da revista A Essência do Vinho.
A CVR-Açores será responsável pela realização de um workshop intitulado "À Descoberta dos Vinhos dos Açores", a 24 de fevereiro, que estará a cargo do presidente da sua Câmara de Provadores, Rodolfo Tristão.
A CVR-Açores tem funções de controlo da produção, do comércio e de certificação de produtos vinícolas com direito a DO (Denominação de Origem) ou IG (Indicação Geográfica) e tem como objeto garantir a genuinidade e a qualidade dos vinhos, o fomento e o controle dos vinhos, a definição do seu processo produtivo e a promoção e defesa interna e externa dos vinhos certificados.
Esta associação de direito privado, criada a 22 de agosto de 1995, tem sede na Madalena, no Pico, sendo constituída por representantes dos interesses profissionais da produção e do comércio dos produtos vitivinícolas da Região e por um representante do Governo dos Açores.
Atualmente, os Açores possuem 38 marcas de vinho certificado, várias dezenas de produtores individuais, três zonas demarcadas, nomeadamente Biscoitos (ilha Terceira), Graciosa e Pico, e a Indicação Geográfica Protegida, para vinhos de qualidade brancos e tintos.
Madalena Promove Gala de Encerramento da Cidade do Vinho
A Madalena acolhe a 17 de fevereiro a Gala de Encerramento da Cidade do Vinho, terminando com chave de ouro este certame, que ao longo do último ano projetou a vitivinicultura e o turismo madalenenses, de forma incontornável.
A gala, apresentada por Vasco Pernes e transmitida na RTP-Açores, contará com a atuação da Orquestra do Centro de Formação Artística e o Coro Madalena, o Ronda das Nove, subindo ainda ao palco diversos elementos de todos os grupos folclóricos do Concelho, para bailar a Chamarrita.
Exclusiva a convidados, esta gala será ainda assinalada com o lançamento do Vinho Comemorativo da Madalena, Cidade do Vinho, terminando com a entrega do testemunho à nova Cidade Europeia do Vinho 2018, Torres Vedras/ Alenquer.
Eleita a 14 de novembro de 2016 Cidade do Vinho, a Madalena acolheu ao longo do último ano uma vasta panóplia de eventos, que fizeram do Município o principal núcleo da vitivinicultura em Portugal, conquistando uma notoriedade, sem precedentes, neste setor.
A Assembleia da República (AR) aprovou a proposta dos deputados do PSD/Açores que garante aos acompanhantes de grávidas nas deslocações inter-ilhas faltas laborais justificadas.
Para Berta Cabral “este foi um reconhecimento da maternidade e da paternidade como valores sociais eminentes, consagrados que estão na Constituição Portuguesa”.
Foi aprovada, no passado dia 9 de fevereiro, na Assembleia da República a iniciativa legislativa dos deputados do PSD eleitos pelo círculo dos Açores que indica que os acompanhantes de grávidas nas deslocações inter-ilhas tenham as suas faltas ao trabalho justificadas, no âmbito da legislação laboral.
O grupo parlamentar do PSD “congratula-se com a aprovação do projeto de resolução – aprovado por todas as bancadas, contando apenas com a abstenção do PS -, que consideramos um ato de justiça para com as populações de 6 ilhas dos Açores”, afirmou Berta Cabral.
A proposta surgiu devido à falta de unidades hospitalares habilitadas para providenciar partos em segurança em todas as ilhas, “o que cria a natural liberdade de escolha às grávidas, nomeadamente das ilhas de Santa Maria, Graciosa, Pico, São Jorge, Flores e Corvo, para determinarem onde vão realizar o seu parto”, adiantou a deputada do PSD.
“Com uma legislação que prevê que a grávida seja acompanhada, e que determina até a tabela de comparticipação diária na deslocação da parturiente e do seu acompanhante, faltava assegurar a cobertura legal para que as faltas laborais dos acompanhantes fossem consideradas justificadas, com pagamento", explicou a social-democrata.
Berta Cabral defendeu que deste modo foi dado “um passo significativo na igualdade de tratamento das grávidas residentes nessas 6 ilhas”, visto que se tratava de uma situação “tão ou mais importante do que a componente financeira, pois levantava uma situação laboral em que os acompanhantes das grávidas não estavam defendidos pela legislação", acrescentou.
A deputada do PSD garantiu ainda que o partido vai “acompanhar todo o processo, que passa para as mãos do governo”, já que se trata de uma iniciativa “muito específica para os Açores, dadas as características próprias do nosso arquipélago”.
Para concluir, Berta Cabral sublinhou que “este foi um reconhecimento da maternidade e da paternidade como valores sociais eminentes, consagrados que estão na Constituição Portuguesa”.
Sete atletas do Clube de Ténis do Faial (CTF) marcaram presença na I Etapa do Circuito SMASHTOUR 2018 que decorreu nas instalações do Lawn Tennis Club, em Angra do Heroísmo.
Esta é a primeira vez na história do clube que se verifica uma presença tão significativa nesta competição.
Sete atletas dos escalões de formação do CTF, marcaram presença na I Etapa do Circuito SMASHTOUR 2018 que decorreu no passado fim de semana, dias 4 e 5 de fevereiro, nas instalações do Lawn Tennis Club, em Angra do Heroísmo.
Dinis Vieira, Filipe Furtado, Afonso Simas, Tomás Terra, Lourenço Silva, Tomás Dart e Gonçalo Bettencourt foram os tenistas faialenses que marcaram presença nesta competição destinada ao escalão sub-9 mistos (escalão laranja).
De acordo com a informação remetida às redações pelo CTF, esta participação foi “algo inédito na história do clube” e resulta do “trabalho que tem sido desenvolvido recentemente, sobretudo nos escalões de formação.
Segundo essa mesma informação disponibilizada pelo clube, este foi “o primeiro torneio para cinco dos atletas presentes”, mas mesmo assim todos “tiveram um comportamento exemplar, dentro e fora dos courts”.
O clube avança ainda que “num sistema combinado, em que todos os atletas estavam inseridos numa fase de grupos, Filipe Furtado e Afonso Simas passaram para a fase a eliminar, conseguindo um 1º e 2º lugar nos respetivos grupos”.
A mesma fonte adianta ainda que “na final do torneio, Filipe Furtado não conseguiu levar a melhor sobre Simão Soares, do Clube de Ténis de São Miguel e na atribuição do 3º e 4º lugar, Alexandre Bispo do Praia Ténis Clube, levou a melhor sobre Afonso Simas”.
Já no que se refere ao quadro de consolação, “assistiu-se a jogos bem disputados e equilibrados, com Dinis Vieira a levar a melhor sobre os seus colegas, vencendo todos os encontros”, lê-se.
Direção Regional do Desporto deu início aos procedimentos que antecedem a XVII Gala do Desporto Açoriano, continuando com a descentralização dos galardões a atribuir.
A gala tem por objetivo homenagear e distinguir entidades desportivas e do desporto escolar pelos resultados e classificações obtidos e pelo contributo que deram ao desenvolvimento desportivo na região em 2017.
À semelhança dos anos anteriores, a Direção Regional do Desporto (DRD) vai levar a cabo mais uma edição da Gala do Desporto Açoriano por considerar que o evento “constitui uma referência superior e um marco de excelência para o desporto açoriano”.
Esta gala visa homenagear e distinguir entidades associativismo desportivo e entidades do desporto escolar pelos resultados e classificações obtidos e pelo contributo que deram ao desenvolvimento desportivo na região no ano de 2017.
Para manter a descentralização dos galardões a atribuir, conforme as ilhas onde existirem galardoados, a DRD vai dar início aos normais procedimento que antecedem a realização da gala.
Na edição deste ano, serão mantidas as categorias de “Prestígio Desportivo” e “Desportista do Ano” a fim de homenagear os agentes desportivos não participantes que se notabilizaram pela excelência do seu desempenho e os atletas que mais se evidenciaram pelas suas prestações e pelos resultados obtidos, não só a nível nacional com a nível europeu e mundial, no ano transato.
À semelhança dos anos anteriores, a Câmara Municipal da Horta organizou mais um Desfile da Pequenada, no passado dia 8 de fevereiro, que encheu as ruas da cidade da Horta com muita alegria e animação.
No desfile estiveram presentes mais de 1000 crianças não só de todas dos estabelecimentos de ensino da ilha, com exceção da escola dos Cedros e da escola do Capelo e Praia do Norte, como também do Centro Comunitário do Divino Espírito Santo e do grupo Movient’arte da APADIF, que se fantasiaram segundo o tema “Ano Europeu do Património Cultural”.
Também na freguesia dos Flamengos e na Praia dos Almoxarife, se brincou ao carnaval com os tradicionais desfiles de carnacalescos.
Esta época festiva foi ainda assinalada com bailes, assaltos e matinés por toda a ilha, não faltando diversão e boa disposição.










TI
Foram sete as propostas que chegaram ao grupo de seguradoras que está responsável pela remoção do Navio Mestre Simão, que têm agora mais quinze dias para escolher a melhor proposta e submete-la à aprovação da autoridade marítima.
Sete empresas apresentaram propostas para a remoção do navio “Mestre Simão”, pertencente à empresa pública Atlânticoline, que encalhou no início de janeiro no porto da Madalena do Pico, e que assegurava o transporte de passageiros e viaturas entre as ilhas do Triângulo (Faial, Pico e São Jorge), anunciou o Capitão do Porto da Horta, Rafael da Silva.
“Tivemos a informação de que foram apresentadas sete propostas”, referiu o responsável pela autoridade marítima, acrescentando que o grupo de seguradoras que está a acompanhar o processo vai agora avaliá-las “tendo em mente a exequibilidade dos planos”, sem, no entanto, “descurar os aspetos financeiros”.
De acordo com o Capitão do Porto da Horta, esse prazo de avaliação poderá demorar “entre uma a duas semanas”, seguindo-se a apresentação final de um ou mais planos de remoção do navio “Mestre Simão”.
As propostas apresentadas sugerem duas soluções distintas para a remoção do navio, uma das quais passa por retirar o barco inteiro do local, via marítima, enquanto que a outra sugere o seu desmantelamento para terra.
“As soluções passam, por um lado, por fazer chegar ao navio uma plataforma, equipada com uma grua com capacidade para levantar o navio e depois colocá-lo numa barcaça e removê-lo para outro local na ilha do Pico ou no continente onde seria depois acabada a sua demolição”, adiantou Rafael da Silva, acrescentando que a outra hipótese é “estudar uma alternativa por terra, fazer um aterro junto à orla costeira e proceder ao desmancho progressivo do navio para terra em grandes bocados que depois seriam cortados em bocados mais pequenos, reciclado e se necessário fosse exportado para fora da ilha”.
De acordo com as informações recolhidas pela autoridade marítima, as propostas de remoção do navio apontam para que os trabalhos demorem “entre três a cinco meses”, devendo estar concluídas, em qualquer dos casos, no início do verão.
Atlânticoline pode vir a suspender a Linha Lilás
O acidente do Mestre Simão e a decisão de não fretar nenhum outro navio para a sua substituição, pode significar para a Atlânticoline a suspensão da ligação entre o Faial, Pico, Velas, Calheta e Angra do Heroísmo.
Perante esta situação, a Câmara do Comércio e Indústria de Angra do Heroísmo (CCAH), através do seu Presidente Sandro Paím receia que esta situação prejudique a ligação da ilha Terceira com as restantes ilhas do Grupo Central, com as consequências inevitáveis no turismo.
Para Sandro Paím “se queremos crescer no turismo de forma sustentada, temos que ter uma oferta de mobilidade aos turistas que lhes permitam visitar mais que uma ilha do Grupo Central”.
Considera, ainda, o Presidente da CCAH que está em causa o desenvolvimento estratégico destas ilhas e o crescimento económico destes concelhos, na medida em que “este tipo de oferta incrementa o mercado que os comerciantes locais têm”.
Contatada pelo Tribuna das Ilhas para esclarecer esta possível suspensão, a Atlânticoline referiu que a decisão de suspensão ou não da Linha Lilás compete ao Governo, com o qual irão reunir em breve, não podendo avançar nada uma vez que esta linha está incluída nas obrigações de serviço publico.
Quanto ao possível fretamento de um barco para a Linha Lilás, a Atlânticoline avança que não tem nada a acrescentar ao que foi dito na conferência de imprensa realizada na ilha de São Miguel, ou seja, não vão fretar nenhum barco, o serviço vai ser assegurado com o Gilberto Mariano e com os cruzeiros.
A Linha Lilás tinha uma periodicidade semanal e ligava os portos de Velas, Calheta e Angra do Heroísmo.