Tribuna das Ilhas

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24
novembro

CDU/Faial reúne com o Presidente do IMAR e Diretor do DOP

Escrito por Flávia Taibo

Na passada sexta-feira, a CDU/Faial reuniu-se com Hélder Silva, Diretor do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores (UAç) e Presidente do Instituto do Mar (IMAR).
Esta reunião deu-se no seguimento das notícias do encerramento do IMAR

A CDU/Faial reuniu-se no passado dia 17 de novembro com Diretor do DOP e Presidente do IMAR, Hélder Silva, a fim de perceber o ponto de situação do IMAR e do DOP após a notícia de encerramento do instituto.
“A CDU/Faial, obviamente que tinha a necessidade de se informar sobre este processo que se prende com o futuro do DOP e da associação que lhe está associada que é o IMAR. E para isso, há dois dias atrás, encontramo-nos e reunimo-nos com os trabalhadores ligados ao IMAR e hoje viemos ter uma reunião com o Diretor do DOP e Presidente do IMAR”, revelou José Decq Mota em declarações aos jornalistas.
Com estas duas reuniões o partido tentou perceber o problema e a situação para se poder preparar para “tomar as posições adequadas nos momentos e nos sítios próprios quando for necessário”, sublinhou o representante da CDU na Assembleia Municipal.
Relativamente ao encerramento do IMAR, o deputado adiantou que segundo sabe “não está nenhum processo de extinção convocado” na Assembleia Geral do IMAR, composta por várias universidades.
Resta saber se o IMAR irá ou não concorrer aos planos de médio prazo do Fundo da Ciência e Tecnologia porque “se não concorrer é sinal que os seus associados não estarão interessados na sua continuação, se concorrer não se poderá inferir isso”, salientou Decq Mota, frisando que desconhece a posição do IMAR sobre este assunto.
Para o deputado, o que está em causa é o prestigio que o DOP, sediado no Faial, como um departamento da UAç, ganhou ao longo dos anos pela sua investigação marinha. “Uma investigação científica pura e aplicada”, frisou.
Decq Mota salientou que parte do problema é de preservar a qualidade e a produtividade deste polo durante “qualquer evolução estrutural que tenha de haver”.
“A outra parte do problema é que nós vivemos num país que criou um sistema de investigação científica que até avançou bastante depois do ministro Mariano Gago, mas que se preocupou com tudo menos com uma coisa que foi a criação de condições para a estabilidade de quem trabalha”, explicou o representante do CDU/Faial.
José Decq Mota afirma ser injusto e inaceitável o facto de haver centenas de investigadores no país inclusive neste polo da UAç que são doutorados, mas que “têm um trabalho completamente precário”, acrescentando que “se vão ser feitas modificações na estrutura funcional deste polo, então este problema também não pode ser esquecido”.
Em declarações aos jornalistas, o comunista revela que os próprios trabalhadores se encontram não só preocupados com os projetos de investigação que estão a desenvolver ou já estão em desenvolvimento como também com isto afetará as suas vidas pessoais.
No que à criação do novo centro de investigação da UAç diz respeito, Decq Mota afirma que o Okeanos “já existe como centro de investigação, mas que não existe ainda como instituto, com autonomia administrativa e financeira”, mas que terá de ser sediado na Horta.
Na sua opinião “qualquer outra interpretação diferente da desta” é por em causa a tripolariedade da Universidade e por sua vez “parte da autonomia” da região.
“Tem a ver de facto com a configuração, tem a ver com a existência da região autónoma e a criação da região autónoma naquela época e, portanto, não pode ser diferente. A defesa do DOP e do polo da Horta é absolutamente essencial e tudo o que se faça de transformação tem de ser na base dessa defesa”, frisou José Decq Mota.

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24
novembro

IMAR – Luís Garcia e Carlos Ferreira apelam à intervenção do Governo

Escrito por João Paulo Pereira

Os deputados do Faial eleitos pelo PSD reuniram-se, na ilha de São Miguel, com o Reitor da Universidade dos Açores para tomar nota da posição da UAç no processo do IMAR.
Na reunião os deputados faialenses apelaram à intervenção do Governo Regional na busca de soluções este setor que consideram estratégico para o desenvolvimento da Universidade dos Açores e da Região

O Deputado Luís Garcia, porta-voz do PSD/Açores para o Mar, acompanhado pelo também deputado Carlos Ferreira, reuniram-se com José Luís Gaspar, Reitor da Universidade dos Açores, para se aperceberem da posição que a UAç tem em relação ao eventual encerramento do IMAR.
“Já reunimos com o presidente do IMAR, com representantes dos colaboradores do IMAR e agora com o Senhor Reitor. Há um conjunto de preocupações que são comuns, mas que não parecem estar devidamente salvaguardas”, explicou o deputado regional Luís Garcia.
Para Luís Garcia, há preocupações essenciais para as quais ainda não há resposta, como seja a integração e a estabilidade profissional dos cerca de 100 colaboradores do IMAR ou a importância da comunidade científica que trabalha no IMAR do ponto de vista social, cultural e até económico no Faial.
“Na sexta-feira foram enviadas cartas de despedimento a cerca de oito colaboradores do IMAR e esse dado reforça a nossa preocupação. Além disso, o Governo não pode dizer que está surpreendido com o anúncio de encerramento do IMAR quando à data desse anúncio devia mais de 1 milhão de euros ao IMAR”, afirmou.
Segundo Garcia, o PSD/Açores defende o reforço do papel do DOP na Universidade e na Região e o reforço da capacidade de investigação que a própria universidade quer assumir.
Nesse contexto, o parlamentar apelou a todos os intervenientes neste processo, incluindo o Governo regional, para que dialoguem e se sentem à mesa para encontrar soluções para um setor que é estratégico para o desenvolvimento da Universidade dos Açores e da Região.

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24
novembro

Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais exigem atualização dos salários

Escrito por Susana Garcia

10% é o valor que o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas – STFPSSRA pretende de atualização para a remuneração complementar para os trabalhadores da Administração Regional e Local em 2018.
O coordenador da direção regional do sindicato João Decq Mota acusou ainda o governo de continuar a “usar e abusar” dos programas ocupacionais para “satisfazer as necessidades permanentes dos serviços

O STFPSSRA, numa conferência de imprensa realizada na manhã da passada sexta-feira, reivindicou uma atualizaçãode 10% para a remuneração complementar dos trabalhadores da Administração Regional e Local para 2018, como forma de amenizar os custos de insularidade e repor alguma justiça social.
“O STFPSSRA exige a atualização da Remuneração Complementar para os trabalhadores da Administração Regional e Local em 10% para 2018”, afirmou o coordenador da direção regional do sindicato João Decq Mota.
O sindicato convocou os jornalistas para dar a conhecer as conclusões da reunião da Comissão Executiva da Direção Regional dos Açores que decorreu na cidade da Horta nos dias 16 e 17 de novembro.
No entender da Comissão Executiva o orçamento de estado para 2018, “não só não resolve os problemas dos trabalhadores da Administração Pública, como fica muito aquém das necessidades”, uma vez que desta forma “os trabalhadores continuam sem ter o seu salário atualizado desde 2009 e assim vão continuar”, denuncia João Decq Mota.
Além da atualização remuneração complementar e dos salários, o sindicato reivindica a revisão das carreiras e a reposição das trinta e cinco horas semanais.
O Coordenador denunciou ainda que o governo continua a “insistir” numa política de redução de trabalhadores, “diminuindo a capacidade de resposta dos serviços públicos” e a “usar e abusar dos programas ocupacionais para satisfazer as necessidades permanentes dos serviços”.
No que se refere ao orçamento para o ano de 2018 e tendo em conta “esta realidade”, o coordenador considera que este “está longe de corresponder às expetativas e necessidades dos trabalhadores da função pública, é contrário aos seus interesses, e desvaloriza os serviços públicos”.
Perante esta situação o sindicato aproveitou a ocasiãopara apelar aos trabalhadores para aderirem à greve agendada para o próximo dia 24 de novembro, que tem como objetivo lutar pela negociação da carreira de Técnico Auxiliar de Saúde, pela aplicação das 35 horas, pela admissão dos trabalhadores necessários ao Serviço Regional de Saúde, pela valorização da carreira de Técnico Superior de Diagnóstico e Terapêutica, pelo fim dos cortes no pagamentos de horas entre outras.
João Decq Mota, garantiu ainda que o sindicato vai exigir que “o governo regional tome medidas eficazes de combate à precariedade e ao abuso dos contratos a prazo na Administração Pública Regional” e que cumpra a legislação da mobilidade intercarreiras.
A finalizar Decq Mota salientou que o sindicato está também, atento à situação do IMAR e ao seu possível encerramento egarantindo que “tudo fará para que sejam salvaguardados os postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores”.
“O STFPSSRA reafirma a sua determinação e empenho na acção sindical nesta Região Autónoma com o objetivoda defesa intransigente de todos os trabalhadores ao serviço da Administração Pública, das IPSS e do Sector Empresarial Regional”, frisou o coordenador.

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24
novembro

Açores com meios para repor rendimentos da função pública em 2018

Escrito por João Paulo Pereira

O Bloco de Esquerda (BE) entregou na Assembleia da República uma proposta de alteração ao Orçamento de Estado para o ano de 2018, com o intuito de permitir à Região Autónoma dos Açores repor os rendimentos dos funcionários públicos, resultantes do descongelamento de carreiras, mais cedo que no continente.
Segundo o BE a Região tem condições para promover essa reposição já a partir de Janeiro

O BE entende que, nos Açores, a reposição dos rendimentos dos funcionários públicos, deve ser feita de forma integral em 2018, pois, devido à Autonomia, o Governo Regional tem meios para uma devolução mais rápida dos rendimentos do que a nível nacional.
Tendo em conta que os Açores “não têm um problema grave de défice, nem de dívida pública, não compreendemos que o pagamento que corresponde ao descongelamento das carreiras seja feito em dois anos”, disse o deputado António Lima, que defende a reposição total já a partir de janeiro do próximo ano.
Para concretizar tal desiderato, o BE entregou na Assembleia da República uma proposta de alteração ao Orçamento de Estado que pretende dar à Região Autónoma dos Açores a possibilidade de repor os rendimentos dos funcionários públicos – decorrentes do descongelamento das carreiras – mais cedo do que no continente.
A referida proposta estabelece que os órgãos de governo próprio das regiões autónomas poderão optar pelo pagamento dos acréscimos remuneratórios por inteiro a partir de 1 de janeiro de 2018 aos trabalhadores das respetivas administrações públicas regionais, ou por outro faseamento desde que não sejam ultrapassados os prazos definidos para os funcionários públicos do continente.
O BE apresentou também, após reuniões com os sindicatos dos professores da Região (SPRA e SDPA), as suas propostas para área da Educação, no âmbito do Plano e Orçamento dos Açores para 2018.
Entre elas destaca-se a defesa da contabilização total do tempo de serviço que foi congelado nas carreiras dos professores, e o combate à precariedade dos professores contratados a termo através da integração de todos os professores que tenham mais de três anos de serviço.
“Se, de acordo com o Código de Trabalho, qualquer trabalhador fica efetivo após três anos de contrato a termo, não pode haver uma situação diferente para os professores”, disse o deputado, considerando que “os professores não podem ser profissionais de segunda, nem ficar precários toda a vida".

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17
novembro

APADIF comemorou no Teatro Faialense o seu 24.º aniversário

Escrito por João Paulo Pereira

O Teatro Faialense foi o palco para a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da Ilha do Faial (APADIF) comemorar no passado dia 10 de novembro o seu vigésimo quarto aniversário, com espetáculos de dança e de teatro, e prestando homenagem a funcionários e cidadãos relevantes para a Associação

No Teatro Faialense, a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da Ilha do Faial (APADIF) comemorou no passado dia 10 de novembro o seu vigésimo quarto aniversário, com a atuação de diversos grupos de dança e de teatro em que os artistas principais foram os utentes das diferentes valências da Associação e que animaram o público que encheu por completo o recinto.
Logo após as muitas atuações da noite, a Direção da APADIF homenageou dois funcionários que completaram 10 anos ao serviço da Insti-tuição, bem como diversos cidadãos pelo reconhecimento do trabalho desenvolvido, de forma gratuita, em prol dos utentes da APADIF.
Após terem sido prestadas as devidas homenagens, tomou da palavra o Presidente da Direção da APADIF, José Alberto Fialho, que, no momento em que se comemora este 24.º aniversário, referiu que “não tem sido tarefa fácil chegar aqui, é com muito trabalho e persistência que vamos conseguindo alcançar alguns dos objectivos a que nos propusemos”.
“O ATL inclusivo das Angústias tornou-se uma realidade em 2017 onde o trabalho assenta na inclusão, mas acima de tudo aceitação da diferença. Uma valência possível graças a uma parceria com o Centro Paroquial das Angústias com um papel importantíssimo do Padre Paulo Silva”, frisou o Presidente da APADIF.
Referiu José Fialho que a “aquisição da carrinha adaptada é hoje uma realidade, num investimento que rondou os cinquenta mil euros”. As parcerias com as escolas, juntas de freguesia, com as Casas do Povo têm sido uma mais-valia da APADIF para mostrar que a inclusão deverá ser uma realidade e que esse trabalho e essa motivação têm que ser de todos e de cada um de nós”.
Para o Presidente da Direção da APADIF, foi “devido a estas parcerias que conseguimos trazer ao Faial a equipa de basquetebol da Associa-ção Portuguesa de Deficientes, Delegação de Braga, que desenvolveu um trabalho de sensibilização nas escolas e na comunidade em geral, deixando a mensagem de que nada é impossível”. É necessário que a deficiência deixe de estar escondida, pois cada um de nós é agente da mudança e a inclusão só passará a fazer parte do nosso quotidiano quando enraizada e promovida por todos.
Segundo Fialho “ainda há muito a fazer nesta ilha e a APADIF quer contribuir para que se faça mais para a ilha e para as pessoas desta ilha”.
Destacou, ainda, o facto, de pretender alargar a oferta aos idosos, construindo na Conceição um centro de noite, de se necessitar de mais um CAO para a ilha, com a Associação a exigir essa valência pois tem provas dadas na área da deficiência.
Neste aniversário, lançou um desafio para a criação de um Conselho Consultivo para a Defi-ciência e Inclusão em que estariam integradas as forças vivas da nossa sociedade, à semelhança do que acontece em Portugal continental, com o objectivo de promover e valorizar a cidadania e a participação das pessoas com deficiência e as suas organizações.
O sistema de atribuição de produtos de apoio na Região Autónoma dos Açores (SAPA), que se destina a pessoas com deficiência e aquelas que por uma incapacidade temporária necessitem de produtos de apoio, foi criado em agosto de 2015. Constitui seu objectivo a realização de uma política global, integrada e transversal de suporte às pessoas com deficiência de forma a compensar e atenuar as limitações da atividade e restrições da participação decorrente de uma deficiência.
Para o Presidente da APADIF, “ao contrário do que acontece no Continente Português em que a atribuição de produtos é feito de forma gratuita, este sistema na RAA define que a atribuição destes produtos é feito de uma forma universal e tendencialmente gratuita, o que discrimina os açorianos e enferma de muitas dificuldades no seu processo de atribuição, concluiu.
De seguida, nesta cerimónia usou da palavra a vereadora do Município Ester Pereira que destacou o trabalho da APADIF ao longo dos vinte e quatro anos de vida em “áreas sensíveis como a inclusão da pessoa com deficiência, para a infância, para a juventude e para o bem-estar da pessoa idosa”.
“ A APADIF tem sido uma parceira fundamental da autarquia no objetivo de promover e desenvolver projetos e trabalhos de mérito que contribuem para o desenvolvimento social e comunitário dos seus utentes e da população em geral”, destacou a vereadora.
Para a responsável, a autarquia tem o dever de, em conjunto com as instituições do concelho, estar à altura dos desafios para permitir o reforço das parcerias, para que se encontrem soluções para quem mais precisa e em que a celebração dos diversos protocolos entre o Município e a APADIF mostram a importância que é reconhecida a esta Instituição.
Para o Diretor Regional dos Assuntos do Mar, Filipe Porteiro, em representação do Presidente do Governo Regional, a APADIF “tem um papel fulcral na ilha do Faial através da sua ação para a integração e inclusão social”.
“Todos nascemos com os mesmos direitos, as crianças, os adultos, independentemente da sua etnia, religião, origem social, têm direitos consagrados, por isso é fundamental que uma criança, um jovem ou adulto com necessidades especiais usufrua de respostas sociais que levem à sua inserção na sociedade como membros de facto e de direito”, destacou na sua intervenção Filipe Porteiro.
O Diretor Regional mostra-se rendido ao trabalho desenvolvido pela APADIF ao longo dos vinte e quatro anos de vida em prol da integração da pessoa com necessidades especiais. Por isso, refere, o “Governo Regional dos Açores tem apoiado de forma substancial a APADIF nas suas diversas valências, como o serviço de reabilitação, o banco de ajudas técnicas, o Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil ou o Centro de actividades de tempos livres”.
Porteiro salientou ainda a capacidade da APADIF de fazer parcerias estratégicas para alcançar os seus objectivos, percebendo que a cooperação institucional é fundamental para a resolução com sucesso de problemas complexos como a inclusão e a integração social. Aqui destacou o projeto relacionado com o mar a iniciativa “Vela para Todos, Faial sem limites”, que resultou de uma parceria entre a APADIF e o Clube Naval da Horta e que permite o acesso a um desporto a quem de outra forma o não poderia fazer.
Merece, ainda, referência a distribuição da revista VOZES, na sua 11.ª edição, que mostra a actividade desenvolvida pela APADIF ao longo de todo o ano, a opinião de técnicos e utentes e ainda dos parceiros desta Associação. Por último, com todos os participantes neste espectáculo no palco, foi cantado o hino da APADIF.

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17
novembro

Hospital da Horta distinguido com Menção Honrosa do "TOP5 ’17 – A Excelência dos Hospitais"

Escrito por Susana Garcia

O Hospital da Horta conquistou uma Menção Honrosa nos prémios “TOP5 17 – A Excelência dos Hospitais”, atribuído pela IASIST, empresa multinacional que se dedica à realização de estudos de 'benchmarking' aos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e da Região Autónoma dos Açores.
O TOP’5 – A Excelência dos Hospitais pretende distinguir os hospitais que apresentaram os melhores resultados clínicos

A multinacional de origem espanhola que avalia o desempenho dos hospitais públicos IASIST, promoveu, pela quarta vez em Portugal, a atribuição de prémios aos Hospitais do SNS que apresentam anualmente os melhores níveis de desempenho.
A cerimónia de atribuição de prémios teve lugar no dia 7 de novembro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Este ano foram atribuídos 5 prémios, em duas categorias distintas, a Consistência e a Evolução Clínica, por cada tipologia de hospitais de acordo com os critérios de classificação dos Hospitais definidos pela Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. (ACSS), no total de 10 prémios e uma menção honrosa, entre as 44 unidades concorrentes.
O Hospital da Horta foi distinguido com uma Menção Honrosa nos prémios 'TOP5 ’17 – A Excelência dos Hospitais', na categoria de hospitais com melhor desempenho na evolução dos indicadores clínicos nos últimos três anos e foi a unidade hospitalar que apresentou a melhor evolução na globalidade dos indicadores clínicos, quando comparado com os restantes hospitais do Grupo B.
A evolução dos seus resultados traduz-se na diminuição do número de readmissões urgentes não esperadas, assim como na melhoria da adequação dos tempos de internamento face às caraterísticas dos doentes tratados.

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17
novembro

Cidade da Horta distinguida com o prémio Educação Ambiental 2016

Escrito por Flávia Taibo

O Município da Horta recebeu, na semana passada, um galardão pelas atividades de educação ambiental que promoveu no ano de 2016

O Município da Horta foi distinguido no passado dia 8 de novembro no decorrer na terceira reunião regional das águas balneares costeiras, na ilha de São Miguel pelo seu desempenho em atividades de educação ambiental no ano de 2016 .
Segundo o presidente da Câmara Municipal da Horta, “a importância da educação ambiental na sociedade é um assunto fundamental para a vida de todos, constantemente encontramos situações em que pessoas presentes no meio social não conseguem exatamente entender quais os verdadeiros riscos e as proporções do mau uso dos recursos ambientais, pelo que ver o nosso trabalho distinguido, é um sinal de que estamos no caminho certo”.
Nesta reunião na qual participou o Vereador Filipe Menezes, foi feito um balanço da época balnear passada e discutido os detalhes de preparação para a próxima época, com apresentações e partilha de experiências de entidades competentes.

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17
novembro

Novo Conselho de Administração da UrbHorta já tomou posse

Escrito por Susana Garcia

Na reunião magna da Assembleia Geral, José António Faria de Freitas, foi eleito presidente do conselho de administração da UrbHorta, Construção, Gestão e Exploração de Projetos de Desenvolvimento Empresarial, EM.
O novo presidente substitui Filipe Menezes

No passado dia 9 de novembro, na sala de sessões da Câmara Municipal da Horta (CMH), teve lugar a tomada de posse do novo conselho de administração da UrbHorta, Construção, Gestão e Exploração de Projetos de Desenvol-vimento Empresarial, EM.
José António Faria de Freitas, professor do quadro da Escola Secundária Manuel de Arriaga assume agora as funções de presidente da empresa municipal, substituindo assim no cargo Filipe Menezes.
O novo presidente foi eleito na reunião magna da Assembleia realizada no passado dia 3 de novembro, como presidente do Conselho de Administração da UrbHorta, Construção, Gestão e Exploração de Projetos de Desenvol-vimento Empresarial, EM.
O Conselho de Administração da Urbhorta é ainda constituído por Filipe Ávila Menezes, Vereador da CMH, como primeiro vogal, Diva Catarina Bettencourt e Silva, professora do Ensino Artístico, como segundo vogal.
José Leonardo Silva, presidente da Câmara Municipal da Horta preside à Assembleia Geral da UrbHorta e tem como vogais Luís Manuel de Castro Rocha, Empresário e Sara Patrícia da Silva de Luís de Oliveira, Técnica Superior.
Orlando Lourenço da Rosa, e Lúcia Maria Dias de Matos, fisioterapeuta, foram nomeados Conselheiros da Assembleia Geral.
A UrbHorta tem por objetivo atividades de natureza de interesse geral e atividades de promoção do desenvolvimento local e regional.

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17
novembro

Professores da Horta entregam Resolução na Assembleia Legislativa

Escrito por Flávia Taibo

Na passada quarta-feira, os professores da Horta usufruíram do seu direito à greve e concentraram-se junto da EBI da Horta, seguindo depois para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRRA) para a entrega de uma Resolução

Em Dia Nacional de Luta dos Professores e Educadores, dia 15 de novembro, em convergência com todas as organizações sindicais, cerca de 50 professores do Faial usufruíram do seu direito à greve e concentraram-se junto da EBI da Horta, pelas 9h00, para demonstrar o seu descontentamento com a atitude do Governo em relação à profissão.
Para além disso, dirigiram-se em conjunto à ALRA para entregarem uma Resolução e revindicar “todos os anos durante os quais a carreira esteve congelada, exigindo a contagem integral do tempo de serviço que cumpriram para efeitos de reposicionamento e progressão na carreira”, afirmam os professores e educadores na Resolução entregue ao chefe do gabinete da Presidente da Assembleia Legislativa, à qual o Tribuna teve acesso.
Os professores apresentaram-se abertos “à negociação de uma recuperação faseada do tempo que esteve congelado, mantendo-se, contudo, indisponíveis para a perda, ainda que parcial, de anos de serviço que foram cumpridos com inegável e reconhecido mérito”, lê-se.
Deste modo e contrariamente à afirmação do Primeiro-Ministro, “os docentes pretendem mesmo a reconstrução / regularização da sua carreira, pois, por medidas diversas impostas nos últimos anos, tem sido subvertida, a ponto de a não ser contado integralmente o tempo de serviço, a maioria dos Professores e Educadores estar impedida de chegar ao seu topo, não por falta de mérito, mas por falta de tempo útil”, sustentam os profissionais da educação.
Adicionalmente os professores lutam para que “o regime de aposentação reconheça o desgaste da profissão porque atualmente os professores têm muitos anos de serviço e acusam um desgaste já muito grande” revela a representante dos docentes em declarações ao Tribuna das Ilhas.
A própria acrescenta que os professores e educadores estão a lutar também “pelo direito de os docentes contratados serem posicionados também na carreira de acordo com o tempo de serviço e pelo combate à precariedade docente e vinculação dos docentes contratados às escolas”.
Os docente rejeitam ainda “novas penalizações, alegadamente decorrentes de um qualquer regime transitório” e “qualquer tipo de discriminação” de carreira “em relação a outras da Administração Pública”.
Esta manifestação foi realizada em conjunto com o Sindicato de Professores da Região Açores (SPRA) e com professores e educadores da ilha da Terceira e da ilha de São Miguel que também fizeram greve e se reuniram junto à Secretaria Regional de Educação e Cultura e ao Palácio de Sant’Ana, respetivamente.

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17
novembro

Vereadores do PSD/Faial discordam com aumento do número de cargos de nomeação política no Concelho

Escrito por Susana Garcia

Os vereadores eleitos pela coligação Acreditar no Faial na reunião de Câmara da semana passada, manifestaram-se contra a posição do presidente de aumentar o número de cargos de nomeação política no concelho.
Em causa está a nomeação de mais um administrador para a empresa municipal Urbhorta, cujas funções no mandato anterior eram exercidas por um vereador

Num comunicado enviado às redacções, os vereadores eleitos pela coligação Acreditar no Faial, dão a conhecer que na reunião da passada quinta-feira, dia 9 de novembro, manifestaram “a sua profunda discordância” com a decisão do Presidente da CMH, de aumentar o número de cargos de nomeação política no concelho, com a nomeação de mais um administrador para a empresa municipal UrbHorta.
Carlos Ferreira, Estêvão Gomes e Sandra Goulart, lembram que no mandato anterior “a presidência da UrbHorta era acumulada por um vereador, com poupança financeira”, acrescentando a este respeito que, “a nomeação de um presidente para a citada empresa, a acrescer aos quatro membros a tempo inteiro que formam o executivo camarário, vai aumentar ainda mais a despesa municipal, com custos para todos os cidadãos”, denunciam.
No documento, os vereadores colocam em causa a escolha do novo presidente, questionando sobre o “critério de escolha do novo presidente”, que no seu entender para além “de não ter formação ou experiência na área, fez parte da lista do PS para as autárquicas”, os vereadores consideram, que a nomeação “cria a perceção de que se trata do cumprimento de uma promessa eleitoral”.
“Não se trata de qualquer apreciação de natureza pessoal”, mas de “perceber o critério e opor-se ao aumento deste tipo de despesa municipal”, salientam os vereadores no documento, reforçando que neste contexto a coligação Acreditar no Faial classifica “este processo de engorda dos lugares de nomeação política do município” como “um mau sinal” dado pelo PS.
No documento, os vereadores recordam que também na reunião de câmara de 24 de outubro, “o presidente da câmara havia informado que o gabinete de apoio à presidência passava de três para quatro elementos”, terminam.

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