No âmbito da Comissão de Economia, a Secretária Regional dos Transportes e Obras Públicas anunciou que o processo de abertura a capitais privados da Azores Airlines já se encontra em curso
Na passada segunda-feira, 13 de novembro, após a reunião da Comissão de Economia do Parlamento dos Açores, na Horta, a propósito das propostas de Plano e Orçamento para 2018, a Secretária Regional dos Transportes e Obras Públicas, Ana Cunha, anunciou que a Azores Airlines será parcialmente privatizada e que o processo de abertura a capitais privados da Azores Airlines já está aberto.
"O processo de abertura a capitais privados da Azores Airlines é um processo negocial que ainda está em curso", explicou Ana Cunha, assegurando, contudo, que "existem algumas premissas das quais o Governo Regional não abdicará".
As premissas passam por manter a maioria do capital social da Azores Airlines e o “objeto social” da companhia aérea que é “servir os açorianos”, referiu a Secretária Regional.
“A manutenção das rotas entre os Açores e o continente nunca poderá ser algo que seja posto em causa, assim como não poderá ser a ligação ao Canadá e aos Estados Unidos, às nossas comunidades de emigrantes", frisou a Ana Cunha.
Segundo Ana Cunha, o Governo dos Açores vai investir, em 2018, cerca 86 milhões de euros na área dos transportes e, aproximadamente, 56 milhões nas obras públicas, comunicações e infraestruturas tecnológicas.
Quem o diz é o Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia em declarações aos jornalistas após a audição da Comissão dos Assuntos Parlamentares, Ambiente e Trabalho, de Economia e dos Assuntos Sociais.
Gui Menezes destacou as prioridades para 2018 nas áreas que tutela e revelou o investimento previsto para 2018 nas mesmas
O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia destacou como prioridades para 2018, no passado dia 13 de novembro, na Horta, não só a sustentabilidade da pesca num ambiente marinho saudável, a gestão costeira e a conservação da biodiversidade marinha, como também a promoção da internacionalização da investigação e a transferência do conhecimento desta para o tecido empresarial açoriano.
O Secretário assegurou ainda que a Escola do Mar dos Açores sediada na ilha do Faial "estará concluída durante o primeiro semestre do próximo ano”.
Relativamente à área das pescas, Gui Menezes sublinhou que “o grande objetivo de fundo é a sustentabilidade da exploração dos recursos, baseada no conhecimento científico”, estando previsto a investigação e a monitorização dos recursos marinhos e das pescas, num valor de aproximadamente 1.1 milhões de euros.
Ainda sobre a área das Pescas, que regista um reforço de 6% em comparação com 2017, o Secretário Regional realçou vários investimentos em infraestruturas de apoio ao setor, nomeadamente em portos e entrepostos frigoríficos, a fim de “melhorar a qualidade do pescado e valorizá-lo cada vez mais”.
Para tal, serão realizadas obras de requalificação dos entrepostos da Horta, Ilha do Faial, da Madalena, no Pico, e das Lajes das Flores, assim como será criada uma sala para a preparação de pescado na lota de Vila do Porto, em Santa Maria.
No que à componente ambiental marinha diz respeito, Gui Menezes mencionou o arranque da segunda fase do Programa Estratégico para o Ambiente Marinho dos Açores (PEAMA II) “para responder aos desafios decorrentes da política ambiental marinha regional e às obrigações decorrentes da implementação da Diretiva Quadro Estratégia Marinha e das Diretivas Aves e Habitats da Rede Natura 2000”.
Nas áreas da Ciência e Tecnologia, Gui Menezes salientou a abertura do concurso de projetos de investigação e desenvolvimento alinhados com a RIS3 e a manutenção do apoio a projetos de investigação promovidos por empresas que envolvam atividades de interação com as entidades não empresariais do Sistema Científico e Tecnológico dos Açores.
O investimento previsto para 2018 nas áreas das Pescas, Assuntos do Mar e Ciência e Tecnologia atinge um valor global superior a 57 milhões de euros.
As faialenses que estão a participar no projeto holandês “School at Sea” chegaram esta sexta feira a Tenerife.
Esta é a sua terceira paragem desde que partiram de Amesterdão a 27 de outubro
A velejadora do Clube Naval da Horta (CNH), Mariana Rosa e Miriam Pinto chegaram esta sexta-feira, dia 13, a Tenerife.
As faialenses estão a bordo do “Thalassa”, no âmbito do “School at Sea”, Projeto educativo holandês que reúne alunos de todo o mundo, do ensino secundário, com idades entre os 14 e os 17 anos.
Mariana Rosa e Miriam Pinto, são as únicas portuguesas a bordo, sendo os restantes 35 alunos todos holandeses. Neste projeto, os participantes fazem parte do ano letivo a bordo de um navio à vela, com tudo o que implica a vida marítima, desde a cozinha à navegação, passando pela manutenção do navio, meteorologia e limpeza.
A aventura teve início a 27 de outubro e termina a 21 de abril de 2018 no porto de partida em Amesterdão
No seu blog Mariana Rosa refere que a viagem até Tenerife durou 17 dias “com duas paragens e muitos vómitos pelo caminho”
Segundo a velejadora nos primeiros dias o vento não esteve a favor, por isso metade da viagem até Espanha foi feita a motor.
“Estivemos dia 2 e 3 de novembro em La Coruña e nesses dois dias eles deram-nos algumas horas para conhecer a cidade. Tenho que dizer que a rua principal é linda!”
A segunda paragem foi em Porto Santo. Mariana conta que “ao atracarmos estava tanto vento que um barco a tentar ir para outro sítio, veio bater em nós, mas não aconteceu nada”.
Quanto à rotina diária a velejadora do CNH avança que “nos dias no mar eu tenho wacht das 9h à 1h e passo o tempo quase todo ao leme.
Adoro a sensação de estar sozinha ao leme, só a ouvir o som do vento e das ondas e a ver as estrelas cadentes a passar”.
Mariana confessa no seu “diário de bordo” que “até agora a viagem está a ser incrível, apesar de ser a pessoa que mais vomita”.
Falar holandês também já faz parte do seu dia a dia “apesar de ainda só saber algumas frases e palavras”.
Mirian Pinto, no Facebook publicou que as duas horas antes da partida foram de “muita ansiedade e nervosismo” e recorda que na altura ela e todos os restantes participantes estavam “a rezar para poder voltar para casa”.
O Thalassa ruma agora com destino até à sua próxima paragem Cabo Verde.
Nos dias 11 e 12 de novembro, o Clube de Ténis da Terceira recebeu o Masters Inter-regional dos Açores.
O CTF fez-se representar nesta competição com os atletas sub10 Guilherme Mendes e Miguel Nóbrega, e com os jogadores sub9 Dinis Vieira e Filipe Furtado.
Nesta que foi a sua primeira presença no Circuito SmashTour o clube faialense teve uma boa prestação. A dupla Guilherme Mendes e Miguel Nóbrega conseguiu o 2º lugar do pódio na vertente de pares.
No escalão de sub10, Guilherme e Miguel atingiram o primeiro e segundo lugar do quadro de consolação respectivamente. No quadro de pares, uniram forças e disputaram uma excelente final, perdendo-a contra a dupla do Clube de Ténis de São Miguel, Pedro Campos e João Macedo.
Destaque também para excelente participação individual dos dois tenistas do escalão de sub9 Filipe Furtado e Diniz Vieira. Filipe Furtado chegou aos quartos de final do quadro principal, acabando por perder contra Alexandre Bispo do Praia Ténis Clube. Já Dinis Vieira perdeu nas meias finais contra Sofia Amaral do Clube de Ténis da Ilha Terceira.
O Campeonato Nacional de Apneia Indoor organizado pelo CNH com o apoio da Fede-ração Portuguesa de Ativi-dades Subaquáticas (FPAS), marcado para 1 e 2 de dezembro de 2017, no Faial, foi suspenso.
A decisão foi justificada pelo Presidente do CNH, pela falta de inscrições. “Apesar de todas as diligências feitas pelo CNH, na divulgação da prova e na criação de condições favoráveis de transporte e alojamento, em parceria com operadores turísticos, para atletas residentes no Continente, o número de inscrições existentes é muito baixo e não reflete uma expressão nacional, própria de um Campeonato Nacional”, explicou José Decq Mota num comunicado à imprensa.
No entanto, alguns apneístas estrangeiros demonstraram in-teresse em participar na prova anunciada, em extracompetição. Nesse sentido, o CNH, juntamente com a FPAS, “está a estudar uma alternativa de data ou de evento que vão de encontro ao interesse da modalidade e dos seus participantes”, avançou o presidente.
O Ministro do Planeamento e das Infra estruturas, Pedro Marques, afastou, na passada sexta-feira, no Parlamento, qualquer dúvida que ainda pudesse existir acerca da não ampliação da pista do Aeroporto da Horta por parte do Governo da República
Na passada sexta-feira, na Assembleia da República, aquando da discussão do Orçamento de Estado na especialidade, a Deputada Berta Cabral questionou o Ministro do Planeamento e das Infra-estruturas, Pedro Marques acerca da obra de ampliação da pista do aeroporto da Horta.
Na sua argumentação, a deputada referiu que “o Aeroporto da Horta tem tido nos últimos tempos uma operacionalidade bastante reduzida, porque a ampliação da pista e a criação de outras infra estruturas que melhoram a sua operacionalidade são essenciais e têm vindo a ser reivindicadas sobretudo pelos empresários do turismo”.
Perguntando, de seguida, ao Ministro “o que o Governo da República tenciona fazer em relação à ampliação da pista do Aeroporto da Horta e à criação das infra estruturas operacionais dessa pista”?
Em resposta o Ministro Pedro Marques esclareceu que existe um contrato de concessão celebrado com a ANA “para 50 anos e aquando dessa negociação não foi incluída a questão da operacionalidade do Aeroporto da Horta. No futuro o tema pode ser revisitado, mas o problema é que quando se fixa um contrato para 50 anos, o operador privado tende a ser rígido na sua alteração”.
E para acabar com quaisquer esperanças dos faialenses, o Ministro rematou “esta é como as poupanças das PPP, o que os privados disseram foi já cá tenho o contrato e agora faz tu Estado as obras”.
Nesta audição, o Ministro mostrou claramente que nos próximos 50 anos, devido ao existente contrato de concessão dos aeroportos portugueses, onde não está incluída a obrigação por parte do privado em solucionar, dentro desse prazo, a questão da ampliação da pista do Aeroporto da Horta, não será o Governo da República a assumir essa obra, essa obrigação e esse encargo nesse período de tempo. O que significa que, só após o termo do contrato de concessão – 50 anos - é que o Faial poderá aspirar a ver ampliada a pista do seu Aeroporto.
Por ocasião das comemorações do seu 19.º aniversário, a Escola Profissional da Horta realizou no passado dia 02 de novembro, no auditório da respetiva Escola, a sessão solene do Dia da Escola
Na comemoração do 19.º aniversário da Escola Profissional da Horta, com a presença de muitos formandos, pais e convidados, usou primeiramente da palavra o Presidente da Assembleia Geral da Santa Casa da Misericórdia da Horta e do Conselho Consultivo da Escola Profissional Guilherme Pinto, o qual informou que por motivo de doença o Provedor da Santa Casa e Diretor Geral da EP não podia estar presente e que, por tal facto, iria efectuar a leitura do discurso que o Provedor tinha preparado.
Guilherme Pinto começou por dar as boas vindas aos membros da mesa, a todas as entidades convidadas e também aos formandos recém-diplomados, salientando, de seguida, o “papel na diversificação da oferta formativa que a Escola Profissional tem tido desde 1998, de modo a responder às necessidades de formação que se verifica a nível local e regional no que respeita ao mercado de trabalho”.
“Por isso numa dinâmica de abertura à comunidade e ao tecido empresarial, solicitamos todos os anos a colaboração de diversas entidades para a definição da nossa oferta formativa, sendo tal opinião um factor determinante na decisão” começou por destacar, no seu discurso, o Diretor Geral da Escola Profissional.
De acordo com ele, o objetivo da Escola é sempre o de ir ao encontro da necessidade de empregabilidade no nosso meio e promover a inserção dos formandos no mercado de trabalho após a conclusão da sua formação. Para o Provedor “a Escola Profissional tem-se revestido ao longo dos anos de grande importância como agente de formação profissional e de desenvolvimento local, preparando técnicos intermédios capazes de intervir em empresas, instituições do concelho da Horta e da Região”.
Neste seu discurso, o Diretor Geral mencionou ainda a colaboração que a Escola tem tido há mais de 10 anos na formação de adultos que se encontravam em situação de desemprego, apostando na sua integração no mercado de trabalho e dotando-os de novas competências que contribuíram para a sua valorização pessoal e para uma melhor reinserção no meio.
“Procuramos formar cidadãos conhecedores do local, da região e do país para que possam a partir daqui construir uma cidadania europeia e prepararem-se para os desafios de uma sociedade globalizada”, disse o Diretor.
Ao comemorar 19 anos de existência, tendo em conta as novas fronteiras da Europa e a crise dos refugiados, a Escola mostrou-se atenta a estas novas realidades e assumindo o papel de entidade formadora, propiciou a reunião de jovens de pontos geográficos distantes para pensarem e trabalharem o futuro da Europa e do projeto Europeu.
Por isso, releva o Provedor que “desde o ano letivo de 2016/2017 a Escola Profissional tem abraçado diversos projetos de intercâmbio europeu co-financiados pelo Progra-ma ERASMUS enquanto entidade organizadora e, no inicio deste ano lectivo, abraçou um novo projeto como parceiro designado ”projeto refugiados quando os números têm rosto”.
Para este, no que respeita ao sucesso da missão formativa, têm sido fundamentais a dedicação e profissionalismo dos formadores, dos colaboradores, encarregados de educação, bem como a colaboração de todos os parceiros.
Fazendo referência aos números da Escola Profissional da Horta, Fernando Dutra realçou, no seu discurso, que “até ao momento concluíram-se na Escola Profissional 44 cursos técnicos profissionais de nível 4, um curso de nível 2, 8 cursos no âmbito do programa Reativar e 37 cursos profissionais de qualificação de ativos, perfazendo um total de 82 cursos. Assim, foram diplomados 1427 formandos, sendo 505 diplomados nos cursos profissionais. No ano letivo de 2016/2017 diplomaram-se 28 formandos nos cursos profissionais de produção agrícola e técnicos auxiliares de saúde”.
“Neste dia em que a Escola Profissional assinala 19 anos ao serviço da formação, importa destacar que a formação se reveste de maior importância pois constitui uma grande arma contra a exclusão, o analfabetismo e o deficit de instrução. A utilidade da formação é imprescindível na integração, reintegração e mobilidade dos trabalhadores face aos novos desafios”, concluiu o Provedor da Santa Casa.
Por seu turno, o Presidente da Câmara Municipal da Horta começou por destacar o papel importante que a Escola Profissional tem na aprendizagem “pois um concelho não se consegue desenvolver sem conhecimento”.
Segundo José Leonardo vão continuar a existir parcerias entre o Municipio e a Escola Profissional, com objetivos claramente definidos, sendo importante hoje a abertura da Escola a projetos europeus, a novos povos, à Europa e ao mundo. Nesta sua intervenção, o edil relevou o contributo que os alunos da Escola Profissional dão às empresas, dando-lhes conhecimento, criam mais valias em várias áreas e, também, inovação, para que depois estas prestem um melhor serviço aos cidadãos.
Para o Presidente do Município, a aprendizagem ao longo da vida é muito importante, por isso “a Câmara Municipal está a trabalhar na realização de um protocolo com os Antigos Alunos, no âmbito da Universidade Sénior para que esta se consiga consolidar cada vez mais no concelho da Horta”.
Após os discursos, seguiu-se um momento cultural protagonizado pelos formandos da Escola, bem como a entrega a muitos formandos de certificados de mérito, de melhor média, de assiduidade e de participação exemplar em atividades extracurriculares e seu impacto na comunidade.
No passado dia 31 de outubro, a Sociedade Recreativa Pasteleirense comemorou o seu 75.º aniversário, reunindo para o efeito muitos sócios, familiares e convidados
A Sociedade Recreativa Pasteleirense comemorou mais um ano de vida, este com sabor especial pois foi o seu 75.º aniversário. Esta comemoração culminou com um jantar oferecido pela Direção a todos os seus sócios e familiares destes, há semelhança do que tem acontecido todos os anos.
No final do jantar, perante mais de uma centena de pessoas, o Presidente da Direção da Sociedade, começou por saudar e dar as boas vindas de forma calorosa a todos os sócios, colaboradores e ilustres convidados em mais este aniversário da Sociedade Recreativa Pasteleirense.
“Esta data celebra os 75 anos da sua existência, mas nem sempre foi fácil a concretização dos projectos propostos, mas com o empenho dos sócios e colaboradores a cada ano que passa, a obra vai-se concretizando”, salientou Luís Pereira, Presidente da Direção.
De seguida deixou “uma simples mas sincera palavra” a todos os membros envolvidos na realização desta celebração e naquelas que são feitas ao longo dos anos, destacando a equipa do Sr. Melo, aos sócios “que estão sempre presentes nas horas difíceis”, à Câmara Municipal e à Junta de Freguesia.
No final, antes de serem cantados os parabéns e partido o bolo de aniversário, foram entregues os prémios aos vencedores do torneio de bilro, um dos desportos favoritos da Sociedade.
Os novos membros do Executivo Municipal da Horta visitaram na passada segunda-feira, dia 7 do presente mês, várias infraestruturas do Município a fim de se inteirarem sobre a suas funcionalidades.
Segundo o Gabinete de Apoio à Presidência, “durante a visita o Executivo tomou conhecimento sobre o que vem sendo desenvolvido ao nível do saneamento, abastecimento de águas entre outras infraestruturas municipais”.
“Estas visitas de trabalho são importantes na medida em que permitem que consigamos ter uma perceção do que é o trabalho do Município em várias vertentes de atividade. Para além disso, permitem aferir do que ainda é possível fazer para melhorar o seu funcionamento”, salientou o presidente da Câmara Municipal da Horta (CMH), José Leonardo Silva.
A visita teve início nos armazéns da CMH na Zona Industrial, seguindo para o Parque Empresarial, viveiro e estufa municipal. O Executivo Municipal esteve ainda no Furo do Capitão, reservatório e caixa repartidora do Paiol, nos Paços do Município, na Torre do Relógio, no Cemitério, no Teatro Faialense e na Piscina Municipal.
Os membros do executivo da CMH visitaram também o Centro de Processamento de Resíduos e o Parque de Campismo do Varadouro.
Esta é a primeira visita oficial do novo Executivo Camarário que tomou posse no passado dia 20 de outubro no Salão Nobre dos Paços do Concelho e é composto por José Leonardo Silva, Luís Botelho, Ester Pereira e Filipe Menezes do PS e por Carlos Ferreira, Estevão Gomes e Sandra Goulart da Coligação PSD/CDS-PP “Acreditar no Faial”.
Na sequência do resultado das análises à água da Piscina do Complexo Desportivo da Escola Manuel de Arriaga (ESMA), que indicam a presença de uma bactéria, os deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial exigem ao Governo Regional “uma ação concertada” que resolva “as anomalias novamente detetadas na piscina”.
Este assunto, levou mesmo, Luís Garcia e Carlos Ferreira a entregar um requerimento na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA), a solicitar ao executivo esclarecimentos sobre a alteração da cor da água da piscina
Os deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial, exigiram, no início desta semana ao Governo Regional, que resolva de uma vez o problema existente na piscina do Complexo Desportivo da ESMA.
O problema já se arrasta há algum tempo e tem gerado preocupação junto da comunidade escolar. Neste sentido Carlos Ferreira e Luís Garcia, exigem que o Governo Regional promova uma “ação concertada” com vista à solução das “anomalias novamente detetadas na piscina”.
“O Governo tem de ser claro na sua atuação para resolver essa anomalia nas águas da piscina da ESMA”, entendem, considerando ainda que o executivo “deve um esclarecimento público sobre o que se está a passar para tranquilizar alunos, encarregados de educação, professores e a sociedade civil”.
Segundo os deputados faialenses do PSD/Açores, os resultados de análises agora efetuadas à água “mostraram um resultado diferente das análises anteriores que já haviam levado ao encerramento da piscina em outubro”, indicando “a presença de uma bactéria”, denunciam.
Para os deputados “é grave que a infraestrutura tenha sido reaberta sem se conhecerem as causas de tais anomalias, levando a que na semana passada centenas de alunos, que têm aulas na piscina, tenham sido expostos à bactéria que agora se descobriu”.
Perante esta situação, Carlos Ferreira e Luís Garcia insistem que o executivo esclareça se a resposta do Serviço do Desporto do Faial a essas anomalias “está adequada à gravidade da situação”, considerando que as “Secretarias Regionais com responsabilidades na matéria e que têm o dever de assegurar que uma infraestrutura desta natureza não é reaberta sem um diagnóstico completo dos motivos que levaram ao seu encerramento”, entendem.
Os deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial, já tinham entregue na semana passada, um requerimento na ALRAA a pedir esclarecimentos ao Governo sobre este assunto.
Em resposta às declarações públicas dos deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial relativamente às anomalias na piscina do Complexo Desportivo da Ilha do Faial, a Secretaria Regional da Educação e Cultura, através do Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACs) esclareceu que as “análises periódicas efetuadas se prendem com excesso de cloro na água e levaram a que, atempadamente e por razões preventivas, se procedesse ao encerramento das instalações em causa”.
Segundo a Secretaria Regional, o mais recente encerramento da piscina, também por questões de segurança e prevenção, deve-se à deteção de “um problema de ordem bacteriológica”, sendo esta uma situação diferente da anterior.
“A piscina só foi reaberta após a verificação pelo Serviço de Desporto que, em concordância com a Autoridade Sanitária, estavam garantidos os parâmetros físico-químicos e bacteriológicos adequados”, revelou a Secretaria Regional.
A Secretaria acrescentou ainda que “não é, pois, possível estabelecer uma relação causa-efeito entre o encerramento anterior e o recente encerramento da piscina, uma vez que na primeira situação se deveu a um parâmetro físico-químico (cloro acima dos parâmetros limite) e na segunda situação a um parâmetro microbiológico”, mas que ambos os encerramentos “se devem a situações determinadas nas normas que regem um espaço daquela natureza, nomeadamente às análises físico-químicas e bacteriológicas que se fazem com a frequência adequada”.
“É importante, assim, deixar bem claro que a intenção e principal preocupação dos serviços competentes é a de tranquilizar os alunos, encarregados de educação, professores e a sociedade civil, ao contrário de outros que procuram promover o alarmismo mesmo antes de apurar concretamente as situações e a atuação dos serviços envolvidos”, frisou a Secretaria Regional da Educação e Cultura.