22.ª edição do Concurso da UE para Jovens Cientistas terá lugar em Lisboa no Museu da Electricidade. Durante mais de 20 anos, o concurso tem reunido os jovens cérebros mais brilhantes da ciência europeia, sublinhando a importância da inovação e da investigação para as futuras gerações. Este ano foram seleccionados para a competição 85 projectos de 37 países.
Cerca de 130 estudantes talentosos da área científica com idades entre 14 e 21 anos vão competir para se tornarem os melhores jovens cientistas europeus de 2010. Irão apresentar os seus projectos, que cobrem um vasto leque de áreas científicas, a um prestigioso júri científico internacional, à imprensa internacional e ao público em geral na esperança de ganharem não apenas um prémio, mas o reconhecimento dos seus colegas.
A edição deste ano em Lisboa vai oferecer aos concorrentes não só a possibilidade de encontrarem e competirem com os melhores colegas a nível europeu e internacional, mas também de participarem num leque de actividades fantásticas organizadas na capital portuguesa. Irão visitar algumas das referências fundamentais da cultura portuguesa, incluindo o Oceanário e a cidade de Cascais, bem como vão participar em conferências com eminentes personalidades científicas.
O evento contará com a presença da Ministra da Educação, Isabel Alçada; do Secretário de Estado da Inovação, Carlos Zorrinho; do Prémio Nobel da Química em 2009, Ada Yonath; do Director do Centro de Pesquisa em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto, Nuno Ferrand; da Directora-Geral adjunta responsável pela área do Desenvolvimento do Espaço Europeu da Investigação da Comissão Europeia Anneli Pauli e da Chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal, Margarida Marques.
O Concurso da UE para Jovens Cientistas é uma iniciativa da Comissão Europeia destinada a estimular o interesse pelas ciências e a criar um dinamismo entre jovens estudantes de ciências para incentivar os talentos e motivar carreiras profissionais nos domínios das ciências e da tecnologia.
A fim de poderem concorrer a este prestigioso concurso, os estudantes deverão ganhar o primeiro prémio dos respectivos concursos científicos a nível nacional. Este evento anual constitui uma oportunidade para apresentar as realizações científicas dos estudantes e concorrer com os melhores colegas a nível europeu.
Um Eurobarómetro especial publicado hoje revela que os cidadãos europeus continuam a ser firmes defensores da ajuda concedida aos países em desenvolvimento. Uma semana antes da reunião de alto nível das Nações Unidas sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, a sondagem mostra que 89 % dos inquiridos consideram a ajuda ao desenvolvimento importante ou muito importante. Dois em cada três europeus acham que a UE deve cumprir a sua promessa, ou mesmo levá-la mais longe, de aumentar a ajuda ao desenvolvimento para 0,7 % do PIB até 2015, o prazo fixado para realizar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Este apoio, expresso por uma vasta maioria de cidadãos de todas as nacionalidades, tem-se mantido sempre em níveis elevados, não obstante a crise financeira e a situação económica na Europa. Neste contexto, três quartos dos europeus (76 %) afirmam estar convencidos de que, ao contribuir para evitar as duplicações e assegurar a eficácia da ajuda, a colaboração entre os países da UE constitui uma mais-valia.
É já no próximo dia 16 de Setembro, às 10h30 na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, que é lançada a PULMONALE - Associação de Luta Contra o Cancro do Pulmão. Esta é a primeira associação Portuguesa dedicada ao apoio a todos os que directa ou indirectamente lidam com esta doença Oncológica.
Trata-se de uma associação para os doentes e pelos doentes com cancro do pulmão e que procura combater o estigma que existe em torno desta doença e ajudar os que dela sofrem. O cancro do pulmão é a quarta doença oncológica com maior taxa de incidência, depois do cancro da próstata, da mama e do colon, sendo no entanto a mais mortal. Em Portugal, os dados apontam para uma taxa de incidência anual de 3500 novos casos de cancro do pulmão, pelo que é intenção da PULMONALE desmistificar a doença e ajudar doentes, familiares e a própria sociedade a encarar a doença de uma outra forma.
Segundo António Araújo, Presidente da PULMONALE “é importante apoiar doentes e familiares, mas também é fundamental combater o estigma associado ao cancro do pulmão, que continua a ser uma doença difícil de encarar e abordar, devido à elevada taxa de mortalidade. Não é fácil lidar com nenhuma doença oncológica mas é importante saber que quando diagnosticado a tempo, o cancro do pulmão pode ser tratado com sucesso.”
Sem fins lucrativos, a PULMONALE nasce para prestar aconselhamento e apoio a pessoas que sofram de cancro pulmão e seus familiares, promover a melhoria e alargamento dos cuidados médicos, a difusão de informação sobre esta doença para o público, facilitar a cessação tabágica e promover a investigação sobre as causas e tratamento desta doença.
Associados a esta causa estão nomes como Belmiro de Azevedo, Américo Amorim, Rui Nabeiro, Fernando Faria de Oliveira, Sobrinho Simões, Francisco Campos, Mário Soares, Manuel Pizarro, Maria de Belém Roseira, Maria Antónia Almeida Santos, Couto dos Santos, Isabel Galriça Neto, Emílio Rui Vilar, Ricardo Carriço, João Pina, Tiago Monteiro, Pedro Couceiro, Alvaro Parente, Tomaz Morais, Pedro Abrunhosa, Rui Reininho, André Sardet e muitos outros que não quiseram deixar de apadrinhar a PULMONALE.

O arranque oficial do ano lectivo 2010/2011 deu-se na passada quarta-feira, sendo que a grande maioria dos alunos só regressa à sala de aula na próxima segunda-feira.
Para os mais novos, esta é a altura de rever amigos, partilhar histórias das férias e voltar ao trabalho, que é como quem diz voltar a andar de volta dos livros e dos cadernos, e à rotina das aulas. Para muitos, a experiência é nova, porque vão ser alunos pela primeira vez, ou então porque se deparam com uma escola nova, com novas disciplinas e novos professores. É assim o início de um ano escolar, com a excitação a novidade no ar, o cheiro dos livros novos e da imensidão de folhas nos cadernos por estrear.
O número de alunos que neste mês de Setembro ingressa nas escolas faialenses não é muito diferente dos últimos anos. Na Escola Básica Integrada da Horta, em cujas estatísticas estão englobados todos os alunos da ilha do pré-escolar e do primeiro e segundo ciclo (até ao 6.º ano de escolaridade), em 2010/2011 são menos cerca de uma centena de crianças que rumam às salas de aula, por comparação com o ano lectivo passado.
Já no terceiro ciclo e no ensino secundário, a Escola Manuel de Arriaga não observa grande variação no número de alunos matriculados em relação a 2009/2010. Neste estabelecimento de ensino, destaque para o ensino não regular, que comporta este ano 111 alunos, cerca de três dezenas menos que em 2009/2010.
Actualmente, o ensino não regular na Manuel de Arriaga comporta 37 alunos no PERE, ou Programa Específico de Recuperação da Escolaridade. Este programa foi criado com o objectivo de contribuir para o aumento do sucesso educativo dos alunos e prevenir situações de insucesso escolar repetido ou de ou abandono escolar precoce. De acordo com o Regulamento de Avaliação das Aprendizagens dos alunos do Ensino Básico, sempre que se verifique uma segunda retenção em qualquer ciclo do ensino básico, o aluno deve ser encaminhado para um programa específico de conclusão do respectivo ciclo.
Por sua vez, 17 alunos estão integrados numa UNECA (Unidade Especializada com Currículo Adaptado). Estas unidades pretendem ser respostas educativas onde são aplicadas metodologias e estratégias de intervenção interdisciplinares ou multidisciplinares adequadas a problemáticas específicas dos alunos.
Quanto ao PROFIJ (Programa Formativo de Inserção de Jovens), trata-se de um conjunto de cursos de carácter profissional, que oferecem uma diversificação curricular com vista a combater o insucesso educativo. Os alunos que integram estes cursos podem adquirir certificações profissionais de nível I, II e III. Na ESMA são actualmente 17 os alunos que integram turmas de PROFIJ.
Em relação ao ensino recorrente, trata-se de uma modalidade especial destinada a indivíduos que não se encontram na idade normal de frequência dos ensinos básico e secundário, que desta forma, através de planos de estudos propostos, podem obter certificados e diplomas equivalentes aos dos correspondentes ciclos e graus do ensino regular. Neste momento, a ESMA conta com 21 alunos ao abrigo desta modalidade.
Em relação à Escola Profissional da Horta, no ano lectivo que agora começa vai contar com cerca de 135 alunos nos cursos técnicos de nível III, número a que acrescem 49 formandos no programa Reactivar. Este programa tem por objectivo qualificar adultos, e neste momento a Escola Profissional oferece três cursos ao seu abrigo, nas áreas de serviço de mesa (a terminar), agente em geriatria e técnico comercial, que surge este ano como novidade.
Quanto aos cursos de nível 3, este ano lectivo traz três novidades, com o surgimento dos cursos técnicos de Construção Naval/Embarcações de Recreio, Secretariado e Manutenção Industrial: Variante de Mecatrónica Automóvel. Estes vêm assim juntar-se aos cursos já a ser leccionados, nomeadamente os cursos técnicos de processamento e controlo da qualidade alimentar, Programação e Gestão de Sistemas Informáticos, Animação Sócio-Cultural, Contabilidade, Energias Renováveis e Construção Civil.