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20
setembro

Opinando objectivamente TÓPICOS: 1-Valências 2-Amuleto 3-Circuitos

Escrito por  Nuno Avelar
Publicado em Armando Amaral
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 1 Se deu palavra de honra não afirmamos, mas ouvimos Carlos Cesar afirmar (mais ou menos palavra) que, se a ANA faltasse à sua obrigação, o Governo Regional, por ele chefiado, procederia ao devido aumento da Pista do Aeroporto da Horta, durante o seu mandato.

Todavia, eleições à porta aí estão com os Rosas só a não prometerem a Lua, mas quanto ao Aeroporto, quedos e mudos ...

Nem “comovidos” tão pouco com as importantes valências atribuídas à Ilha de grande interesse turístico, tais como: Baía mais bela, Parque Natural de excelência, Centro de Interpretação do Vulcão, e, agora, Jardim Botânico, distinguido com a única Menção Honrosa no Prémio de Turismo de Portugal, a completar magnífico quarteto nacional europeu e mundial !

Mas continuando esta governança, ou mudando para outra quiçá menos bipolar, duma coisa temos a certeza: é de que, pelo menos, ninguém nos tira as ditas valências.

 

2    Há muito tempo que não escrevo sobre ciclismo, julgo mesmo que é a primeira vez que o faço no “Tribuna”, muito embora se trate dum desporto que sempre me interessou.

Naturalmente que o gosto terá começado em meados da década de 30 do século passado com as vitórias do João Cristiano nas Volta Pequena em 34 e à Ilha em 35, vestindo de Verde, organizadas pelo semanário “A Horta Desportiva”.

Quiçá aumentado com as renhidas disputas do Nicolau, do Benfica, e do Trindade, do Sporting, nas estradas continentais do Minho ao Algarve, e que seguíamos pelas apreciadas coberturas feitas pela revista “Stadium” que à Horta chegava.

E passados tantos anos, as Voltas à França e a Portugal são eventos que, pela RTP nacional, sempre acompanhamos interessadamente, tanto mais que comentadas pelo conhecido Marco Chagas, por quatro vezes vencedor da corrida portuguesa.

E este ano algo especial havia: é que tal proeza, já igualada por David Blanco, estava em risco, uma vez que o ciclista espanhol, assaz popular em Portugal, tinha como primeiro objectivo ganhá-la pela quinta vez, razão até de sua vinda.

Mesmo assim, os seus comentários foram deveras exemplares, jamais denotando qualquer animosidade, antes só lhe ouvimos os maiores elogios ao ciclista cuja primeira vitória foi alcançada com a camisola do Benfica.

Tudo isto já seria suficiente, mas um caso houve que até veio justificar o tópico:

Entre os candidatos encontrava-se o vencedor da Volta de 2011 que, este ano, foi o rei dos azares, nada menos de quatro quedas, a última das quais assaz espectacular e que o levou para o hospital, ficando impossibilitado de participar na Etapa Rainha, isto é, a da célebre subida à Torre, a 2000 metros de altitude, na serra da Estrela.

Por sinal, aquela em que David Blanco envergaria a Camisola Amarela, e ao vencê-la pela terceira vez averbou mais um record. 

Embora a Volta se decidisse no dia seguinte no “contra-relógio”, o ciclista espanhol num gesto de desportivismo e humanidade, enviou ao português o seu Amuleto (uma figa em prata) que há muitos anos sempre trazia ao pescoço e que era oferta da namorada, quando elas eram mesmo. 

E de sorte era Ricardo Mestre quem dela mais precisava.

 

3     Li na imprensa uma notícia informando que a SRCTE (vulgo Obras Publicas) “está a executar diversos arranjos urbanísticos nas estradas Regionais da ilha do Faial”.

E tantos eram que nem meia dúzia de tópicos daria para os mencionar, ou mais que suficientes para uma gigante manta de retalhos que cobriria a ilha inteira, quiçá a bater mesmo todos os recordes do “guiness book”...

Por sinal, há precisamente seis anos que estive de visita no Faial, e numa das crónicas publicadas no ido “Correio da Horta” referi-me a duas estradas da meia encosta e que haviam sido assaz frequentadas, desembocando uma na Ribeira do Cabo e outra na Ribeira Funda.

Nanja para elogiar o cuidado havido na manutenção das ditas, antes para manifestar viva estranheza pelo péssimo estado em que se encontravam, e segundo me dizem agora ainda está pior, se pior seja possível.

É que tempos houve que chegaram a constituir com a da Caldeira apreciados circuitos turísticos, tendo o Vulcão por destino, e valorizados com descida ao Varadouro pelo Sul e observação das hortências nos matos dos Cedros e Salão pelo Norte.

E hoje mais valorizados seriam com o Centro de Interpretação do Vulcão que é o mais visitado dos Açores com uma média anual de visitantes superior a vinte mil, como também lemos.

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