Conheci-o em 1989, na freguesia da Maia, ilha de São Miguel, no âmbito do II Encontro de Escritores Açorianos. Desde então mantive com ele uma longa relação de amizade e de camaradagem cultural e outras cumplicidades. E sempre o conheci igual a si próprio: afável, cortês, interlocutor amabilíssimo, senhor da cortesia, da persistência e da bondade humana. Recenseei praticamente todos os seus livros e entrevistei-o, em 2013, para o meu programa “Conversas Açorianas” (RTP/AÇORES). Perguntei-lhe se o Pico era a ilha do futuro. Do alto da sua...