Continuação da edição de 16 de novembro
Ao concluir este ofício, Ernesto do Canto Amaral não podia ser mais claro no seu propósito de debelar aquela traficância. Dizia ele ao governador ser seu propósito “que este serviço de passageiros retome a moralidade completamente perdida, mas a minha iniciativa cansa, a minha acção esgota quando tenho de fiscalizar os emigrantes e a fiscalização. É assim que tem saído desta ilha nos últimos anos um espantoso número de emigrantes clandestinos, sumindo-se a dignidade dos funcionários neste advento...