Foi no País Basco que primeiro suspeitei que a energia de fonte geotérmica poderia ser ainda mais acessível do que se pensa, mas deixem-me começar pelo início. Quando faço viagens de carro entre Bruxelas e Lisboa, normalmente em dezembro e janeiro, tenho por hábito não marcar os sítios de pernoita antecipadamente. Prefiro ir conduzindo e, quando sinto que está no momento de parar para descansar, procuro numa aplicação de telemóvel bem conhecida qual é o hotel mais próximo e que me parece ter condições mínimas. Desta forma, acabo por ficar...