Assinala-se, este ano, o centenário do final da I Guerra Mundial. Com a independência da análise militar, diplomática, económica e política, o que mais me impressiona na Primeira Guerra Mundial é o horrível morticínio de milhões de soldados, obrigados a carregar, à velha maneira das batalhas napoleónicas, contra trincheiras defendidas por barragens, praticamente intransponíveis, de fogo de artilharia e de metralhadora.Durante quatro longos anos, a Frente Ocidental transformou-se num horrível matadouro de jovens europeus (e de tropas imperiais...