Numa situação normal, neste momento estaria a escrever acerca dos múltiplos assuntos que estão na ordem do dia, e que interessam aos Faialenses. No entanto, permitam-me senhores leitores, que dedique esta coluna à partida trágica e súbita do Manuel Campos. É verdade que era um familiar meu, mas mais do que isso era um amigo, um companheiro, alguém que aprendi a respeitar pelas opiniões, fortes, obstinadas, mas sempre justificadas e fundamentadas naquilo que era a sua análise dos factos.Infelizmente, num momento de maior desesperança, partiu. Sucumbiu...