Ao contrário do que este título poderá indiciar, e apesar de ser um firme defensor da autodeterminação dos povos, eu sou muito crítico quanto à formação de novos países. Penso que a cultura, a dimensão, a coerência, a solidariedade e a redundância da maioria dos países atualmente existentes deve ser mantida e apenas colocada em causa perante situações extremas.
Ainda em jeito de introdução, devo deixar claro que não estou a escrever sobre a Catalunha ou a Escócia, mas sim sobre Estados soberanos. Portanto, não vou escrever sobre o eventual...