Uma vez mais o IMAR. Admito que é com tremendo desgosto que volto a este assunto. E digo desgosto, porque apesar de tudo o que foi dito, escrito e debatido acerca do tema, acabou por trazer, na espuma dos dias, uma aparente acalmia. Na verdade, nada mudou. O "chefe da repartição" continuou a sua vidinha. O problema é que nesta sua vidinha não há lugar a qualquer projecto, a qualquer perspectiva de dinamização, a qualquer horizonte, rasgo, motivação ou ambição que permita a este "núcleo" de investigação na Horta manter-se na vanguarda do que...