O dilema Britânico persiste, tal qual a tragédia Shake-speariana, na dúvida com laivos de loucura se a alternativa ao ser e estar (neste caso, na União Europeia) não trará consequências piores. Mas se, no Reino Unido, não há entendimento na Câmara dos Comuns relativamente ao que se quer, do lado Europeu a certeza é de que não podemos ficar numa espécie de “banho-maria”, não podendo permitir um cenário de importação das incertezas dos nossos parceiros.
Estamos perante um processo em que os membros do Parlamento do Reino Unido se encontram...