No artigo anterior – dedicado às empresas do Setor Público Empresarial (SPER) -, foquei-me, especialmente, no conjunto daquelas que, em minha opinião, não têm razão de existir e só servem para garantir lugares políticos e despesas acessórias. Referia-me, por exemplo, à SAUDAÇOR, SPRIH, IROA, SDEA ou AZORINA, porque todas as tarefas destas empresas podem, muito bem, ser realizadas pelos diversos serviços da administração regional.Com o anúncio da privatização de algumas outras, o Governo Regional ficou a meio caminho, procurando mais aliviar...