No passado dia 1 de agosto fecharam as inscrições para os dois novos cursos que abrem no próximo ano letivo na Escola Profissional da Horta.
O curso de Técnico Auxiliar de Saúde e o Curso de Técnico de Produção Agrária - variante de Gestão são os dois novos cursos que a EPH ofereceu a quem concorreu a esta escola.
Os cursos têm a duração de três anos e os alunos do curso de Técnico de Auxiliar de Saúde saem preparados para auxiliar na prestação de cuidados aos utentes, ajudar os utentes nos cuidados de higiene e conforto, na tarefas de alimentação e hidratação ao utente, auxiliar o enfermeiro na prestação de cuidados ao utente que vai fazer, ou faz, uma intervenção cirúrgica e ainda efetuar a manutenção preventiva e reposição de material e equipamentos.
Quanto aos alunos que irão frequentar o curso de Técnico de Produção Agrária - variante de Gestão, ficam preparados para planear e executar as operações das diversas atividades agrícolas, orientar e participar nas tarefas de produção vegetal e animal, realizar operações tecnológicas no setor agro- pecuário com respeito pelas normas de segurança e saúde no trabalho, organizar a comercialização dos diferentes produtos agrícolas, manusear máquinas e equipamentos agro – pecuários e utilizar racionalmente os recursos naturais.
Com um total de 80 inscritos, as colocações foram muito equilibradas entre os dois cursos, sendo selecionados 23 inscritos para cada curso.
Os alunos que frequentam estes cursos terminam com o curso de nível IV e com equivalência ao 12º ano. Para concorrerem os inscritos tiveram que realizar algumas provas de acordo com os critérios de selecão.
Para ingressar na EPH é necessário ter completado o 9º ano, ter entre 15 a 25 anos e realizar testes psicotécnicos, completando com uma entrevista de seleção, a Escola Profissional também aceita candidatos que já tenham terminado o 12º ano mas nesse caso os concorrente ficam em lista de espera e só são colocados caso haja vagas.
A representante da EPH, Maria José Gonçalves, lamenta o facto de não ser possível dar resposta a todos os que concorrem a esta instituição e espera que no próximo ano seja possível a abertura de mais cursos e que desta forma consiga dar resposta a todos.
A secretária regional da Solidariedade Social afirmou segunda-feira na Horta, que a entrada em funcionamento da nova Creche dos Flamengos, prevista para setembro, vai permitir duplicar a capacidade de resposta ao nível da infância na ilha do Faial.
Com a abertura da Creche dos Flamengos em setembro, a ilha do Faial passa a disponibilizar 13 equipamentos para a área da infância e juventude, com capacidade de resposta direta a mais de 630 crianças e jovens.
Andreia Cardoso, que falava aos jornalistas no final de uma visita a este novo equipamento do Centro Comunitário do Divino Espírito Santo, comparticipado pelo Governo Regional em mais de 1,4 milhões de euros, sublinhou tratar-se de uma “intervenção substancial” para a ilha do Faial, beneficiando mais 80 crianças.
“Ao nível da creche, a resposta fica agora integralmente garantida no Faial”, sublinhou a Secretária Regional, adiantando que o concelho da Horta dispõe de uma taxa de cobertura de 44%, bem acima dos 33% da taxa de cobertura mínima desejável recomendada pela OCDE.
Ainda nesta legislatura, o Governo dos Açores projeta investir no Faial cerca de 1,6 milhões de euros na remodelação do edifício do Lar das Criancinhas da Horta.
No imóvel em causa, um edifício classificado situado numa zona nobre da cidade, está sediado o Colégio O Castelinho, do Lar das Criancinhas da Horta, uma instituição particular que enquadra cerca de 170 crianças em Creche, Jardim de Infância e ATL.
Para a secretaria regional da Solidariedade Social, estes dois investimentos na ilha do Faial evidenciam o apoio às famílias, na conciliação da sua vida profissional e pessoal, e a prioridade que o Governo dos Açores confere às medidas de promoção da infância e juventude, para além de contribuir para a fixação de famílias jovens nas freguesias rurais, invertendo assim a tendência de desertificação.
21h30 – Concerto da Sociedade Filarmónica Unânime Praiense (Palco Praça do Infante)
Quinta, 07 de agosto 10h00 – Prova Local de Canoagem (Baía da Horta)
– IX Troféu Cidade da Horta - Escolas de Vela (Optimist e Raquero) -
(Baía da Horta)
13h00 – Entrega de prémios do IX Troféu Cidade da Horta
14h00 – Evento de promoção da Classe Access
15h30 – Natação - Travessia Curta da Doca
16h30 – Regata dos Velhotes: regata de antigos praticantes de Vela Ligeira, na classe Optimist (Porto da Horta) 21h00 – Atuação do Grupo Folclórico da Feteira (Palco Av. 25 de abril) 23h30 – Concerto da banda “The Gift” (Palco Principal) 17h00 – Torneio de Pólo Aquático (Cais de Santa Cruz)
17h30 – Percurso Temático: "Roteiro Baleeiro do Monte da Guia (Fábrica da Baleia
de Porto Pim)
22h00 - Atuação do Grupo da “Escuela de Danzas de Funza” da Colômbia (Palco Av. 25 de abril)
- Encontros com o Mar dos Açores - As regatas de botes baleeiros nos
Açores por José Decq Mota, Presidente da Direção do CNH (Expomar -
Stand OMA/DOP-UAÇ/IMAR)
18h30 - Atuação pela Inclusão (Palco Av. 25 de abril)
18h45 – Passeios à Vela em Botes Baleeiros (embarque junto ao Clube Naval da Horta)
20h00 às 22h00 - "Mar por Miúdos" - Atividades lúdicas (Expomar - Stand
10h00 – IX Encontro Internacional Vela Ligeira – Optimist, 420, Laser 4.7 e Acess (Baía da Horta)
Terça, 5 de agosto 13h00 – Largada da 2.ª Etapa da Regata Les Sables – Les Açores – Les Sables
(Baía da Horta) 18h00 - Prova de Mini-veleiros (Marina da Horta) 18h45 – Passeios à vela em Botes Baleeiros (embarque junto ao Clube Naval da
Horta) 20h00 – Entrega de prémios da “XXVI Atlantis Cup – Regata da Autonomia”
(Clube Naval da Horta)
21h30 – Concerto da Unânime Dixie Band (Palco Av. 25 de Abril) – Concerto da Sociedade Filarmónica Recreio Musical Ribeirinhense (Palco Praça do Infante)
23h30 – Concerto da banda "Alma Rasgada" (Palco Principal)
Miguel Nunes terminou a sua prestação na Volta a Portugal de Juniores terminando em 68.º da geral.
O faialense Miguel Nunes e micaelense João Viveiros representaram os Açores, na equipa Bairrada, na Volta a Portugal de Juniores.
Ao Tribuna das Ilhas o ciclista do Cedrense revelou que esta a sua segunda participação na Volta a Portugal não correu tão bem como a primeira, no entanto “a experiência foi fantástica. É importantíssimo participar numa prova deste nível onde é tudo mais profissional e onde ganhamos uma cultura ciclista muito maior”.
No ano passado Miguel Nunes foi representar os Açores e conquistou a 39.ª posição, sendo que este ano não conseguiu ir além do 68.º lugar.
O atleta diz que as principais diferenças que se fizeram sentir de 2013 para 2014 estiveram relacionadas com as condições atmosférias que, este ano, sobretudo no último dia de prova, “não deram tréguas”. Diz ainda que “este ano a concorrência estava mais feroz e acabou por ser tudo mais duro porque estavamos inseridos no circuito dos profissionais”.
Desiludido com a última etapa da prova, que o atirou para o fundo da tabela, Miguel Nunes explica que “ao quilómetro zero tive uma avaria mecânica que não me permitiu acompanhar o pelotão desde o início. Quando consegui trocar de bicicleta tive que pedalar sozinho mais de 20quilómetros até conseguir apanhar o pelotão. Quando os apanhei estava estourado e começaram as subidas íngremes e a verdade é que não tive forças para acompanhar o ritmo.”
O ciclista que representa o Grupo Desportivo Cedrense, na época transata não deu tréguas e venceu as provas todas em que participou.
Sobre as provas que se organizam por cá Miguel Nunes é de opinião de que “o ciclismo nos Açores está a desenvolver-se muito bem, todavia, acho que ainda falta muita cultura ciclista, quer aos atletas, quer ao público... isto é, é preciso em primeiro lugar que os atletas encarem a modalidade como algo profissional, porque só quando houver uma profissionalização vão surgir melhores resultados. Por outro lado, a população tem que perceber de que não somos só mais uns a andar na estrada, mas que estamos a tentar criar algo.”
Com 18 anos de idade competos à relativamente pouco tempo, Miguel Nunes confessa que gostava de conseguir um contrato que lhe assegurasse uma participação mais efetiva e mais aguerrida nos campeonatos nacionais.
Confessa ainda que “vai empenhar-se em ter sucesso aqui nas ilhas para que um dia mais tarde possa ser lembrado como alguns ciclistas que nunca foram esquecidos”.