José António Bettencourt, natural da ilha do Pico e arqueólogo de profissão, foi eleito na passada semana presidente do Observatório do Mar dos Açores (OMA).
O OMA integra a Rede Regional de Centros de Ciência do Governo açoriano e está sediado no Faial, na Fábrica da Baleia, desde 2004.
O Observatório tem como principais objetivos a divulgação da cultura científica e tecnológica e a promoção de atividades de interpretação e educação ambiental e patrimonial no âmbito das ciências do mar.
José Bettencourt esteve a coordenar a exposição “Histórias que vêm do mar”, uma mostra que foi inaugurada na passada sexta-feira no Pólo do Museu do Pico em São Roque e que reúne um vasto acervo de objetos do quotidiano de bordo de navios naufragados nos mares dos Açores.
Chegou ao fim no passado dia 17 de junho a primeira volta do torneio de King da SF União Faialense.
Esta volta, composta por 16 provas foi ganha por Carlos Vilela (5385pontos). Em segundo ficou José Leitão (5075 pontos) e em terceiro Eugénio Botelho (2965 pontos). A segunda volta deste torneio é retomada a 9 de setembro.
Na última prova desta primeira volta, Eugénio Botelho foi o primeiro classificado, tendo conquistado 203,6 pontos/ mesa, seguido de António Sousa (203,3 pontos/mesa) e Mário Serpa (191,3 pontos/mesa) ficou na terceira posição.
O Jardim Botânico da Ilha do Faial comemorou quarta-feira o seu 28.º aniversário. Para assinalar a data estão previstas várias atividades a decorrer amanhã, sábado.
Assim, das 16h00 às 19h00 no parque decorrerá a iniciativa “Música no Jardim”, com a participação de músicos e bailarinos do Conservatório Regional da Horta.
Durante este dia o parque estará aberto à população gratuitamente.
Localizado numa antiga exploração agrícola de pastagens e pomares de laranjeiras da Quinta de São Lourenço, no Vale dos Flamengos, o Jardim Botânico do Faial atrai os seus visitantes desde 1986.
Com uma área de cerca de 8000 m², o Jardim presta um contributo científico, pedagógico e ecológico.
A sua função, para além de ser um local aprazível e de beleza ímpar de visita obrigatória na ilha do Faial, está primordialmente ligada à manutenção de uma coleção de plantas vivas associada à investigação botânica – onde se destacam a conservação de sementes de espécies endémicas e sua propagação, e ainda um herbário – recuperação de habitats e sensibilização para a importância da riqueza florística natural dos Açores.
O Jardim vive, de acordo com informação disponibilizada no site SIARAM – Sentir Açores, com a premissa de que quanto mais belo e atrativo para o público for, maiores as possibilidades de anunciar o trabalho científico e ambiental aqui realizados e, que, de outra forma, passariam indiferentes à maioria das pessoas.
Em 1995, o Jardim Botânico deu outro passo na caminhada da investigação e de sensibilização para a flora dos Açores e Macaronésia, desenvolvendo uma zona de 60.000 m², localizada na freguesia de Pedro Miguel, a 400 m de altitude. Nesta área procede-se à recuperação de habitats e espécies características da Laurissilva húmida e super-húmida, possuindo, para além do importante papel de conservação, também um elevado valor paisagístico.
Em 2003 deu início à criação de um Banco de Sementes, com a finalidade de recolher e manter uma coleção de sementes viáveis das espécies mais raras dos Açores, onde se encontram 28 das 76 espécies de flora endémica dos Açores, constituindo, assim, uma importante salvaguarda da fitodiversidade do arquipélago. No herbário Ilídio Botelho Gonçalves, encontram-se também diversos exemplares de várias espécies, tanto nativas como exóticas, cujo valor é inestimável para a investigação botânica, nomeadamente na identificação de espécies duvidosas.
Recentemente, o Jardim melhorou a sua coleção de plantas naturais com a recriação de sete tipos de habitats característicos desta região: habitats de calhau rolado, charnecas macaronésicas, habitats de dunas e areias, uma feteira, uma zona de média altitude, uma zona húmida e de turfeira e ainda uma zona com vegetação de altitude, onde dominarão essencialmente espécies herbáceas.
No que concerne as espécies exóticas, foi construída uma estufa de orquídeas com mais de 35 espécies e híbridos, um espaço para as culturas agrícolas tradicionais dos Açores, outro para as espécies de flora invasora do arquipélago, uma área para vários exemplares de plantas medicinais usadas tradicionalmente na culinária e curas antigas, e ainda uma área para espécies exóticas ornamentais, normalmente utilizadas em jardins públicos e privados dos Açores.
Vai realizar-se nos dias 28 e 29 de junho a Festa em Louvor a São Pedro na freguesia dos Flamengos, junto ao polivalente.
No sábado, 28 de junho, pelas 17h30 haverá peditório de Oferendas pela freguesia, a partir das 20h00 há porco no espeto. O arraial começa pelas 21h00 com a atuação do Grupo Folclórico do Salão, às 22h00 há chamarritas, pelas 23h00 atua o Grupo de Cantares “Margens” e pelas 00h00 a noite será animada com baile pelo grupo “Onda Jovem” da ilha da Graciosa.
No domingo, a celebração inicia-se às 12h00 com o cortejo automóvel pela freguesia com a imagem de São Pedro, seguindo-se, pelas 12h45, a bênção dos automóveis e motards à chegada ao polivalente dos Flamengos. Às 13h00, almoço de churrasco para angariação de fundos para a Paróquia. Pelas 15h00 atuação do grupo Folclórico dos Flamengos seguindo-se arraial pela Filarmónica Nova Artista Flamenguense.
O ponto alto destes festejos acontece pelas 17h00, com a sessão solene de lançamento da primeira pedra da Nova Igreja Paroquial, com apresentação do projeto. Pelas 17h30 realizar-se-á a Missa Solene em honra de S. Pedro e às 18h30 Procissão em honra do Padroeiro São Pedro.
No local da festa haverá bar, Exposições e barraca de doces.