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Nuno Avelar

Nuno Avelar

10
março

Acidente de viação vitima bombeiro e deixa outro em estado grave

Publicado em Local
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Um bombeiro morreu e outro ficou ferido com gravidade num despiste de uma ambulância que ocorreu ao início da tarde ontem na Variante à cidade da Horta.

Herberto Correia, de 42 anos de idade, era casado e deixa um filho de 15 anos, foi projetado para o exterior da ambulância após o capotamento da viatura.

O segundo elemento dos bombeiros da Horta, Paulo Reis, que seguia na ambulância encontra-se ferido, em estado grave. Ao que apurámos, o mesmo já foi submetido a uma intervenção cirúrgica e está internado nos Cuidados Intensivos.

Segundo o comandante dos Bombeiros Voluntários Faialenses, Álvaro Melo, os dois bombeiros seguiam numa missão de socorro quando a ambulância se despistou, bateu num muro e capotou de seguida.

"É um dia trágico para o quartel e para todos os bombeiros do país", lamentou Álvaro Melo, que diz desconhecer as razões para o acidente que, além de um morto e de um ferido grave, provocou também danos na ambulância.

O comandante dos bombeiros descarta, no entanto, a possibilidade de ter ocorrido algum problema com a ambulância, que garante ter a inspeção em dia e de ter sido revista recentemente, incluindo a suspensão e os pneus.

Também Hélio Pamplona, presidente da Associação Humanitária de Bombeiros do Faial, já manifestou o seu pesar por toda esta situação. “sinto uma mágoa tremenda por esta fatalidade que veio interromper o normal funcionamento da Instituição, e sei que tudo o que possa dizer às famílias, não conseguirá colmatar a sua "forçada ausência”.

Carlos Ferreira, comandante da PSP da Horta, disse aos jornalistas que as causas do acidente estão ainda por apurar e que será aberto um inquérito para investigar o caso.

 

Entretanto, os soldados da paz já estão a receber acompanhamento psicológico. 

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07
março

Dia Internacional da Mulher comemorado na Horta

Publicado em Reportagem
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Assinala-se amanhã o Dia Internacional da Mulher. A data é comemorada mundialmente desde 1917. Tem como origem as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial.

Por todo o mundo a data não é deixada em branco e aqui também será assinalada, desta feita com uma marcha pela igualdade a ter início às 10h30 no Parque da Alagoa e em que toda a comunidade está convidada a participar.

A iniciativa é da União de Mulheres Alternativa e Resposta – UMAR, que tem como coordenadora aqui no Faial, Carla Mourão, com quem estivemos à conversa.

“Decidimos não fazer um colóquio mas sim algo aberto à comunidade e em que todos possam participar. O objetivo é dar visibilidade a este dia que, mais do que o Dia Internacional da Mulher, mais do que a defesa pela igualdade de género, importa também focar a não discriminação nas suas várias áreas.“ 

Em paralelo haverá na biblioteca uma mostra de livros relacionados com a temática feminina.

A intervenção da UMAR tem aumentado nos últimos anos. Carla Mourão disse à nossa reportagem que “nos anos de 2012/2013 registamos um aumento do número de mulheres que nos procuram, apesar das queixas apresentadas à Polícia terem diminuído”.

A responsável entende que a morosidade dos processos, e registe-se há processos de divorcio que demoram cerca de 5 anos a ser resolvidos, é o principal entrave à concretização da queixa por parte da vítima.

“O apresentar queixa não é algo que nós impomos às vítimas porque, quando nos procuram, muitas delas já estão no limite, são vítimas de violência há anos, décadas mesmo. Algumas vem com um espirito de “tudo ou nada”, outras já estão no limite e só querem encontrar paz” – refere a profissional que diz também que “estas mudanças não são fáceis”.

 Neste ano a UMAR já atendeu 5 casos novos, sendo que tem entre mãos 55 casos. Destes 55 casos, 13 são utentes da Casa Abrigo da UMAR.

A Casa Abrigo existe com o propósito de albergar as vitimas que, numa primeira fase, não tem meios para subsistir, quer financeiros, quer psicológicos. De acordo com Carla Mourão, “o ideal é permanecerem na casa até 6 meses e depois tentarem uma automatização. Nós tentamos, através de um plano de intervenção, arranjar-lhes trabalho, casa e muni-las de ferramentas emocionais que lhes permitam emanciparem-se”.

O sucesso destes casos passa pelas vítimas serem capazes de ganhar autonomia e organização. A taxa de sucesso é, no entanto, muito baixa porque há muitas vítimas que acabam por regressar ao agressor e voltam a entrar no mundo da violência doméstica.

Para além desta intervenção direta junto das vítimas, a UMAR tem levado a cabo uma série de palestras junto da comunidade escolar porque “as relações de namoro estão a transformar-se e os jovens vivem os afectos sobre a forma de violência, seja ela física ou psicológica.”

 

 

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07
março

Flamengos lança projeto Próximo das Pessoas

Publicado em Local
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A Junta de Freguesia dos Flamengos apresentou na tarde de quarta-feira o projeto «Próximo das Pessoas» que vai decorrer já a partir deste mês de Março e até final do mandato.

Os objetivos que norteiam este projeto passam por proceder a pequenas obras e melhoramentos nas ruas da freguesia, embelezar a freguesia, envolver a população na resolução dos problemas e promover uma cidadania mais ativa. 

De acordo com Carlos Rita, Presidente da autarquia flamenguense, a junta de freguesia irá dedicar um mês a uma rua flamenguense. Este ano serão contempladas as ruas da Lomba do Cruz do Bravo, em Março, do Farrobo, em Maio, a Rua e Praça Nova Artista Flamenguense, em Julho e a Rua Nova, em Outubro. 

“A intenção do projeto é trabalhar junto da população da freguesia. Recuperar muros, fazer passeios, criar zonas de lazer, prestar apoio social, intervencionar as bocas de incêndio, melhorar as zonas de recolha de resíduos, melhorar a sinalização vertical, horizontal e turística, e sensibilizar para o ambiente” – adiantou o autarca.

A par deste projeto, a Junta de Freguesia terá a decorrer paralelamente outras duas iniciativas: o projeto Idoso Feliz e o concurso Eco Freguesias.

De referir ainda que este projeto surge no seguimento do “Flamengos rua a rua” que decorreu em tempos idos na freguesia e cujos resultados foram reconhecidos.

O presidente da Câmara Municipal da Horta, uma das entidades parceiras da junta nesta iniciativa, a par da Secretaria Regional do Turismo e Transportes, Direcção Regional de Ambiente e Serviços Florestais, frisou na ocasião que “o nome deste projeto é deveras revelador. Revela que temos que estar próximos das pessoas”.

 

“As instituições têm a obrigação de estar junto das pessoas. Este é um projeto de grande alcance e que representa um orçamento verdadeiramente participativo” – frisou José Leonardo Silva. 

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07
março

Chamarir estreia Doutor para toda a obra

Publicado em Reportagem
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O Chamarir estreia no próximo dia 8 de março, pelas 21H00 no Polivalente dos Cedros, a sua mais recente peça, intitulada "Doutor para toda a obra".

Com duas partes que se interligam entre sim, esta peça desenrola-se num consultório médico. Na primeira parte, Zé sem Banha e Jacinta, pessoas humildes, resolvem ir ao médico. Mas, perante um percalço de última hora, é Tôino da Camisa, homem matreiro, que se assume como Dr. Mendes, o verdadeiro médico, que teve de se ausentar devido a um assalto. E é neste cenário que muitas peripécias irão acontecer.

Na segunda parte, Idalina, Américo e Sãozinha protagonizam a cena. Dr. Mendes, já regressado, aconselha Américo a fazer um exame à próstata. No entanto, por vergonha, Américo recusa. Mas Idalina, sua mulher convence-o, sugerindo ao marido que eles os dois irão para trás da cortina e procederão às instruções que o médico lhes dará. No entanto, uma outra confusão acontecerá. Pamela, secretária de Mendes, avisa-o que o irmão dele encontra-se ao telefone, aflito, pois está sozinho com o seu filho, um bebé de meses que não pára de chorar. Mendes resolve falar com ele e vai dando sugestões ao irmão, de como deverá proceder com o bebé. Julgando que o médico lhes está dando instruções para o exame, Américo e Idalina, resolverão fazer tudo o que ele diz…

Como referiu Rui Silva, um dos autores da peça, a par de Ludgero Pinhero, “muita confusão e divertimento se irá proporcionar nesta história, cujo objetivo é divertir as pessoas nestes dias difíceis”.

O elenco é constituído por 6 atores: Alvarino Nunes, Fernando Ferreira, Isabel Andrade, José Alberto Nunes, Natália Nunes e Sofia Nunes.

É pretensão do grupo ChamaRir percorrer todas as freguesias do Faial nas semanas seguintes à estreia e o grupo, que já apresentou alguns dos seus trabalhos na ilha do Pico, vai  iniciar contactos para levar a sua mais recente obra àquela ilha.

 

Rui Silva disse à nossa reportagem que, ano após anos, escrever uma peça de cariz humorístico é “um desafio e é muito gratificante. Fazer rir é difícil, mas é isso que o ChamaRir pretende oferecer no seu mais recente trabalho. Sendo um grupo amador, somos nós que tratamos de tudo, desde a escrita, passando pelo figurino, e pela encenação.”

 

Apesar da peça ser escrita por Rui Silva e Ludgero Pinheiro, ao longo dos ensaios todos dão a sua opinião, por forma a enriquecer a trama.

Nos últimos anos, o elenco do grupo de teatro ChamaRir têm-se mantido o mesmo, “e assim pretendemos mantê-lo, porque se torna mais fácil para quem escreve, uma vez que já conhecemos as pessoas e sabemos que tipo de personagem poderão interpretar” – refere Rui Silva que revelou que o grupo não tem qualquer apoio, “tudo é adquirido, elaborado e realizado pelo grupo, desde cenário, figurino a adereços.”

 

EM CAIXA:

O Grupo ChamaRir já conta com nove peças no seu currículo, nomeadamente:

2004 - Aula de Ginástica

2005 - De médico e louco todos temos um pouco

2006 - Ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão

2007 - Quem vê caras não vê ladrões

2008 - Entre marido e mulher, não metas a sogra

2009 - Quem tudo quer tudo serve

2010 - Eu vos declaro marido e marido

2011 - Em tempos de crise não se limpam armas

2012 - Troikas e Baldrocas

 

 

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05
março

Candidaturas ao FundoPesca prolongadas

Publicado em Regional
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A Secretaria Regional dos Recursos Naturais aprovou a prorrogação até 7 de março do prazo para a entrega de candidaturas pelos pescadores ao FUNDOPESCA, que tinha sido solicitada por associações de várias ilhas dos Açores.

 

A Direção Regional das Pescas recebeu, até ao dia 28 de fevereiro, um total de 337 requerimentos, correspondentes a cerca de 1.400 profissionais.

 

As candidaturas entregues, independentemente do alargamento do prazo agora decidido, encontram-se já em processo de análise, por forma a não atrasar o pagamento aos beneficiários.

 

O Conselho Administrativo do FUNDOPESCA decidiu em fevereiro, por unanimidade, fixar em 254,62 euros o montante de apoio a atribuir aos trabalhadores da pesca em regime de exclusividade, devido ao registo de 15 dias intercalados de inatividade das embarcações provocada pela agitação marítima.

 

Os conselheiros, sob proposta do Governo dos Açores, analisaram os dados relativos às descargas verificadas nas lotas do arquipélago e determinaram os critérios para a atribuição deste fundo de compensação salarial que, pela primeira vez, abrange mais classes profissionais e permite a acumulação com o pagamento de outros apoios sociais de que os pescadores possam beneficiar.

 

 

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